Segurar as lágrimas quando o Galo Doido aparece não é uma tarefa fácil. Ainda mais quando o aniversariante faz 102 anos e é apaixonado pelo Clube Atlético Mineiro desde pequeno. Foi o que aconteceu na visita do Instituto Galo, juntamente com o Galo Doido, ao Sr. José Mansur, centenário atleticano quechorou e voltou a ser criança ao ver o mascote mais amado do Brasil chegar.
Gabriela Mansur, neta do aniversariante, conta como foi a experiência da surpresa que ficará guardada na memória de todos familiares e amigos que estiveram presentes.
“Foi muito especial receber o Galo Doido. Meu avô ficou muito emocionado, ele amou. Desde que eu me entendo por gente, minha família inteira é atleticana, todo mundo por causa dele. Meu pai também pegou essa referência e sempre trouxe o Galo para mim e para o meu irmão. Foi muito especial, muito legal mesmo”, relata a neta.
“Ele ficou muito feliz. Não estava esperando, foi uma surpresa que a gente fez para ele. E acho que ele amou, até chorou!”, completa.
O Sr. Mansur é atleticano desde a década de 1930 e viu grandes títulos do maior clube de Minas Gerais, os quais marcaram toda a trajetória de vida do aniversariante. É o que conta José Mansur, filho dele.
“Papai é atleticano desde a década de 1930, 1940. Acompanhou o time do Atlético, Campeão do Gelo, Campeão dos Campeões. Depois acompanhou o Atlético na década de 1970, 1980, aquele time maravilhoso da década de 1980. Por isso, gostaríamos de agradecer muito o Instituto Galo por esse momento”, conta.
A paixão pelo Galo foi passada de geração para geração, chegando, inclusive, até aos membros mais novos da família. Por isso, além das lágrimas de emoção do centenário, a celebração também comoveu filhos, netos e outros familiares, que se emocionaram ao ver de perto esse encontro tão especial.
Rosina Mansur, que também é filha do homenageado do dia, conta sobre as experiências que teve com o pai, que fizeram com que ela se tornasse atleticana.
“A vida inteira ele levou a gente pro campo e a gente torcia, o Galo era campeão e a gente sempre ia até a Praça Sete fazer aquela folia. Então, é por causa dele, por ele ter levado a gente pro campo que a gente soube o que é ser torcedor do Galo”, explica a filha.
São por histórias como estas que o Instituto Galo celebra trajetórias de amor pelo Galo, construídas por de mais de um século. As ações que celebram a vida de centenários alvinegros mostram que o futebol também é capaz de aproximar pessoas, despertar lembranças e transformar momentos simples em memórias inesquecíveis.
Instituto Galo – O maior projeto social do futebol da América Latina.
O frio do inverno mineiro ganhou um pouco mais de calor e afeto. O Instituto Galo esteve nas cidades de Cláudio e Passa Tempo, na região Centro-Oeste do estado, para visitar quatro Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), levando doações, solidariedade e a alegria do Galo Doido para dezenas de pessoas acolhidas.
Ao longo do dia, a instituição passou pelo Lar Beneficente Santo Antônio, pela Bom Samaritano Associação de Amparo e pelo Lar Bom Pastor, em Cláudio, além do Lar de Ozanam, em Passa Tempo. Ao todo, foram entregues 140 cobertores, 111 copos e diversos alimentos e itens de limpeza, incluindo arroz, macarrão, molho de tomate, detergentes e desinfetantes.
Mais do que as doações, a presença do Galo Doido transformou a rotina das instituições visitadas em momentos de celebração, afeto e pertencimento. Os idosos relembraram memórias com o Clube, sorriram e compartilharam a alegria de receber a visita.
No Lar Beneficente Santo Antônio, a enfermeira e coordenadora Juliana Hipólito destacou que a expectativa pela chegada do Instituto Galo já fazia parte da rotina dos moradores. “Os idosos estavam muito ansiosos para receber o Galo Doido aqui mais um ano. Momentos assim são extremamente importantes. Hoje, amanhã e depois de amanhã eles continuam lembrando desse momento. Isso faz toda a diferença”, afirmou.
