Em celebração ao Dia da Árvore (21/9), o Instituto Galo realizou uma visita à Associação Querubins, uma iniciativa voltada à conscientização ambiental e à valorização de ações de preservação da natureza.
A Associação Querubins nasceu a partir de uma iniciativa da fundadora, Magda Fonseca. A ação, que começou de forma simples e comunitária, deu origem a um trabalho que passou a envolver educação, meio ambiente e desenvolvimento social.
Ao longo da trajetória, a Associação Querubins ampliou as atividades e passou a atuar na formação de crianças e jovens, mantendo entre os princípios a relação com o meio ambiente e a construção de uma consciência de cuidado com os espaços coletivos.
Durante a visita, o Instituto Galo conheceu de perto o trabalho desenvolvido pela associação. O momento também serviu para reforçar a importância de iniciativas que estimulam crianças e adolescentes a compreenderem desde cedo a responsabilidade de cuidar do meio ambiente.
A história da Associação Querubins está diretamente ligada à preservação das árvores. Quando o projeto começou, Magda reuniu cinco crianças para cuidar e restaurar árvores na Praça JK, em Belo Horizonte. A iniciativa tinha como objetivo não apenas recuperar o espaço, mas também envolver as crianças em uma experiência de cuidado e responsabilidade com a cidade. A partir daquela primeira ação, a proposta cresceu e se transformou em uma instituição dedicada ao desenvolvimento de crianças e jovens.
“A gente nasceu com a árvore, o projeto nasceu com um trabalho que eu fiz de preservação ambiental , plantei 100 árvores na Praça JK. Mostrando que não estamos cuidando do meio ambiente, e a gente precisa preservá-lo. Quando começamos a fundar a Associação, fizemos a horta, que é meu doce de leite. E como eu amo a natureza, eu quero ensinar isso para os jovens”, pontuou Magda Fonseca, diretora financeira e administrativa da Associação Querubins.
Para as crianças atendidas pela Associação, o contato com as árvores e com os espaços verdes ajuda a transformar conceitos como preservação, responsabilidade e sustentabilidade em experiências do cotidiano.
“Aqui no Querubins a gente aprende a cuidar das plantas, fazer reciclagem, não jogar lixo no chão. Eu gosto muito da horta, a gente planta e quando cresce a gente colhe, vamos na cozinha preparar o que comemos”, disse Alice Soares, aluna da Associação.
Além do aprendizado sobre o meio ambiente, a Associação também tem um trabalho voltado ao reforço escolar dos jovens, atividades artísticas, tecnológicas e voltadas ao desenvolvimento socioeducativo.
“O Querubins é assim, é uma história muito linda, e sempre estivemos envolvidos com o meio ambiente. A gente vê a importância do meio ambiente na vida de todos nós, e o quanto ela é reconstrutiva, reguladora da emoção. O volver terra, você está volvendo emoções e trabalhamos isso como um recurso aqui” pontuou Mércia Correa, coordenadora pedagógica.
A história da Associação mostra como uma iniciativa iniciada com um pequeno grupo de crianças pode se transformar em um projeto de impacto social e ambiental. Mais do que uma data no calendário, o Dia da Árvore representa uma oportunidade para refletir sobre a relação entre as pessoas e o ambiente em que vivem. Na Associação Querubins, essa relação faz parte da própria história, começou com cinco crianças, algumas árvores e a disposição de cuidar daquilo que pertence a todos.
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