Instituto Galo promove a inclusão com o 1º Festival Esportivo junto ao Mano Down

Com a nossa fé, o nosso coração, a gente vai conseguir vencer essa luta, que é a luta da inclusão, foi o que disse Jorge, educando do Instituto Mano Down em parceria com o Escola do Futuro, do Instituto Galo. Essa é uma realidade possível quando vemos ações como as que aconteceram na última segunda (13). 

O 1º Festival Esportivo “Esporte como Inclusão”, que ocorreu no Instituto Mano Down, contou com circuitos esportivos, jogos de futebol, caminhada pela rua Sapucaí com diversas brincadeiras, além da participação dos monitores e familiares. 

É muito importante para os meninos terem uma oportunidade diferente, vivências diferentes. Hoje a gente fez um passeio aqui na Rua Sapucaí, que é pertinho. Então a gente pôde proporcionar para eles um momento externo, e foi muito legal, a gente brincou muito lá, foi muito bom”, conta Luisa Aguiar, coordenadora de projetos do Instituto Galo. 

Para além das atividades externas, os beneficiários contaram ainda com jogos de futebol e o mais marcante, que foi a entrega de medalhas personalizadas exclusivamente para o festival. A premiação marca uma evolução muito marcante em todos os jovens, que a cada dia se desenvolvem em algum aspecto, com ajuda de todos os professores e monitores do Instituto Galo e do Mano Down. 

“A cada oficina que nós fazemos a evolução é constante. A cada dia estamos evoluindo cada vez mais. Tem meninos aqui que chegaram sem força nenhuma, principalmente de locomoção e hoje já conseguem brincar, interagir”, conta o professor Carlos. 

A evolução é perceptível para as mães dos beneficiários, que agradecem muito as instituições, como Tatiane, mãe de Nicolas. 

O Nicolas no Escola do Futuro, tem desenvolvido muito a autonomia. O Nicolas, por ser uma criança cega, autista nível três de suporte, com deficiência intelectual, tem demandas e conseguiu, através das instituições, desenvolver muita autonomia. E eu estou adorando, só tenho a agradecer o Instituto Galo e o Mano Down, conta a mãe emocionada.

A parceria entre Instituto Galo pelo projeto Escola do Futuro e o Instituto Mano Down tem ajudado estas crianças a desenvolverem esses aspectos. Por isso, o presidente do Instituto Mano Down, Leonardo Gontijo, contou sobre a importância dessa união. 

“Dois Institutos se juntaram para trocar a palavra exclusão por oportunidade, e hoje nós estamos fazendo o fechamento do primeiro semestre. Com atrações, a turma deu a volta aqui na Sapucaí para ter autonomia, agora estão jogando uma partidinha de futebol e vão receber as medalhas desse festival maravilhoso”, diz. 

Emanuele, uma das educandas, se divertiu muito durante o festival. Para ela e muitos outros, foi um momento muito marcante. Dessa forma, Emanuele termina o dia de atividades agradecendo por todo apoio.

Eu queria agradecer todo mundo que me apoia para jogar no time do Mano Down. Amo meus amigos, beijos. Eu gosto muito de vocês”.

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Entre lágrimas de emoção e muita alegria, Instituto Galo celebra os 103 anos de Seu Sabino

Passar a paixão pelo Clube Atlético Mineiro para quatro gerações diferentes não é uma tarefa fácil. Mas Seu Sabino, que completou 103 anos, cumpriu essa missão e o Instituto Galo não poderia ficar de fora da celebração de aniversário desse ícone Alvinegro.

Juntamente com o mascote mais amado do Brasil, o Galo Doido, o Instituto Galo foi até Ibirité e levou sorrisos, muita animação e o sentimento alvinegro para dentro da casa de Seu Sabino, que voltou a ser criança quando viu o mascote. Entre lágrimas e boas companhias, a comemoração ficará marcada para sempre no coração e nas memórias de quem esteve presente. 

Túlio, neto do aniversariante, conta sobre a felicidade que o avô sentiu ao ver o Galo Doido e as emoções que toda família sentiu ao ver esse encontro. 