Cida de Oliveira, de 86 anos, aproveitou a tarde com o mascote e celebrou o presente recebido: “ainda ganhei o cobertor! Vou falar com a Juliana que eu dispenso os dela agora, já que eu ganhei o meu, não preciso mais dos dela”, brincou.
A ação também representou acolhimento em um período de baixas temperaturas. Para Edilaine Delfino, assistente social da Bom Samaritano Associação de Amparo, os cobertores chegam em uma época de grande necessidade. “Além de aquecer o coração dos nossos idosos, essas doações trazem conforto e acolhimento. É muito importante mostrar que eles são lembrados e que existem pessoas dispostas a estar ao lado deles”, ressaltou.
Em Passa Tempo, a emoção tomou conta do Lar de Ozanam. A supervisora Rosemeire Aparecida contou que a visita foi recebida com entusiasmo pelos moradores. “Quando souberam que o Galo vinha aqui, eles ficaram muito felizes. Muitos recebem poucas visitas e momentos como esse fazem toda a diferença. Tudo que chega é muito bem-vindo e vai ajudar bastante”, disse.
As quatro visitas reforçam um dos principais compromissos do Instituto Galo: transformar a paixão pelo Atlético em solidariedade, levando não apenas doações, mas também cuidado, atenção e esperança para quem mais precisa.
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Ter tempo de qualidade com a família é o desejo de muita gente no país, e as férias escolares são uma oportunidade para vivenciar momentos únicos. No entanto, com isso, as despesas nas casas aumentam, e se torna difícil fechar a conta no final do mês. Para as famílias em que as crianças fazem as refeições nas creches e escolas, os desafios se tornam ainda maiores.
Por isso, o Instituto Galo, por meio do Clube das 113, criou o projeto Férias Sem Fome, que oferece cestas básicas completas para as famílias que mais precisam de ajuda para aproveitar o período de férias com dignidade e segurança alimentar.
Assim, o Instituto Galo e o Galo Doido foram até o bairro Camargos, na região Noroeste de Belo Horizonte, às duas unidades da Creche Caminhando com Jesus, levando cestas básicas e, claro, muita alegria.
As cestas fazem total diferença na vida das famílias, como afirma Maria Claudiana, uma das mães que receberam a doação.
“Eu amo o Galo, estou apaixonada pela ação. A cesta básica vai me ajudar demais. Muito obrigada. Estou muito feliz, só o Galo para fazer isso por nós”, conta a mãe, emocionada.
O sentimento de gratidão também chegou aos pais, como Breno Cardoso, atleticano que festejou o momento com muita emoção ao lado do mascote mais amado do Brasil.
“A gente agradece muito. A cesta sempre ajuda. Muito obrigado ao Instituto Galo e ao Galo Doido pelo apoio”, diz.
Diretora das duas unidades da Creche Caminhando com Jesus, Michele Carvalho falou sobre a importância do projeto, uma vez que ele trata da segurança alimentar em um dos períodos de maior necessidade para as famílias.
“Hoje foi dia de receber o Galo Doido aqui na nossa instituição para trazer uma ação social maravilhosa com o Instituto Galo, que é o Férias Sem Fome. É um projeto maravilhoso, de suma importância quando a gente fala de segurança alimentar neste período de férias, em que as crianças não permanecem em período integral na nossa escola. Então, a gente fica muito feliz”, conta a diretora.
Mais do que a entrega de alimentos, o projeto Férias Sem Fome representa acolhimento, cuidado e a certeza de que nenhuma família precisa enfrentar esse período sozinha. Com iniciativas como essa, o Instituto Galo reafirma seu compromisso de transformar vidas por meio da solidariedade, levando esperança e segurança alimentar a quem mais precisa.
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O segundo dia da visita do Instituto Galo à Uberaba foi marcado por encontros que aproximaram ainda mais o Atlético da Massa que vive no Triângulo Mineiro. Ao lado do Galo Doido, o mascote mais amado do Brasil, a equipe visitou uma escolinha de futebol, passou pelo Mercado Municipal e encerrou a programação na ONG Voluntários do Amor, reforçando o compromisso de levar o Clube para perto de quem vive a paixão alvinegra em diferentes regiões do estado.
A primeira parada foi na Academia de Futebol Galo de Uberaba, onde crianças e adolescentes foram surpreendidos pela visita do Galo Doido. Além de distribuir camisas e copos, o Instituto Galo proporcionou um momento de descontração para os jovens atletas.
