4º Festival da Inclusão reúne 720 pessoas na Casa do Galo em celebração à diversidade e à convivência

Iniciativa do Instituto Galo reuniu 30 instituições sociais durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, com uma tarde de música, cultura, protagonismo e inclusão.

A Arena MRV foi, mais uma vez, espaço de encontro, celebração e pertencimento. Na quarta edição do Festival da Inclusão, realizada nesta quarta-feira (26), 720 pessoas de 30 instituições sociais se reuniram para uma tarde dedicada à valorização da diversidade e à construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva.

Realizado pelo Instituto Galo durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, celebrada entre os dias 21 e 28 de agosto, o festival tem como proposta fortalecer a conscientização sobre a inclusão e, principalmente, criar oportunidades para que pessoas com deficiência ocupem espaços de cultura, lazer e convivência.

A programação começou com um lanche de recepção e a abertura oficial, conduzida por Maria Alice, presidente do Instituto Galo. Para ela, promover inclusão também significa combater barreiras e garantir autonomia.

“Nós do Instituto Galo estamos muito felizes de promover hoje o 4º Festival da Inclusão. Temos que combater as barreiras e promover a autonomia das pessoas com deficiência. E nada melhor do que trazê-los hoje aqui para a Casa do Galo, que hoje é a casa de todos, Arena MRV”, afirmou.

Ao longo da tarde, a música foi um dos principais caminhos para promover encontros. O público acompanhou apresentações do Projeto Musical do Instituto Galo, do Dudu do Cavaco, do coral “Bora Cantar” e da banda formada por estudantes do Colégio Militar de Belo Horizonte.

Mais do que entretenimento, a programação mostrou como a cultura pode ser uma ferramenta de inclusão e desenvolvimento. Criada em junho de 2024, a banda do Colégio Militar é formada por alunos neurodivergentes e nasceu a partir de uma experiência relacionada à musicoterapia, utilizando a música, os sons, o ritmo e a harmonia como instrumentos de desenvolvimento e socialização.

Para os fundadores Gabriel Castro e Isabel Gonçalves, os resultados ultrapassaram o palco. A experiência transformou relações e aproximou os integrantes. “Em resumo, mudou a minha vida esse projeto. Mudou a minha vida completamente”, contou Gabriel.

Isabel complementou destacando a transformação na sociabilidade dos estudantes. “A gente virou uma família, querendo ou não. Antigamente, a gente chegava no nosso ambiente de inclusão e falava: ‘Nossa, quem é esse povo?’. Agora a gente se junta, é tipo uma família, a gente viaja junto, a gente sai junto”.

A experiência também reforçou, que a inclusão precisa partir da sociedade como um todo. “Não são os atípicos que têm que ir para o mundo dos típicos, são os típicos que têm que entender o mundo dos atípicos, destacou Isabel.

Um espaço para todos

A presença da Defensoria Pública no festival reforçou a importância de ampliar a discussão sobre inclusão para além da celebração. Parceira do Instituto Galo pelo terceiro ano consecutivo, a instituição atua na garantia dos direitos das pessoas com deficiência em diferentes áreas.

Para o defensor público Dr. Luís Renato, o festival também representa uma oportunidade de aproximar esse público de espaços que nem sempre são acessíveis no cotidiano.

“Você ter um festival em que as pessoas possam conhecer o estádio, possam também estar próximas do Galo Doido, isso é realizar sonhos e oportunizar que as pessoas com deficiência também tenham os espaços adequados para elas no lazer e na cultura”, afirmou.

Segundo ele, a parceria também permite aproximar as demandas identificadas no trabalho do Instituto Galo da atuação da Defensoria Pública. “A gente está aqui para oferecer o serviço da Defensoria em parceria com o Instituto Galo e com o Clube Atlético Mineiro”, explicou.

Para quem participa do festival, a experiência é também uma oportunidade de mostrar talentos, fortalecer vínculos e celebrar as conquistas coletivas. Aluna da APAE Piracema, Verônica Aparecida resumiu o sentimento de quem esteve presente. “O Festival da Inclusão está maravilhoso. A gente precisa mostrar nossos talentos, nossa atitude, nossos momentos juntos e unidos, destacou.

A APAE Betim também participou das quatro edições do festival. Para Patrícia Gil, superintendente da instituição, a iniciativa cresceu e se consolidou ao longo dos anos justamente por colocar a inclusão em prática.

“Na 4ª edição do Festival da Inclusão, eu vejo que cada vez mais tem se consolidado uma proposta muito rica, de festejar cultura, de festejar inclusão, de festejar as diferenças. Porque o bonito é a gente poder conviver com as diferenças”, afirmou.

Patrícia também destacou o sentimento de pertencimento proporcionado pelo evento. “O festival traz pertencimento, traz ocupação dos lugares públicos, traz música, vida, lanche, empoderamento e inclusão social. Então isso é muito bacana e, para a APAE de Betim, estar aqui com tantas outras APAEs e tantos outros institutos é um grande privilégio”.