Eu acho que hoje é uma data especial para toda família, porque tinha tempo que ele não ficava feliz assim. Que lindo, que bom que o meu avô pôde sentir isso, se emocionar. Meus primos, toda família chorou também. Só agradecer, declara o neto.

Sendo a segunda geração de atleticanos depois de Seu Sabino, Túlio conta emocionado de onde surgiu a paixão pelo maior clube de Minas Gerais. 

Hoje eu sou Galo porque meu avô é Galo, explica o neto emocionado.

Everton, também neto de Seu Sabino, falou sobre a experiência de receber o Galo Doido para celebrar junto da família o aniversário mais que centenário de seu avô. 

Experiência fenomenal porque a gente sabe que não é para todo mundo. E ter a oportunidade do meu avô, com 103 anos, de viver esse sentimento especial, de se tornar uma pessoa especial para o Clube Atlético Mineiro, que é um time especial pra ele, é fenomenal para gente. Coisa de doido mesmo”, relata. 

Gabriel, neto de Seu Sabino, partilha do mesmo sentimento. “Eu acho uma coisa bem única. Eu nunca esperei que eu fosse ver o Galo Doido na festa do meu avô”, acrescenta. 

Miriane, neta de Seu Sabino que mora em Salvador, na Bahia, também é atleticana fanática por causa de seu avô. Como ela diz, o Galo é o mundo, e, portanto, não importa o lugar, a influência que Seu Sabino deixou para todas as gerações chega em todos os lugares, seja em Minas, seja na Bahia. 

“Muito emocionante, 103 anos é pra ser comemorado. São 103 anos torcendo para o Galão”, completa a neta emocionada.

O Instituto Galo celebra uma história de amor pelo clube construída ao longo de mais de um século e mostra que o futebol também é capaz de aproximar pessoas, despertar lembranças e transformar momentos simples em memórias inesquecíveis.

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Instituto Galo leva Galo Doido para escolas em Contagem e proporciona manhã inesquecível

As escolas Dona Alice Ferreira Franca e Domingos Diniz Moreira, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, receberam uma visita mais que especial. Com muita alegria, os mais novos receberam o Instituto Galo juntamente do Galo Doido e vivenciaram uma manhã inesquecível, contando, inclusive, com brindes como camisas, bolsas e copos. 

Mônica Guimarães, diretora da escola Dona Alice Ferreira Franca, conta que a ação “é muito gratificante para os alunos”, tendo em vista que muitos ali são atleticanos e nunca tinham visto o querido Galo Doido ao vivo. 

É o que também explica a vice-diretora da escola, Natália Soares.

“Aqui a gente tem bastante atleticano e é bom porque eles conseguem ter esse momento de integração com o futebol e, com isso, conseguem demonstrar o que eles sentem pelo time”, conta

Para a assessora de pedagogia da Secretária de Educação de Contagem, Cláudia Soares, compartilhar estes momentos com os colegas é o que, de fato faz, a diferença, tendo em vista que os momentos marcantes que acontecem fora de casa são os que colaboram para as interações dentro da escola e que fortalecem os vínculos entre os alunos. 

“As crianças amam esses momentos que elas podem compartilhar com os colegas, diferente de casa e isso é muito importante para eles”, declara Cláudia. 

“Quando a gente traz o esporte para dentro das mudanças que estamos fazendo na escola, a gente consegue ver que o esporte e a educação podem caminhar juntos”, completa a assessora. 

Cauã Felipe e Cauã Matheus, alunos da escola Domingos Diniz Moreira, disseram que foi uma experiência muito boa e que ver o Galo Doido entre amigos é muito especial

“Foi muito bom, uma experiência boa. Eu já tinha visto ele [Galo Doido] no passado, mas não foi igual esse ano que vi com meus amigos. É uma experiência legal demais. Se tiverem oportunidade um dia, aproveitem. Além da visita do Galo Doido, nós ganhamos uma camisa e uma bolsa”, conta Cauã Felipe. 

A iniciativa vai além de visitar ou distribuir presentes, o Instituto Galo leva afeto, sorrisos, aproxima o Clube da comunidade e mostra, mais uma vez, a importância de criar memórias que acompanharão os pequenos atleticanos por toda a vida.