Para Rodrigo, de 12 anos, a surpresa tornou a manhã ainda mais especial. “Foi muito legal. Eu comecei a jogar desde pequeno, foi meu pai que me ensinou. Futebol é coisa de família”, contou.
Professor da escolinha, Pedro Nicolas destacou a importância da visita para quem acompanha de perto os sonhos das crianças. “Faz a felicidade delas, traz alegria para o ambiente e para a escolinha. É isso que importa”.
Na sequência, o Galo Doido levou a animação ao Mercado Municipal de Uberaba. Entre uma caminhada pelos corredores e outra, distribuiu camisas e copos para crianças que encontrava pelo caminho. Afinal, imagine sair para passear no mercado em um sábado de manhã e dar de cara com o mascote mais amado do Brasil.
A presença do Instituto Galo em cidades do interior faz parte da missão de aproximar ainda mais o Atlético da torcida, levando ações sociais, carinho e oportunidades para atleticanos que, muitas vezes, estão longe da capital, mas vivem a mesma paixão pelo Clube.
O encerramento da programação aconteceu na ONG Voluntários do Amor, que atende 60 crianças em situação de vulnerabilidade social por meio de atividades de reforço escolar, projeto de vida, capoeira, desenho, atendimento social e psicológico.
Além da entrega de camisas, copos e doação de muitos brinquedos, um dos momentos mais marcantes da visita foi quando o Galo Doido entrou na roda de capoeira e participou da atividade ao lado das crianças, arrancando risadas e aplausos.
Laura Gabrielly, de 12 anos, aprovou a performance do mascote. “Foi muito legal. Ele joga bem também”.
Para a presidente da ONG, Kamila Souza, iniciativas como essa deixam marcas que vão além daquele dia.
“Esse momento é muito importante para elas. Tenho certeza de que vai ficar uma memória afetiva. Muitas dessas crianças não teriam a oportunidade de ter contato com o Galo. Receber o Instituto Galo aqui foi uma alegria muito grande”.
Ela também ressaltou o significado de levar esse tipo de ação para o interior. “A gente entende isso como oportunidade e acessibilidade. Ter o Galo aqui hoje foi uma experiência incrível, que gerou oportunidade para essas crianças”.
Depois de dois dias de atividades em Uberaba, o Instituto Galo encerrou mais uma etapa de sua caminhada pelo interior de Minas Gerais, fortalecendo vínculos, promovendo solidariedade e mostrando que a paixão pelo Galo também se transforma em presença, cuidado e impacto social por onde passa.
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Cézar Chaves, de 17 anos, é um exemplo de força e superação. Há pouco mais de três anos, sofreu um grave acidente de bicicleta que provocou um traumatismo craniano e mudou sua vida para sempre. Desde então, permanece acamado e depende de cuidados contínuos.
Sensível à sua realidade, o Instituto Galo acompanha a família há mais de um ano, garantindo a dieta enteral administrada por sonda, um suporte essencial para a manutenção da saúde e da qualidade de vida do jovem.
No entanto, Cézar precisa iniciar uma nova etapa em sua recuperação. Segundo a mãe, Érica Pontes, o jovem desenvolveu feridas na cabeça em razão do longo período acamado e da limitação de movimentos. Esse quadro tem impedido a realização da cranioplastia, procedimento fundamental para a continuidade do seu tratamento.
“[Os médicos] tentaram, de todas as formas, fazer com que essas feridas se fechassem. Mais de um ano tentando, o médico chegou à conclusão de que só com um curativo, essas feridas não vão fechar. Então, ele sugeriu colocar um expansor. Expansor seria como se fosse um balãozinho ali pra tentar puxar essa pele, pra tentar cicatrizar ali onde estão as feridas”, explica a mãe.
Após a colocação do expansor, Cézar passará por cerca de dez sessões de aplicação de solução no dispositivo para promover a expansão gradual da pele. Somente após essa etapa será possível realizar a cranioplastia, procedimento essencial para a continuidade do tratamento.
Como explica a mãe, Érica Pontes, a implantação do expansor representa o primeiro e mais importante passo para que Cézar possa avançar em sua recuperação e tenha uma nova perspectiva de qualidade de vida.