Da exclusão à oportunidade

A tarde também foi marcada pela presença de Dudu do Cavaco e Léo Gontijo, presidente do Instituto Mano Down. Os dois reforçaram a importância de iniciativas que colocam as pessoas com deficiência intelectual e múltipla no centro das atividades e garantem protagonismo. “Estamos aqui novamente nessa iniciativa maravilhosa do Instituto Galo, dentro da Arena, para trocar a palavra exclusão por oportunidade”, afirmam Léo e Dudu.

Dudu, que se apresentou durante o festival, celebrou a receptividade do público e a força da iniciativa. “A galera curtiu muito”, contou.

Ao reunir centenas de pessoas em um mesmo espaço, o Festival da Inclusão transforma a Arena MRV em um ambiente de convivência e mostra que a inclusão também se constrói com experiências compartilhadas. Entre música, encontros e celebração, a 4ª edição reforçou uma mensagem que esteve presente em cada apresentação: as diferenças não devem separar, mas aproximar.

Como resumiu Léo e Dudu durante o encontro: “Ser diferente é normal. E não importa a pergunta, a resposta é o amor”.

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Instituto Galo leva Galo Doido e ações sociais a mais de mil pessoas em Ubá

Em parceria com a Ubágalo e as Embaixadas do Galo, Instituto visitou instituições, levou alegria a crianças, idosos e pacientes e participou da inauguração da nova unidade da torcida na cidade

O Galo Doido voltou a Ubá para reencontrar histórias e levar um pouco da força e da alegria da Massa para diferentes pontos da cidade. Em uma programação especial, o Instituto Galo realizou visitas e ações sociais que alcançaram mais de mil pessoas, entre crianças, idosos, pacientes, profissionais e moradores.

A agenda passou por instituições como a APAE de Ubá, a Escola Municipal Irmã Ana Maria Teixeira da Costa, a Creche Irthes Therezinha, o Lar João de Freitas e o Hospital São Vicente. Ao longo das atividades, foram entregues 200 camisas e 600 copos, além de muitos abraços, fotos e momentos de interação com o mascote alvinegro.

Um dos encontros mais especiais aconteceu no Lar João de Freitas. Em fevereiro, durante as fortes chuvas que atingiram Ubá, imagens de idosas da instituição boiando em colchões após a água invadir o local viralizaram nas redes sociais. O Instituto Galo esteve na cidade em março, mas, naquela ocasião, não conseguiu encontrar as moradoras.

Desta vez, o encontro finalmente aconteceu. Todos os idosos que vivem no Lar João de Freitas receberam a visita do Galo Doido e puderam conhecer de perto o mascote do Atlético. A presença também levou alegria aos 13 profissionais que trabalham na instituição.

Para o diretor do Lar João de Freitas, Márcio de Oliveira, a visita contribuiu para transformar o ambiente. “De uma forma ou outra sempre melhora. Toda visita acaba ajudando, né? E essa visita alegre aí do Galão é muito boa, viu? Gostamos muito”.

A programação também teve momentos de muita animação com as crianças. Na Creche Irthes Therezinha, cerca de 90 alunos participaram da ação e receberam a visita do Galo Doido.

“Nossa, é muita alegria, isso aí transforma o ambiente de uma hora para outra. E a gente agradece a iniciativa de vir fazer um pouco da alegria das nossas crianças”, afirma Regina Moreira, presidente da Creche.

Na Escola Municipal Irmã Ana Maria Teixeira da Costa, aproximadamente 300 alunos também tiveram contato com o mascote. Para Gisele de Azevedo, a experiência pode ficar marcada na memória dos estudantes.

“Eu acho que isso vai ficar para sempre na cabeça deles como o mascote do Galo Doido. Eu acho super importante para os meninos conhecerem e entrarem na nossa cultura de Minas”.

A agenda passou ainda pela APAE de Ubá, que atende aproximadamente 40 usuários, e pelo Hospital São Vicente. No ambiente hospitalar, a presença do Galo Doido teve justamente o objetivo de levar leveza para quem enfrenta momentos delicados. “Trazer leveza onde existe sofrimento, né? Isso aí é bacana demais, vocês estão de parabéns”, disse o médico anestesista, Rômulo Ribeiro.

Além das visitas às instituições, o Instituto Galo participou de uma ação aberta ao público na Praça São Januário, onde o Galo Doido esteve disponível para a comunidade. O momento reuniu torcedores e moradores de diferentes idades. Cristian Castro, morador da cidade, ressalta a importância dessa presença no interior de Minas. 

“A gente não espera isso, entendeu? Porque a gente mora muito longe de BH, das cidades lá perto, e de cidade grande também. Então, até pega a gente de surpresa quando vem uma notícia dessa e é maneiro demais, geral se reunido aqui na praça da cidade”.

A programação foi encerrada com a inauguração da Ubágalo, fortalecendo a presença da Massa na Zona da Mata mineira e ampliando a rede formada pelas Embaixadas do Galo. Mais do que levar o Galo Doido, a iniciativa levou a diferentes espaços da cidade aquilo que move o trabalho do Instituto: a força da Massa para fazer o bem.