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Nossa torcida é imortal: Instituto Galo celebra a paixão centenária de torcedores alvinegros

Você sabia que os atleticanos com 100 anos ou mais são homenageados pelo Instituto Galo? Aqueles que completam um século de amor pelo Galo merecem todos os tributos possíveis e é por essa razão que o Instituto quer proporcionar uma experiência inesquecível aos centenários do Alvinegro. 

O objetivo da iniciativa é poder levar alegria àqueles que seguem o Galo há mais de um século e fortalecer os laços entre o clube e aqueles que ajudaram a construir sua trajetória.  

Este ano, Álvaro Rocha Campello, que completou seus 102 anos, e Magdalena, que completou 100 anos, já foram homenageados pelo IG em visita que contou com a presença do Galo Doido. Os familiares de ambos torcedores ficaram muito gratos com a celebração, como conta Natália, neta da centenária Magdalena.

“[A ação] é muito importante para a minha avó. O Atlético é muito presente na vida dela. Ela realmente acompanha os jogos, inclusive, a coisa que mais dá alegria para ela é acompanhar os jogos do Galo. Muito obrigada, só tenho a agradecer ao Instituto Galo”, declara emocionada. 

Marcos e Roger Campello, filhos do centenário Álvaro Campello, também agradeceram muito a ação. Ao contarem sobre a importância do Atlético na vida do pai, que acompanha o clube há mais de 80 anos, os filhos puderam viver um momento muito especial em família. 

Para fazer parte da iniciativa assim como Álvaro e Magdalena, basta entrar em contato com o Instituto Galo pelo email contato@institutogalo.com.br e contar um pouco da história do torcedor que será homenageado. Após isso, as visitas serão realizadas conforme disponibilidade e agenda da equipe, em Belo Horizonte e região metropolitana.

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Instituto Galo forma primeira turma do curso de inglês em parceria com a American English

A primeira turma do projeto Quebrando Fronteiras, promovido pelo Instituto Galo e a escola de inglês American English Academy, se formou nesta semana. Visando capacitar jovens para novas oportunidades educacionais, profissionais e culturais, o Quebrando Fronteiras oferece aulas de inglês semi-presenciais todas as terças-feiras para jovens de 14 a 21 anos, no formato de monitoria.

Segundo os alunos, as aulas tiveram uma enorme importância no processo de aprendizado. Através das aulas com o professor Gerald, os alunos puderam tirar dúvidas, treinar a conversação e a gramática, como diz Eyshila, de 18 anos.  

“As aulas foram boas, eu pude evoluir bastante no inglês, tive bastante aprendizado. Consegui evoluir minha gramática, evoluí também o meu Speak e o Listening”, conta Eyshila feliz ao ser graduada. 

Para José Eduardo, de 17 anos, que estava desde o começo do curso, as aulas fizeram total diferença, tendo em vista que José já tinha uma base no inglês e pôde, através da monitoria, aprimorar a conversação na língua inglesa. 

“Eu acho que esse curso da American English foi muito bom porque me ajudou em diversos níveis. Eu já tinha um conhecimento prévio de inglês, mas eu acho que esse curso foi bom, porque tem muito do speaking. Além disso, o acesso que temos ao professor e à outra plataforma também, são muito agregadores. Foi muito bom para me ajudar a aprofundar meus conhecimentos”, relata o jovem. 

Para o professor Gerald o conhecimento da língua inglesa “é uma exigência há muito tempo e saber falar inglês faz toda diferença na vida dos beneficiários, tanto na escola, quanto profissionalmente – e especialmente num futuro próximo” e por essa razão pode-se perceber a importância do projeto. 

“Junto com a parceria do Instituto Galo com American English Academy, do Léo Reis, eu estive à frente desse projeto aqui no Instituto Galo e é uma satisfação muito grande de poder estar ajudando a melhorar um pouquinho a vida, especialmente acadêmica, dos meninos”, completa o professor

Mais do que somente aulas, o programa é uma oportunidade que democratiza o acesso à língua inglesa, tendo em vista que as aulas de inglês em outros lugares contam com um alto custo. No entanto, o programa vai na contramão dos altos valores e oferece aulas totalmente gratuitas para os jovens. 