“O médico falou que enquanto ele estiver com essas feridas, não tem como fazer essa cranioplastia. Então, agora tá sendo o primeiro passo para futuramente a gente poder colocar”, diz a mãe.
Por isso, o Instituto Galo está promovendo uma Vaquinhasolidária para juntar o dinheiro necessário para a realização de todos os processos para a recuperação do forte Cezar, como diz Erica.
“A gente tá fazendo essa vaquinha para arrecadar esse dinheiro. A família no momento não tem condição de pagar esse procedimento. Então, eu queria que vocês ajudassem a gente, ajudar o Cézar voltar a ter uma qualidade de vida, o César tentar a avançar na reabilitação”.
Ajude através da Chave 6223402@vakinha.com.br ou acessando a vaquinha, clicando aqui. Toda contribuição faz a diferença e aproxima o Cézar de mais uma etapa em sua recuperação.
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Ao longo de um dia cheio de programações em Uberaba, no Triângulo Mineiro, o Instituto Galo promoveu uma série de visitas a instituições sociais e de saúde da cidade, levando o Galo Doido, doações e momentos de acolhimento para crianças, adolescentes, idosos e profissionais que atuam no cuidado de pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa foi realizada em parceria com o projeto Território de Minas e a Embaixada Galo Uberaba.
A programação passou pela Casa Lares Vida Viva, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), Lar da Esperança, Hospital da Criança, Associação Socioeducativa Pequeno Galileu e pela Escola de Esportes Professor Wander. Em cada local, além da interação com o mascote mais amado do Brasil, foram distribuídos brindes como blusas, copos, brinquedos e kits para bebês.
Na Casa Lares Vida Viva, que acolhe meninas de 6 a 12 anos afastadas temporariamente das famílias, a ação também reuniu crianças da Unidade Catarina Souto, destinada a meninos de 7 a 13 anos. A visita foi marcada por muita expectativa e emoção.
Para Cláudia Cristina Silva, apoio à coordenação da Casa Lares, iniciativas como essa fortalecem o trabalho desenvolvido pela instituição e ajudam a ampliar o entendimento da sociedade sobre o acolhimento institucional.
“A responsabilidade social é importantíssima para o terceiro setor. Nós contamos com esse trabalho voluntário, então essa visita e essa visibilidade fortalecem muito as nossas ações. Também desmistificam um pouco o que é o serviço de acolhimento, que são as casas onde as crianças moram provisoriamente enquanto a equipe trabalha o fortalecimento dos vínculos e o retorno delas às famílias”.
Cláudia também contou que a ansiedade para conhecer o Galo Doido tomou conta das crianças dias antes da visita.
“Eles estavam enlouquecidos, esperando o dia da visita. Temos irmãos em outros acolhimentos, muitos meninos que gostam de futebol. Foi uma expectativa enorme”.
No Hospital de Clínicas da UFTM, a visita aconteceu na Unidade da Criança e do Adolescente, onde pacientes e acompanhantes receberam blusas, copos e kits para bebês. A enfermeira Leandra Rodrigues destacou a importância de ações que humanizam o ambiente hospitalar.
“São pacientes muitas vezes internados há vários dias. Essa visita muda um pouco a rotina deles e traz uma alegria muito grande, tanto para os pacientes quanto para os acompanhantes. Também fortalece nosso projeto de humanização, mostrando que nos preocupamos não apenas com a saúde física, mas também com a saúde emocional”.
Segundo ela, o impacto positivo alcançou também quem trabalha diariamente na unidade.
“Trouxe alegria para toda a equipe assistencial e mudou um pouquinho a cara da nossa sexta-feira”.
Outro momento especial aconteceu no Lar da Esperança, instituição de longa permanência que acolhe 29 idosos em situação de vulnerabilidade social e com vínculos familiares fragilizados.
A coordenadora Tânia Gisele explicou que visitas como essa fazem diferença na rotina dos moradores.
“Muitos idosos não têm familiares que os visitam. Então esse é um momento de alegria, de descontração e integração. Eles acompanham o futebol pela televisão e conseguem se conectar com essa realidade. É muito bom para todos”.