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Jovem com doença rara vive momentos especiais na Arena MRV e ganha força da Massa em corrente do bem

Jovem atleticano de 16 anos conheceu a casa do Galo, encontrou as Vingadoras e os ídolos do Clube; camisa autografada por Hulk e outros jogadores será rifada para ajudar no tratamento

O amor pelo Atlético acompanha Joaquim desde os primeiros anos de vida. Aos 16 anos, o jovem atleticano, morador de Vespasiano, enfrenta uma doença rara chamada Osteogênese Imperfeita tipo III, conhecida como “Ossos de Vidro”. Ao longo da vida, foram inúmeras fraturas, tratamentos e desafios. Mesmo diante das dificuldades, ele mantém o bom humor e a paixão pelo Galo.

Graças ao Instituto Galo, Joaquim e a família viveram dois dias especiais na casa do Atlético. Na quinta-feira (13/8), o jovem visitou o Instituto Galo, conheceu de perto a casa do Galo e recebeu uma visita especial do Galo Doido. Ele também acompanhou o final do treinamento das Vingadoras e teve a oportunidade de conhecer as jogadoras.

Durante a visita, Joaquim recebeu das mãos da presidente do Instituto Galo, Maria Alice, uma camisa oficial do Atlético, inicialmente autografada pelo Hulk. Além da camisa, ele também ganhou uma Telha do Galo. Os itens serão utilizados em uma rifa para arrecadar recursos destinados ao tratamento do jovem.

“Nós do Instituto Galo estamos muito animados, o Joaquim também, né? Com essa rifa que vai ter agora da camisa do Hulk, uma telha para poder ajudar no seu tratamento”, destacou Maria Alice.

Um domingo ao lado dos ídolos

A história não terminou na quinta-feira. No domingo (16/8), Joaquim voltou à Arena MRV acompanhado da família para assistir ao jogo entre Atlético e Grêmio e participar do Encontro com Ídolo após a partida.

O jovem conheceu ídolos do Clube, conversou com jogadores e aproveitou o momento para conseguir novos autógrafos. Entre eles, estava o de São Victor, que também ouviu uma história curiosa contada por Joaquim.

Atleticano fanático desde o berço, ele relembrou um episódio vivido durante a comemoração do título da Libertadores de 2013. Em meio à euforia pela conquista da América, quando tinha apenas três anos, Joaquim acabou engolindo um parafuso por engano. A história arrancou sorrisos dos jogadores e dos ídolos presentes. Felizmente, o objeto não causou problemas e tudo terminou bem.

A camisa que começou a rifa com a assinatura de Hulk ganhou ainda mais valor afetivo ao longo do domingo, com autógrafos de outros jogadores e ídolos do Atlético.

Ao autografar a camisa, o zagueiro Vitor Hugo deixou uma mensagem para Joaquim e para a família: “Que legal! Tomara que vocês consigam arrecadar bastante coisa, hein?”.

Uma corrente do bem pela saúde de Joaquim

Por trás dos momentos de alegria na Arena MRV, existe uma família que enfrenta uma rotina de cuidados e despesas relacionadas ao tratamento de Joaquim. O jovem precisa de acompanhamento médico constante e atualmente enfrenta complicações causadas pela deformidade da coluna.

Mensalmente, a família precisa arcar com medicamentos e suplemento alimentar de alto custo. Apenas o pai de Joaquim trabalha, enquanto a mãe se dedica integralmente aos cuidados do filho.

Por isso, o Instituto Galo conta com a Massa para fortalecer essa corrente do bem. A rifa da camisa oficial do Atlético, agora autografada por Hulk, São Victor, Scarpa, Vitor Hugo e outros jogadores e ídolos, além da Telha do Galo, será realizada com o objetivo de contribuir para os custos do tratamento. Quer ter a chance de ganhar esses prêmios especiais, participe aqui da rifa! 

Mais do que concorrer a itens especiais que carregam histórias e memórias do Galo, cada participação representa um gesto de solidariedade e uma oportunidade de ajudar Joaquim e sua família.

E, mesmo diante de tantos desafios, o jovem segue sonhando alto. Depois de viver a experiência de conhecer a casa do Galo e seus ídolos, Joaquim revelou um desejo que pretende realizar no futuro:

“E, se Deus quiser, assim que eu for curado da minha deficiência, que eu comece a treinar para poder virar goleiro”.

A história de Joaquim mostra, mais uma vez, que o futebol vai muito além das quatro linhas. Na Arena MRV, ele realizou sonhos, encontrou ídolos e recebeu o carinho da Massa. Agora, o convite é para que toda a torcida entre em campo com ele e ajude a transformar solidariedade em esperança.

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Instituto Galo e Dunga entregam 60 novas casas a famílias atingidas pelas trágicas enchentes no Rio Grande do Sul

Em parceria com Dunga e a Seleção do Bem, iniciativa representa a segunda entrega de casas e transforma a solidariedade da Massa em oportunidade de recomeço.