Muitos não tinham acesso a um curso de inglês que hoje em dia é muito caro. Por isso é muito importante essa parceria da American English com o Instituto Galo. Inclusive o Galo é meu time do coração”, declara o professor do programa. 

Para Ariadne Ananias, representante da American English Academy, o inglês deve ter fácil acesso a todas as pessoas, porque saber e estudar essa língua pode mudar vidas. 

“A gente tem um compromisso de estar levando o inglês para todos e quando eu digo todos é todos mesmo. A gente tenta atender o maior número de pessoas que a gente consegue, por isso temos aqui esse projeto com o Instituto Galo, com o Atlético Mineiro. Nós temos uma grande preocupação com o futebol, porque através dele a gente consegue gerar muitas oportunidades”, diz a representante.

No final, o sentimento foi de gratidão. Fernanda Faria, Coordenadora Geral de Projetos do Instituto Galo, falou sobre a graduação dos jovens e o cumprimento dessa nova etapa, que contou ainda com a entrega de certificados que poderão ser usados como prova dos aprendizados adquiridos com o programa.  

“Temos aqui já um ano e meio, quase dois anos de projeto, então a gente fica muito grato por eles terem cumprido essa etapa. A gente sabe que não é fácil, e por isso queremos agradecer e parabenizar. Hoje é um momento simbólico, contando com uma entrega de certificado”, expressa.

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Sonhos ganham vida: atendidos do Projeto Sonho na Várzea visitam a Arena MRV em Tour Solidário

O Instituto Galo promoveu uma visita muito especial para os jovens do Projeto Sonho na Várzea, iniciativa social que oferece treinos de futebol gratuitos para crianças e adolescentes da região do Barreiro em Belo Horizonte. Cerca de 37 crianças tiveram a oportunidade de conhecer a Arena MRV por dentro, na ação que aconteceu nesta terça-feira (23), contando com muitos sorrisos e sonhos realizados.

Durante o tour, os jovens tiveram a oportunidade de conhecer de perto a arena mais moderna da América Latina. A visita proporcionou acesso aos espaços exclusivos do estádio, fazendo com que os mais novos vissem de perto toda a história do Clube, além das estruturas e os bastidores da nossa casa. 

A iniciativa, que vai além de um passeio, representa valorização do esporte e fortalecimento de sonhos, indo de acordo com os objetivos do Sonho na Várzea, uma vez que são promover o lazer, a disciplina e orientação por meio do esporte, além de ajudar jovens da comunidade a seguirem um caminho positivo. 

Hoje, o projeto Sonho na Várzea atende cerca de 55 participantes a partir dos 8 anos, sem cobrança de mensalidade. As atividades acontecem no campo do Rio Petrópolis, na Rua Tocha de Fogo Santos, 20, no bairro Vitória da Conquista. Os treinos são às terças e quintas-feiras, com os jogos sendo realizados aos sábados.

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Projeto Escola do Futuro promove terceiro festival no Morro do Papagaio

Aconteceu, neste último sábado (20), mais um Festival do projeto Escola do Futuro do Instituto Galo. O evento ocorreu no Morro do Papagaio, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, sendo o terceiro festival do programa, onde crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 18 anos, tiveram a oportunidade de se divertir com muito futebol e interações entre os menores.

Luísa Aguiar, coordenadora de projetos do Instituto Galo, contou sobre o papel transformador que o projeto tem na vida das crianças do Morro do Papagaio. 

Nesses quase dois anos da Escola do Futuro a gente vê a transformação nas crianças, nas famílias, nos adolescentes. Tem, realmente, uma importância enorme para a comunidade. É um projeto que é muito reconhecido pelas pessoas, então é um momento muito especial”, declara.

Já Valentina Beatriz, de oito anos, comentou sobre suas experiências sendo beneficiário da Escola do Futuro. Para Valentina, futebol é coisa séria e através do programa ela pôde aproveitar e aprimorar suas habilidades no esporte.