Já no Hospital da Criança, o Galo Doido percorreu as enfermarias e o pronto atendimento, levando momentos de descontração para pacientes, familiares e profissionais da saúde.
A enfermeira responsável técnica, Elisnanda Marina, destacou que a alegria também faz parte do processo de cuidado.
“Essas ações despertam o otimismo nas crianças e também levam tranquilidade aos pais, que muitas vezes estão preocupados. Trabalhar diariamente com o adoecimento não é fácil, e momentos como esse conseguem recarregar a energia de toda a equipe”.
Entre os familiares presentes estava Vanessa Campos, mãe de Gael, de 6 anos, e Milena, de 3. Para ela, iniciativas como essa tornam a internação mais leve.
“Ajuda muito porque as crianças ficam estressadas. Quem faz esse tipo de ação tem um coração muito grande. Só quem vive essa rotina sabe o quanto isso faz diferença. As crianças adoram e os pais também”.
Na Associação Socioeducativa Pequeno Galileu, que atende 45 crianças e adolescentes no contraturno escolar por meio de trabalho voluntário, a visita foi marcada por brincadeiras, abraços e distribuição de brinquedos.
Samuel, de 13 anos, realizou um sonho antigo ao conhecer o mascote.
“Foi muita emoção. Eu queria muito conhecer o Galo Doido. O que vai ficar no meu coração é quando ele me abraçou”.
Responsável pela instituição, Maria Luzinete contou que a expectativa das crianças era enorme.
“Eles ficaram aguardando vocês com muita ansiedade. Muitos são crianças afastadas da família. Quando chega uma visita assim, eles se sentem muito felizes. Ver os meninos brincando, abraçando o Galo, pulando com ele… isso é muito importante”.
O roteiro foi encerrado na Escola de Esportes Professor Wander, tradicional escolinha de futebol da cidade, reforçando a conexão entre esporte e transformação social.
Presidente da Embaixada Galo Uberaba, Léo ressaltou a importância da parceria com o Instituto Galo.
“O trabalho do Instituto Galo é sensacional. Passamos por hospitais, abrigo, asilo e outros lugares levando alegria. Entrar nesses locais e ver o sorriso das crianças, das equipes e de todos que estavam ali é muito gratificante. Essa lembrança vai ficar para sempre no meu coração”.
Em cada abraço, sorriso e encontro proporcionado pelo Galo Doido, ficou evidente que gestos simples podem tornar dias difíceis mais leves e fortalecer quem dedica a vida ao cuidado com o próximo.
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O Instituto Galo esteve em Itabira, na região Central de Minas Gerais, para promover uma série de ações sociais que reforçam a missão de transformar a paixão pelo Atlético em cuidado com as pessoas. Ao longo da programação, o Instituto levou o mascote Galo Doido para visitar instituições da cidade, proporcionando momentos de acolhimento, descontração e proximidade com crianças, jovens e pacientes hospitalizados.
A iniciativa passou pela APAE de Itabira, pela Escola Estadual Fazenda da Betânia, pela Escola Municipal José Gomes Vieira e pelo Hospital Nossa Senhora das Dores. Além da presença do mascote mais querido do Brasil, foram distribuídos copos, camisas e outros brindes aos participantes.
Na APAE, cerca de 60 usuários participaram da atividade. O encontro emocionou alunos, familiares e colaboradores da instituição. Para a presidente, Solange Aparecida, a visita ficará marcada na memória de todos.
“A gente agradece em nome da família apaeana, dos usuários e dos alunos. Foi uma festa linda, maravilhosa. Espero que voltem mais vezes. Isso vai ficar guardado na memória deles, porque eles não esquecem”.
Entre os participantes, o atleticano Sidney viveu um momento especial ao conhecer, pela primeira vez, o Galo Doido.
“Hoje eu vim conhecer o Galo Doido porque eu nunca fui na Arena do Galo. Eu fiquei emocionado. Quero agradecer a vocês por tudo de bom que fazem. Eu até cantei para ele: ‘Ô Galo Doido, eu vim aqui só pra te ver’. Quero que ele venha de novo”.
Na Escola Estadual Fazenda da Betânia, aproximadamente 80 estudantes do Ensino Fundamental receberam o Instituto Galo. A diretora Mirviane Marcelo destacou a importância de ações que levam atenção e carinho para comunidades mais afastadas.