Mais de dois anos depois das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, algumas famílias que perderam praticamente tudo começam a reconstruir as próprias histórias. Nesta terça-feira (11), o Instituto Galo esteve novamente no estado para entregar 60 novas moradias a pessoas atingidas pelas fortes chuvas de 2024. São 40 casas em São Leopoldo e outras 20 em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A entrega é resultado da união de parceiros que, diante de uma das maiores tragédias climáticas da história do país, decidiram transformar a solidariedade em ações concretas. A iniciativa conta com a parceria do capitão da Seleção do Tetra, Dunga, e da Seleção do Bem.

O trabalho teve início ainda em agosto de 2024, quando o Instituto Galo mobilizou a Massa em uma grande corrente de solidariedade. Naquele período, o primeiro Treino Aberto da Arena MRV, realizado no mesmo dia em que o Atlético enfrentaria o Grêmio em Belo Horizonte, tornou-se um marco da campanha de arrecadação de donativos e recursos destinados às vítimas das enchentes.

Ao todo, cerca de R$ 3 milhões foram investidos na construção de novas moradias para famílias que perderam as casas e boa parte de dos pertences. A entrega desta terça-feira representa a segunda etapa desse trabalho.


Um recomeço depois da enchente

 

Para quem viveu a tragédia, voltar ao local onde antes existia uma casa é também reviver momentos difíceis. É o caso de Orides José Alves, morador de São Leopoldo. Em 2024, a água chegou rapidamente à região e obrigou a família a deixar a residência.

“Foi de uma hora para outra”, relembra Orides. “Daí a pouco a minha neta disse: ‘Ô vô, aqui tem um barulho de água aqui atrás’. Fui lá ver, já a água já estava no quarto”.

A família precisou deixar o local às pressas. Em outro momento, segundo ele, a água chegou à altura do pescoço e foram necessários dias até que fosse possível retornar.

“Foi terrível. 22 dias nós estávamos trancados, não tinha como entrar aqui. Custou muito para baixar isso aqui depois. 27 dias aqui embaixo da água, imagina?! As coisas nossas, tudo…”.

A nova casa, agora de pé, representa uma mudança completa de perspectiva. “Mas agora é alegria. E agradecer quem fez tudo por nós. Que Deus abençoe”, afirma Orides.

Para dona Nedir, a lembrança da enchente também é marcada pela perda de tudo o que tinha. Vivendo com a filha, ela mostra os cômodos da nova casa e fala sobre a emoção de finalmente ter um lugar seguro para reconstruir a vida. “Foi triste, meu filho. Fiquei sem nada. Perdi tudo”, conta.

A filha, que também vive na casa, enfrenta dificuldades e ainda carrega as marcas emocionais deixadas pela tragédia. Mesmo diante das perdas, a moradora encontra motivos para agradecer.

“Não tem uma noite que eu deite e que eu não peça. Eu peço para todos que nos ajudaram, né? A cada vez poder mais, né? Porque não é só eu que preciso, tem muita gente”.

Agora, a nova moradia traz conforto e segurança para a família. “Graças a Deus. Bah, bem quentinho aqui, é a coisa mais boa”, comemora.


A emoção de receber uma nova casa

 

Entre as famílias beneficiadas está também Sirlei, que vive com o neto, criado por ela desde bebê. Ao relembrar a enchente, ela resume a dimensão das perdas em poucas palavras.

Não salvei nada, nada, nada, nada. Móveis nenhum. Tudo, completamente tudo, até roupa. Eu tenho roupas porque eu ganhei. Quem me deu muita força para seguir nessa vida foi meu pequeno. Se não fosse ele, eu teria feito besteira.”

Para Sirlei, a chegada da nova casa também foi marcada por uma surpresa. O contato aconteceu por meio da Seleção do Bem, depois que Osmar, integrante da iniciativa, conheceu a situação da família.

Ela conta que recebeu a notícia de que seria beneficiada e que, poucos dias depois, acompanhou a chegada do caminhão ao terreno. “Quando foi terça, o caminhão chegou aqui na frente e eu chorei. Eu chorei tanto, que eu não tinha mais nem o que chorar mais”. 

Desta vez, as lágrimas eram de felicidade. “Só de felicidade mesmo, com certeza”.

Lenir Assunção também recebeu uma das novas casas e fez questão de mostrar cada cômodo. Ainda organizando os pertences, ela conta que começou praticamente do zero depois da enchente. “Eu comecei do nada, né? Porque a gente tirou tudo que eu tinha”.

Mesmo com a casa ainda sendo organizada, a felicidade de ter novamente um lar é evidente. “Eu estou satisfeita com o que Deus me deu. Jesus sempre vai me ajudar muito mais do que isso, que eu entrego só nas mãos de Jesus”.

A emoção aumenta quando ela fala sobre o marido, que morreu antes de conseguir ver a nova casa. “Ele queria ver essa casinha, mas não deu tempo. Ele se foi antes de ver. Está vendo lá de cima”, diz, emocionada.

Além da moradia, as famílias receberam outros gestos de solidariedade. Todos ganharam cartões no valor de R$ 1 mil para compras em uma loja de departamentos, resultado da iniciativa de Daniela, que venceu um concurso de culinária e decidiu transformar o prêmio em ajuda para quem precisava reconstruir a casa.