“Eu acho muito legal porque futebol não é uma brincadeira, não é uma luta. É um esporte muito bom para se exercitar”, diz.

Évora Maria, amiga de Valentina, por sua vez, chamou a atenção para as oficinas e para os professores, que marcam a vida de centenas de alunos e de moradores no Morro do Papagaio. 

Eu gosto do futebol, gosto das oficinas e também adoro os professores”, revela a menor, que completa dizendo que, através do programa, pôde fazer novos amigos e viu que o lugar das mulheres é também dentro de quadras e campos jogando futebol

Eu fiz muitos amigos, porque antes de entrar no projeto, eu tinha apenas amigas meninas. Só que quando eu entrei no projeto, vi que não eram só os meninos que podiam jogar bola e as meninas também podiam, então, em seguida, fiz muitas amizades com os meninos”.  

Viviane Silva da Cruz, mãe do aluno Dhavid Lucas, relatou que seu filho era um antes de entrar no Escola do Futuro, e se tornou outro muito mais desenvolvido em aspectos como autoestima e desenvoltura depois de suas experiências e interações dentro do programa.

Para mim, foi uma evolução muito grande, porque meu filho era uma criança que não desenvolvia tanto assim, não interagia tanto com outras crianças, ele era muito receoso e assim, o projeto foi muito bom, porque ele disse desenvolveu muito isso, a autoestima, a desenvoltura, até mesmo motora também, revela a mãe feliz pela evolução do seu filho.

Wendel Tarlley, pai do aluno Andrew Tarlley, divide do mesmo sentimento da mãe de Dhavid, uma vez que seu filho também começou a socializar mais e como ele diz “se soltou”. 

“A importância do projeto para mim e pro Andrew é porque ele começou a socializar, ele aprendeu, ele se soltou. E nesses 2 anos de projeto, dava para ver que ele era um pouco mais tímido, mas hoje ele tem muitos mais amigos, ele tá muito viciado em esporte, ele gosta muito de futebol”, conta o pai orgulhoso.

Para além do esporte, Wendel conta que o projeto agregou também para o convívio social do filho e para o aprendizado em outras searas, como nas atividades que acontecem na terça-feira.

“É muito legal que na terça tem várias atividades diferentes. Eles chegam em casa sempre contando que o dia foi divertido, que ele estudou sobre cores, ele aprende sobre etnias também”, explica Wendel.

O projeto Escola do Futuro consolidou-se como uma importante ferramenta de transformação social. Com o esporte como principal linguagem, a iniciativa promove educação, fortalece vínculos familiares e integra comunidades. 

Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte – LIE, Ministério do Esporte e Governo Federal. Patrocínio BTG, CSN, Aços Verdes do Brasil, CBF Industria de Gusa, Veredas Agroindustrial , Lolfatto, MIP, Multilifit, Rima e apoio Centro de Defesa Coletiva e Prefeitura de Belo Horizonte.

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Em época de Copa do Mundo, Instituto Galo atravessa o oceano e chega em Angola

No município de Cacuaco, da província de Luanda em Angola, crianças de diversas idades se unem em prol de uma paixão: o futebol. E o Instituto Galo não poderia ficar de fora. Em época de Copa do Mundo, a união entre nações se fortalece e foi dessa maneira que dezenas de camisas do IG chegaram no coração do continente africano.

Jaderson, associado do Clube dos 113, foi quem levou as camisas do IG para a África do Sul, quando conheceu  Eugénio António Camões, angolano de Luanda, que levou as camisas para as crianças do Núcleo de formação de futebol Galile Galileu.

“Eu estive lá na África do Sul, na África e conheci um rapaz lá e eu tinha levado umas camisas do instituto para distribuir lá. E aí dei para esse rapaz e ele é de Angola. E aí ele levou essas camisas para Angola e distribuiu lá para essas crianças”, conta Jaderson.

Segundo Eugénio, que organiza torneios de futebol tanto para crianças como para adultos, o bairro em que eles vivem em Cacuaco é humilde e o futebol para aquelas crianças é como um refúgio para eles não se desviarem em fatores que podem os prejudicar no futuro.