“Uma comunidade como essa, que às vezes é tão carente de ações, de afeto e de atenção… Ver os meninos sorridentes e felizes não tem como descrever. A gente fica emocionado”.
Ela também ressaltou o significado da presença do clube junto à comunidade. “É um prazer ver o time olhando para eles, olhando para a comunidade deles. Agradeço imensamente ao Instituto Galo. Foi maravilhoso”.
A ação contou ainda com a participação do rapper itabirano Thiago SKP, parceiro do Instituto Galo em projetos sociais e oficinas culturais. Para ele, iniciativas como essa aproximam sonhos que, muitas vezes, parecem distantes para quem vive no interior.
“O mais legal é a gente conectar e ser ponte. Quando eles veem o mascote ou algo do Galo, parece uma coisa muito distante. Quando a gente vem, existe essa proximidade humana. Eles percebem que podem chegar onde querem”.
Thiago também destacou a importância de levar esse sentimento para cidades do interior. “Quando o Instituto Galo vem para Itabira e para tantos outros interiores, a gente consegue trazer humanidade e pertencimento. Todos compartilham a mesma paixão, e isso quebra essa distância”.
A programação seguiu na Escola Municipal José Gomes Vieira, onde cerca de 200 crianças receberam o Instituto Galo. Além de camisas e copos, foram distribuídos quebra-cabeças e chinelos.
O estudante João Lucas, de 9 anos, não escondeu a emoção ao realizar um sonho. “Era meu sonho conhecer ele. Desde os quatro anos eu já falava ‘Galo’. A camisa do Atlético é a mais bonita de todas. Tô muito feliz”.
A diretora Geidila Andrade ressaltou que ações como essa fortalecem valores importantes dentro do ambiente escolar.
“Iniciativas como essas fortalecem o respeito, a cooperação e a cidadania. Independente do time do coração de cada um, são momentos que ajudam a trabalhar a convivência e deixam uma alegria enorme para os nossos alunos”.
No Hospital Nossa Senhora das Dores, o Instituto Galo levou o Galo Doido para visitar a maternidade, os setores de oncologia e cuidados paliativos, os leitos de internação pelo SUS e a hemodiálise. Os pacientes receberam copos, enquanto as mães ganharam kits especiais para os bebês.
Paciente da hemodiálise e atleticano apaixonado, Maurílio Nascimento se emocionou com a visita. “Excelente! Não tem igual. Toda vida sou atleticano”. Ele também brincou: “O que vocês estão arrumando pra mim? Em plena sexta-feira”.
A diretora hospitalar, Ana Paula Oliveira, destacou que iniciativas como essa fazem parte de um cuidado que vai além dos procedimentos médicos.
“A visita do Galo Doido contribui para trazer alegria ao paciente hospitalizado. Ela proporciona um momento de descontração e humanização para pacientes e familiares. O cuidado vai além do tratamento clínico: envolve carinho, empatia e alegria”.
Ao levar o Galo Doido às instituições de Itabira, o Instituto Galo confirma o compromisso de utilizar a força da paixão atleticana para construir pontes e promover encontros que transformam um dia comum em uma lembrança afetiva. Afinal, a solidariedade também se faz presente por meio da escuta, da proximidade e do cuidado com quem mais precisa.
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Passar a paixão pelo Clube Atlético Mineiro para quatro gerações diferentes não é uma tarefa fácil. Mas Seu Sabino, que completou 103 anos, cumpriu essa missão e o Instituto Galo não poderia ficar de fora da celebração de aniversário desse ícone Alvinegro.
Juntamente com o mascote mais amado do Brasil, o Galo Doido, o Instituto Galo foi até Ibirité e levou sorrisos, muita animação e o sentimento alvinegro para dentro da casa de Seu Sabino, que voltou a ser criança quando viu o mascote. Entre lágrimas e boas companhias, a comemoração ficará marcada para sempre no coração e nas memórias de quem esteve presente.
Túlio, neto do aniversariante, conta sobre a felicidade que o avô sentiu ao ver o Galo Doido e as emoções que toda família sentiu ao ver esse encontro.