“Eu não tenho nem como te dar palavras. Minhas palavras são só dizer obrigado e Deus sempre te fortaleça e te dê muita, muita vida para a frente, muita saúde e que ajude todo esse povo que precisa”, reage a moradora.


Mais do que uma casa, a possibilidade de sonhar novamente

 

A entrega das moradias representa segurança e dignidade para famílias que passaram por uma situação extremamente dolorosa. Mas, para Dunga, parceiro da iniciativa junto com a Seleção do Bem, o trabalho não termina quando a chave é entregue.

“Nós doamos a casa. Quem tem que transformar a casa em lar são as pessoas. Com carinho, com amor, com dedicação”, destaca.

Segundo ele, a reconstrução também passa pela capacidade de recuperar a esperança. “O mais importante que a gente tá dando com o coração. Nós estamos dando o nosso melhor, atender o máximo de pessoas possível. E não seria possível sem o Galo, o Instituto Galo que está conosco aqui”.

A presença do Instituto Galo também levou às famílias um pouco da alegria característica da Massa, com a participação do Galo Doido durante a ação. “Além das casas, o Galo Doido está aqui para trazer essa alegria, trazer essa interação com as pessoas”, afirma Dunga.

Para o ex-jogador, o principal objetivo é fazer com que aqueles que passaram pela tragédia possam voltar a acreditar em dias melhores.

“A gente tem que fazer as pessoas terem esperança de uma vida melhor. Tem que fazer as pessoas voltarem a sonhar, que é possível”, afirma. “Principalmente as crianças. A gente tem que passar isso para as crianças. Elas têm que sonhar e correr atrás do sonho”.

A entrega das 60 moradias reforça uma missão que começou com a mobilização da Massa em 2024 e que segue transformando a solidariedade em ações concretas. Mais do que construir paredes e telhados, o trabalho devolve às famílias a possibilidade de olhar para frente.

Para quem perdeu quase tudo, uma casa significa proteção. Para quem passou dias vendo a água tomar conta da própria história, significa segurança. E, para quem precisou começar novamente, significa a chance de transformar uma nova casa em um novo lar.

No fim, são as próprias famílias que melhor traduzem o significado desse recomeço. Como resume Orides, diante da nova moradia: “Agora é alegria, alegria mesmo”.

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Instituto Galo participa de ação solidária em São Tiago em apoio ao pequeno Davi

Mobilização promovida por Tiago Elvis, conselheiro do Atlético, reuniu o Galo Doido, Reinaldo e Marcelo Trippa e levou solidariedade a diferentes instituições do município

O Instituto Galo participou de uma grande mobilização solidária em São Tiago, no Campo das Vertentes, em apoio ao pequeno Davi, que sofre de Distrofia Muscular de Duchenne e completou 5 anos durante a ação. Ele precisa arrecadar R$ 17 milhões para a compra de um medicamento para o tratamento adequado.

Organizada por Tiago Elvis, conselheiro do Galo e fundador da ONG 1.000 Sorrisos, em parceria com o Instituto Galo, a iniciativa contou com a presença do Galo Doido, do ídolo Reinaldo e de Marcelo Trippa, presidente da Galo Metal e um dos representantes do Galo no programa Alterosa Esporte. Davi e família acompanharam toda a programação ao longo do dia.

“A importância é comemorar o aniversário do Davi, essa causa que tanto eu, quanto o Instituto Galo abraçamos. Cantar os parabéns para o Davi, fazer essa festa e atender todas as instituições públicas da cidade”, destacou Tiago.

A ação passou por três escolas, pelo Albergue São Francisco de Assis, Hospital São Vicente de Paulo e ONG Amigos 4 Patas, além do Trilhão do Ninja, em prol do Ninja que está em tratamento de câncer. Ao todo, mais de 1.500 pessoas foram impactadas.

Entre as iniciativas, a Feira de Livros, organizada por moradores da cidade, foi um dos destaques. Mais de 500 livros foram comercializados, gerando uma arrecadação superior a R$ 10 mil para a campanha do Davi. Entre eles, o livro do ídolo Reinaldo, “Punho Cerrado – a História do Rei”, estava à venda, com direito a sessão de autógrafos do Rei. Outros mais de 1.000 livros também foram doados para a realização do Bazar do Davi, cuja renda será destinada ao tratamento dele.

“Mais uma vez a gente está aqui, e agradecendo a sempre a organização, o pessoal que dá esse apoio para gente aqui na cidade. A família São Tiago hoje fez a gente chegar num valor muito expressivo, só agradecer. A nossa luta não é fácil, mas graças a Deus e a cada um de vocês, ela não é impossível”, agradece João Robson, pai do Davi.

Nas escolas, cerca de 300 crianças participaram das atividades e receberam copos e brindes, incluindo livros, DVDs e revistas sobre a história do Atlético, doados pela Livraria Leitura. No Trilhão do Ninja, foram entregues uma camisa oficial, 300 copos, 450 garrafas de água mineral e brindes para a composição dos kits de corrida.