Por essa razão, são realizados torneios e, além disso, sempre contam com jogos amistosos com outros clubes da região. Eugénio diz que as crianças que participam da ação “são dedicadas e viciadas em futebol”. 

Portanto, a chegada de camisas do Instituto Galo trouxe ainda mais incentivo e alegria para os jovens atletas, fortalecendo o esporte como ferramenta de inclusão, pertencimento e esperança para o futuro.

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Instituto Galo e 1000 Sorrisos entregam cobertores pelas ruas de BH

Ao comemorar aniversários, é tradição em todo o mundo receber presentes. Já o ato de presentear acaba sendo menos comum. Mas foi exatamente isso que fez Tiago Elvis, associado do Clube dos 113.

O projeto “1000 Sorrisos”, liderado por Tiago, conseguiu arrecadar mais de 500 cobertores doados como presentes de aniversário, que posteriormente foram entregues a quem mais precisava em diversas regiões de Belo Horizonte.

“Essa ação começou no meu aniversário. Foi o aniversário solidário que eu fiz, onde, em vez de ganhar presentes, pedi cobertores. Então, desde maio, estou arrecadando. Já consegui arrecadar mais de 500 cobertores”, conta Elvis.

O projeto “1000 Sorrisos” é parceiro do Instituto Galo, que há mais de cinco anos leva o espírito atleticano por todos os cantos e ajuda aqueles que mais precisam. Dessa forma, abraçamos a campanha e fomos às ruas junto com o Galo Doido, levando, além de cobertores e água, carinho, atenção e cuidado.

“Levamos cerca de 100 cobertores e 100 garrafas de água. E eu acho que o pessoal estava pedindo mais água do que cobertores. O pessoal está com sede nas ruas. Ontem entregamos 100 cobertores e 100 águas minerais”, declara.

O projeto de Tiago não se resumiu apenas às entregas na região central de Belo Horizonte, mas também chegou à região de Venda Nova e a outros bairros no trajeto até o centro da capital mineira.

“Eu entreguei de Venda Nova até o Centro. Passei pela Cachoeirinha e também fiz entregas de cobertores para os lados da Pedro II”, relata.

O Clube dos 113 é composto por apoiadores que contribuem mensalmente com o Instituto Galo. Trata-se de um seleto grupo de atleticanos que está sempre disposto a fomentar e fortalecer as ações sociais do Instituto.

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Uma vida alvinegra: Álvaro celebra seus 102 anos repleto de emoções ao lado do Galo Doido

Baiano de Ubaíra, Álvaro Rocha Campello completou seus 102 anos em grande estilo. Por essa razão, o Instituto Galo levou o Galo Doido para celebrar uma vida de apoio incondicional ao Clube Atlético Mineiro, juntamento o. Roger Campello, o filho mais novo, conta sobre suas admirações ao pai, que veio para Minas Gerais na década de 1940 e desde então, acompanha o Galo e suas glórias. 

“O que mais me inspira nele é a vontade de viver e a capacidade que ele tem de passar por cima das dificuldades e estar sempre perseverando. Resiliência mesmo”, declara Roger. 

Sua paixão pelo Galo foi passada por gerações. Roger revela que desde muito novo acompanhou ele nessa trajetória, de ir aos jogos, de assistir o Atlético muito pela televisão também. Então, diz, “é uma trajetória de mais de 80 anos dele acompanhando o Galo”.

O amor pelo Galo chega, inclusive, a se misturar com o hino do clube. “O que eu entendo que une muito o Atlético a ele é aquela parte do hino: lutar, lutar, lutar. Até a gente conseguir chegar no resultado final”, conta o filho emocionado. 

Marcos Campello, o filho mais velho, também esteve presente na festividade. Cumprindo a missão de seu pai, Marcos também passou a paixão pelo Galo para outras gerações. “Meus filhos são todos atleticanos”, conta orgulhoso. “Eu agradeço a vocês por terem aceitado o contato que meu irmão fez”, completa Marcos.

A ação reforça o compromisso do Instituto Galo em promover iniciativas que valorizam a história da torcida atleticana e fortalecem os laços entre o clube e aqueles que ajudaram a construir sua trajetória. 

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