“Eu acho que hoje é uma data especial para toda família, porque tinha tempo que ele não ficava feliz assim. Que lindo, que bom que o meu avô pôde sentir isso, se emocionar. Meus primos, toda família chorou também. Só agradecer”, declara o neto.
Sendo a segunda geração de atleticanos depois de Seu Sabino, Túlio conta emocionado de onde surgiu a paixão pelo maior clube de Minas Gerais.
“Hoje eu sou Galo porque meu avô é Galo”, explica o neto emocionado.
Everton, também neto de Seu Sabino, falou sobre a experiência de receber o Galo Doido para celebrar junto da família o aniversário mais que centenário de seu avô.
“Experiência fenomenal porque a gente sabe que não é para todo mundo. E ter a oportunidade do meu avô, com 103 anos, de viver esse sentimento especial, de se tornar uma pessoa especial para o Clube Atlético Mineiro, que é um time especial pra ele, é fenomenal para gente. Coisa de doido mesmo”, relata.
Gabriel, neto de Seu Sabino, partilha do mesmo sentimento. “Eu acho uma coisa bem única. Eu nunca esperei que eu fosse ver o Galo Doido na festa do meu avô”, acrescenta.
Miriane, neta de Seu Sabino que mora em Salvador, na Bahia, também é atleticana fanática por causa de seu avô. Como ela diz, “o Galo é o mundo”, e, portanto, não importa o lugar, a influência que Seu Sabino deixou para todas as gerações chega em todos os lugares, seja em Minas, seja na Bahia.
“Muito emocionante, 103 anos é pra ser comemorado. São 103 anos torcendo para o Galão”, completa a neta emocionada.
O Instituto Galo celebra uma história de amor pelo clube construída ao longo de mais de um século e mostra que o futebol também é capaz de aproximar pessoas, despertar lembranças e transformar momentos simples em memórias inesquecíveis.
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O Instituto Galo levou o Galo Doido, mascote mais amado do Brasil, a João Monlevade, na região Central de Minas Gerais. Em uma série de visitas, o mascote passou pela APAE do município, pela Escola Estadual Luiz Prisco de Braga e pelo Hospital Margarida, transformando a rotina de centenas de pessoas por meio da paixão pelo Atlético e do poder do afeto.
A primeira parada foi na APAE de João Monlevade, que atende cerca de 60 usuários, com idades entre 15 e 70 anos. Entre cantos do hino do Atlético e muita animação ao som de “Vou Festejar”, música tradicionalmente entoada pela massa atleticana, os participantes viveram uma manhã marcada pela emoção.
Fanático pelo Clube, Wanderlan Ian, de 21 anos, realizou um sonho ao encontrar o Galo Doido pela primeira vez. “Sou atleticano desde que eu nasci. Foi a primeira vez que vi o Galo Doido. Foi legal, gostei muito e diverti bastante. Estava ansioso e gostei demais”.
A alegria também tomou conta de Flávia Cimare, de 24 anos. “Eu tô muito feliz que ele está aqui hoje na APAE. Eu até sambei com ele”.
Para a diretora da instituição, Jacqueline Soares, o momento ficará marcado para sempre na memória dos usuários.
“Foi uma manhã maravilhosa, inesquecível. Eles são fanáticos pelo Galo e estavam contando os dias para essa visita. Teve ansiedade, teve até choro. A importância é justamente essa memória que eles vão levar desse dia brilhante”.
Na sequência, o Galo Doido visitou a Escola Estadual Luiz Prisco de Braga, onde foi recebido por mais de 1.000 estudantes dos ensinos Fundamental II e Médio, distribuídos entre os turnos da manhã e da tarde. A visita reuniu todos os alunos em um ambiente de respeito e integração.
Para o diretor Wagner Ribeiro, a presença do mascote vai além da paixão pelo futebol.
“Quando a gente trabalha dentro da escola valores como respeito e educação, o que aconteceu hoje mostra isso muito claramente. Temos alunos de torcidas diferentes convivendo e se respeitando. Além disso, aqui no interior é muito difícil ter um contato tão próximo com o Galo Doido. Para muitos desses jovens, foi uma oportunidade única”.
Encerrando a programação, o Instituto Galo levou a ação ao Hospital Margarida, instituição filantrópica de João Monlevade. O Galo Doido percorreu as alas de clínica SUS masculina e feminina, pediatria, maternidade e hemodiálise, levando conforto, esperança e muitos sorrisos a pacientes, acompanhantes e colaboradores.