O Instituto Galo levou o Galo Doido para visitar o Hospital São Vicente de Paulo e o Albergue São Francisco de Assis, onde foram entregues uma camisa oficial para um leilão e cobertores, respectivamente. A ONG Amigos 4 Patas também recebeu cobertores para os animais acolhidos.

Tiago também foi um dos primeiros a se mobilizar pela campanha de Davi, ao lado de Paulo Xisto, baixista da banda Sepultura, e do Instituto Galo. “Fomos nós que começamos essa ação do Davi e hoje ele já está batendo em cerca de R$ 3 milhões arrecadados”, contou. E você também pode fazer parte dessa corrente do bem contribuindo por meio da chave pix: 188.924.276-44.

A programação contou ainda com uma palestra na praça e uma edição ao vivo do podcast Cacodanado, transmitido pela Rádio União FM, com Tiago Elvis, Reinaldo e Marcelo Trippa.

A mobilização reforça a força da união entre o Instituto Galo e a comunidade para transformar o amor pelo Galo em solidariedade e esperança.

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Identidade Alvinegra: Instituto Galo e Galo Doido celebram os 102 anos do Sr. Mansur

Segurar as lágrimas quando o Galo Doido aparece não é uma tarefa fácil. Ainda mais quando o aniversariante faz 102 anos e é apaixonado pelo Clube Atlético Mineiro desde pequeno. Foi o que aconteceu na visita do Instituto Galo, juntamente com o Galo Doido, ao Sr. José Mansur, centenário atleticano que chorou e voltou a ser criança ao ver o mascote mais amado do Brasil chegar.

Gabriela Mansur, neta do aniversariante, conta como foi a experiência da surpresa que ficará guardada na memória de todos familiares e amigos que estiveram presentes. 

“Foi muito especial receber o Galo Doido. Meu avô ficou muito emocionado, ele amou. Desde que eu me entendo por gente, minha família inteira é atleticana, todo mundo por causa dele. Meu pai também pegou essa referência e sempre trouxe o Galo para mim e para o meu irmão. Foi muito especial, muito legal mesmo”, relata a neta.

“Ele ficou muito feliz. Não estava esperando, foi uma surpresa que a gente fez para ele. E acho que ele amou, até chorou!”, completa. 

O Sr. Mansur é atleticano desde a década de 1930 e viu grandes títulos do maior clube de Minas Gerais, os quais marcaram toda a trajetória de vida do aniversariante. É o que conta José Mansur, filho dele. 

Papai é atleticano desde a década de 1930, 1940. Acompanhou o time do Atlético, Campeão do Gelo, Campeão dos Campeões. Depois acompanhou o Atlético na década de 1970, 1980, aquele time maravilhoso da década de 1980. Por isso, gostaríamos de agradecer muito o Instituto Galo por esse momento”, conta.

A paixão pelo Galo foi passada de geração para geração, chegando, inclusive, até aos membros mais novos da família. Por isso, além das lágrimas de emoção do centenário, a celebração também comoveu filhos, netos e outros familiares, que se emocionaram ao ver de perto esse encontro tão especial.

Rosina Mansur, que também é filha do homenageado do dia, conta sobre as experiências que teve com o pai, que fizeram com que ela se tornasse atleticana. 

“A vida inteira ele levou a gente pro campo e a gente torcia, o Galo era campeão e a gente sempre ia até a Praça Sete fazer aquela folia. Então, é por causa dele, por ele ter levado a gente pro campo que a gente soube o que é ser torcedor do Galo”, explica a filha. 

São por histórias como estas que o Instituto Galo celebra trajetórias de amor pelo Galo, construídas por de mais de um século. As ações que celebram a vida de centenários alvinegros mostram que o futebol também é capaz de aproximar pessoas, despertar lembranças e transformar momentos simples em memórias inesquecíveis. 

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Instituto Galo leva doações e carinho a quatro instituições de longa permanência em Cláudio e Passa Tempo

O frio do inverno mineiro ganhou um pouco mais de calor e afeto. O Instituto Galo esteve nas cidades de Cláudio e Passa Tempo, na região Centro-Oeste do estado, para visitar quatro Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), levando doações, solidariedade e a alegria do Galo Doido para dezenas de pessoas acolhidas.

Ao longo do dia, a instituição passou pelo Lar Beneficente Santo Antônio, pela Bom Samaritano Associação de Amparo e pelo Lar Bom Pastor, em Cláudio, além do Lar de Ozanam, em Passa Tempo. Ao todo, foram entregues 140 cobertores, 111 copos e diversos alimentos e itens de limpeza, incluindo arroz, macarrão, molho de tomate, detergentes e desinfetantes.

Mais do que as doações, a presença do Galo Doido transformou a rotina das instituições visitadas em momentos de celebração, afeto e pertencimento. Os idosos relembraram memórias com o Clube, sorriram e compartilharam a alegria de receber a visita. 

No Lar Beneficente Santo Antônio, a enfermeira e coordenadora Juliana Hipólito destacou que a expectativa pela chegada do Instituto Galo já fazia parte da rotina dos moradores. “Os idosos estavam muito ansiosos para receber o Galo Doido aqui mais um ano. Momentos assim são extremamente importantes. Hoje, amanhã e depois de amanhã eles continuam lembrando desse momento. Isso faz toda a diferença”, afirmou.