Funcionário do hospital e torcedor apaixonado, Ronan Marcos não escondeu a emoção. “É muita alegria. O hospital é um lugar muito triste e uma visita como essa traz paz, emoção e esperança para todo mundo, tanto para os pacientes quanto para os funcionários. Fico muito emocionado”.
A assistente social Rose Vasconcelos destacou o impacto das ações humanizadoras no ambiente hospitalar.
“O cuidado vai muito além dos medicamentos. Ele também acontece por meio do aconchego, do carinho e dessas ações que conseguem tocar os corações. São momentos que transformam, acolhem e mostram o quanto somos capazes de fazer o bem”.
Entre os pacientes, um dos encontros mais marcantes foi com Ana Júlia Perdigão, atleticana apaixonada que estava internada desde o início da semana. Ao saber que o Galo Doido passaria pelo hospital, viveu um momento que definiu como um presente.
“Eu estava muito triste por estar internada. Quando soube que o Galo Doido vinha aqui, senti como um sinal de Deus para mim. Eu só queria um abraço dele. Acabou com 80% da minha tristeza. O Galo é a minha vida!”.
Ao longo do dia, abraços, fotos, música e muita emoção mostraram que gestos de carinho também transformam vidas. Mais do que aproximar o clube da comunidade, a presença do Galo Doido reforçou a missão do Instituto Galo de levar acolhimento, inclusão e esperança por onde passa.
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A paixão pelo Atlético atravessa gerações e fortalece laços familiares. Foi justamente esse sentimento que marcou a comemoração dos 101 anos de Rita Bicalho, torcedora apaixonada pelo Galo, celebrados em João Monlevade, na região Central de Minas Gerais.
Para tornar a data ainda mais especial, o Instituto Galo levou o Galo Doido para participar da festa e surpreender a aniversariante.
Atleticana desde a juventude, dona Rita conta que o amor pelo clube nasceu dentro de casa. “Meus irmãos todos eram do Atlético. E meu marido também e amava mesmo o Atlético. Então, é por isso que eu sou”, relembrou. Ao falar sobre a visita do mascote, ela não escondeu a emoção. “Nunca tive essa oportunidade, mas hoje eu estou feliz com essa reunião de todos aqui, sou mais do que feliz. Alegria sempre é bem-vinda na nossa família”.
A ideia da homenagem partiu do genro de dona Rita, Ricardo Simões. Após ver uma publicação do Instituto Galo nas redes sociais, ele entrou em contato para saber se seria possível realizar a surpresa.
“Nós ficamos muito felizes quando vocês confirmaram que viriam. Ela assiste todos os jogos do Galo, era admiradora do Hulk e pensamos que seria uma ótima oportunidade de fazer essa homenagem. Grande parte da família é atleticana e, graças a Deus, deu tudo certo”, contou.
A paixão pelo Atlético também acompanha o irmão de dona Rita, Raimundo Moreira, de 97 anos. Torcedor desde os tempos em que acompanhava as partidas pelo rádio, ele fez questão de participar da comemoração e conhecer o Galo Doido.
“Foi uma maravilha. Sou muito feliz em ver essa turma dedicada que ainda conserva a paixão pelo Galo. Muito obrigado pela presença de vocês aqui”, agradeceu.
Para o filho da aniversariante, Flávio Bicalho, a visita ficará marcada na história da família e ajudará a perpetuar o sentimento alvinegro entre as novas gerações.
“A presença do Galo Doido aqui foi muito especial. Ela comemorando 101 anos… isso vai ficar para a memória afetiva das crianças que estão aqui hoje, dos meus netos e dos meus sobrinhos”, afirmou. Ele também destacou que a paixão pelo clube sempre esteve presente dentro de casa. “Meu pai incentivava muito, gostava de esportes e do futebol. A gente cresceu encantado com o Galo e isso contaminou toda a família. Hoje são raros os que não são atleticanos”.
O Instituto Galo celebra uma história de amor pelo clube construída ao longo de mais de um século e mostra que o futebol também é capaz de aproximar pessoas, despertar lembranças e transformar momentos simples em memórias inesquecíveis.
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