Cida de Oliveira, de 86 anos, aproveitou a tarde com o mascote e celebrou o presente recebido: “ainda ganhei o cobertor! Vou falar com a Juliana que eu dispenso os dela agora, já que eu ganhei o meu, não preciso mais dos dela”, brincou.

A ação também representou acolhimento em um período de baixas temperaturas. Para Edilaine Delfino, assistente social da Bom Samaritano Associação de Amparo, os cobertores chegam em uma época de grande necessidade. “Além de aquecer o coração dos nossos idosos, essas doações trazem conforto e acolhimento. É muito importante mostrar que eles são lembrados e que existem pessoas dispostas a estar ao lado deles”, ressaltou.

Em Passa Tempo, a emoção tomou conta do Lar de Ozanam. A supervisora Rosemeire Aparecida contou que a visita foi recebida com entusiasmo pelos moradores. “Quando souberam que o Galo vinha aqui, eles ficaram muito felizes. Muitos recebem poucas visitas e momentos como esse fazem toda a diferença. Tudo que chega é muito bem-vindo e vai ajudar bastante”, disse.

As quatro visitas reforçam um dos principais compromissos do Instituto Galo: transformar a paixão pelo Atlético em solidariedade, levando não apenas doações, mas também cuidado, atenção e esperança para quem mais precisa.

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Foto: João Victor Plá

Férias Sem Fome: Instituto Galo leva cestas básicas a famílias em período de férias escolar

Ter tempo de qualidade com a família é o desejo de muita gente no país, e as férias escolares são uma oportunidade para vivenciar momentos únicos. No entanto, com isso, as despesas nas casas aumentam, e se torna difícil fechar a conta no final do mês. Para as famílias em que as crianças fazem as refeições nas creches e escolas, os desafios se tornam ainda maiores.

Por isso, o Instituto Galo, por meio do Clube das 113, criou o projeto Férias Sem Fome, que oferece cestas básicas completas para as famílias que mais precisam de ajuda para aproveitar o período de férias com dignidade e segurança alimentar.

Assim, o Instituto Galo e o Galo Doido foram até o bairro Camargos, na região Noroeste de Belo Horizonte, às duas unidades da Creche Caminhando com Jesus, levando cestas básicas e, claro, muita alegria.

As cestas fazem total diferença na vida das famílias, como afirma Maria Claudiana, uma das mães que receberam a doação.

“Eu amo o Galo, estou apaixonada pela ação. A cesta básica vai me ajudar demais. Muito obrigada. Estou muito feliz, só o Galo para fazer isso por nós”, conta a mãe, emocionada.

O sentimento de gratidão também chegou aos pais, como Breno Cardoso, atleticano que festejou o momento com muita emoção ao lado do mascote mais amado do Brasil.

“A gente agradece muito. A cesta sempre ajuda. Muito obrigado ao Instituto Galo e ao Galo Doido pelo apoio”, diz.

Diretora das duas unidades da Creche Caminhando com Jesus, Michele Carvalho falou sobre a importância do projeto, uma vez que ele trata da segurança alimentar em um dos períodos de maior necessidade para as famílias.

“Hoje foi dia de receber o Galo Doido aqui na nossa instituição para trazer uma ação social maravilhosa com o Instituto Galo, que é o Férias Sem Fome. É um projeto maravilhoso, de suma importância quando a gente fala de segurança alimentar neste período de férias, em que as crianças não permanecem em período integral na nossa escola. Então, a gente fica muito feliz”, conta a diretora.

Mais do que a entrega de alimentos, o projeto Férias Sem Fome representa acolhimento, cuidado e a certeza de que nenhuma família precisa enfrentar esse período sozinha. Com iniciativas como essa, o Instituto Galo reafirma seu compromisso de transformar vidas por meio da solidariedade, levando esperança e segurança alimentar a quem mais precisa.

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Instituto Galo encerra passagem por Uberaba com visitas à comunidade e ações de solidariedade

O segundo dia da visita do Instituto Galo à Uberaba foi marcado por encontros que aproximaram ainda mais o Atlético da Massa que vive no Triângulo Mineiro. Ao lado do Galo Doido, o mascote mais amado do Brasil, a equipe visitou uma escolinha de futebol, passou pelo Mercado Municipal e encerrou a programação na ONG Voluntários do Amor, reforçando o compromisso de levar o Clube para perto de quem vive a paixão alvinegra em diferentes regiões do estado.

A primeira parada foi na Academia de Futebol Galo de Uberaba, onde crianças e adolescentes foram surpreendidos pela visita do Galo Doido. Além de distribuir camisas e copos, o Instituto Galo proporcionou um momento de descontração para os jovens atletas.

Para Rodrigo, de 12 anos, a surpresa tornou a manhã ainda mais especial. “Foi muito legal. Eu comecei a jogar desde pequeno, foi meu pai que me ensinou. Futebol é coisa de família”, contou.

Professor da escolinha, Pedro Nicolas destacou a importância da visita para quem acompanha de perto os sonhos das crianças. “Faz a felicidade delas, traz alegria para o ambiente e para a escolinha. É isso que importa”.

Na sequência, o Galo Doido levou a animação ao Mercado Municipal de Uberaba. Entre uma caminhada pelos corredores e outra, distribuiu camisas e copos para crianças que encontrava pelo caminho. Afinal, imagine sair para passear no mercado em um sábado de manhã e dar de cara com o mascote mais amado do Brasil.

A presença do Instituto Galo em cidades do interior faz parte da missão de aproximar ainda mais o Atlético da torcida, levando ações sociais, carinho e oportunidades para atleticanos que, muitas vezes, estão longe da capital, mas vivem a mesma paixão pelo Clube.

O encerramento da programação aconteceu na ONG Voluntários do Amor, que atende 60 crianças em situação de vulnerabilidade social por meio de atividades de reforço escolar, projeto de vida, capoeira, desenho, atendimento social e psicológico.

Além da entrega de camisas, copos e doação de muitos brinquedos, um dos momentos mais marcantes da visita foi quando o Galo Doido entrou na roda de capoeira e participou da atividade ao lado das crianças, arrancando risadas e aplausos.

Laura Gabrielly, de 12 anos, aprovou a performance do mascote. “Foi muito legal. Ele joga bem também”.

Para a presidente da ONG, Kamila Souza, iniciativas como essa deixam marcas que vão além daquele dia.

“Esse momento é muito importante para elas. Tenho certeza de que vai ficar uma memória afetiva. Muitas dessas crianças não teriam a oportunidade de ter contato com o Galo. Receber o Instituto Galo aqui foi uma alegria muito grande”.

Ela também ressaltou o significado de levar esse tipo de ação para o interior. “A gente entende isso como oportunidade e acessibilidade. Ter o Galo aqui hoje foi uma experiência incrível, que gerou oportunidade para essas crianças”.

Depois de dois dias de atividades em Uberaba, o Instituto Galo encerrou mais uma etapa de sua caminhada pelo interior de Minas Gerais, fortalecendo vínculos, promovendo solidariedade e mostrando que a paixão pelo Galo também se transforma em presença, cuidado e impacto social por onde passa.

Instituto Galo – O maior projeto social do futebol da América Latina.

 

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A luta continua: torcedor do Galo precisa da força da Massa para superar traumatismo craniano

Cézar Chaves, de 17 anos, é um exemplo de força e superação. Há pouco mais de três anos, sofreu um grave acidente de bicicleta que provocou um traumatismo craniano e mudou sua vida para sempre. Desde então, permanece acamado e depende de cuidados contínuos.

Sensível à sua realidade, o Instituto Galo acompanha a família há mais de um ano, garantindo a dieta enteral administrada por sonda, um suporte essencial para a manutenção da saúde e da qualidade de vida do jovem.

No entanto, Cézar precisa iniciar uma nova etapa em sua recuperação. Segundo a mãe, Érica Pontes, o jovem desenvolveu feridas na cabeça em razão do longo período acamado e da limitação de movimentos. Esse quadro tem impedido a realização da cranioplastia, procedimento fundamental para a continuidade do seu tratamento.

“[Os médicos] tentaram, de todas as formas, fazer com que essas feridas se fechassem. Mais de um ano tentando, o médico chegou à conclusão de que só com um curativo, essas feridas não vão fechar. Então, ele sugeriu colocar um expansor. Expansor seria como se fosse um balãozinho ali pra tentar puxar essa pele, pra tentar cicatrizar ali onde estão as feridas”, explica a mãe. 

Após a colocação do expansor, Cézar passará por cerca de dez sessões de aplicação de solução no dispositivo para promover a expansão gradual da pele. Somente após essa etapa será possível realizar a cranioplastia, procedimento essencial para a continuidade do tratamento.

Como explica a mãe, Érica Pontes, a implantação do expansor representa o primeiro e mais importante passo para que Cézar possa avançar em sua recuperação e tenha uma nova perspectiva de qualidade de vida.

“O médico falou que enquanto ele estiver com essas feridas, não tem como fazer essa cranioplastia. Então, agora tá sendo o primeiro passo para futuramente a gente poder colocar”, diz a mãe.

Por isso, o Instituto Galo está promovendo uma Vaquinha solidária para juntar o dinheiro necessário para a realização de todos os processos para a recuperação do forte Cezar, como diz Erica. 

“A gente tá fazendo essa vaquinha para arrecadar esse dinheiro. A família no momento não tem condição de pagar esse procedimento. Então, eu queria que vocês ajudassem a gente, ajudar o Cézar voltar a ter uma qualidade de vida, o César tentar a avançar na reabilitação”.

Ajude através da Chave 6223402@vakinha.com.br ou acessando a vaquinha, clicando aqui. Toda contribuição faz a diferença e aproxima o Cézar de mais uma etapa em sua recuperação.

Instituto Galo — O Maior Projeto Social do Futebol da América Latina

 

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