Recém-contratado pelo Atlético, Léo Duarte viveu nesta terça-feira, 23, um momento especial fora das quatro linhas. O zagueiro conheceu a sede do Instituto Galo, e teve o primeiro contato com o maior projeto social do futebol da América Latina.
Durante a visita, Léo conheceu mais sobre os projetos e ações desenvolvidos pelo Instituto Galo, que impactam diretamente crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade social, impactando mais de 200 mil vidas todos os anos.
Recebidos pelo gerente de comunicação Luigi Reis, o jogador e a família foram presenteados com blusas personalizadas do Instituto, símbolo de boas vindas e acolhimento, representando uma conexão do atleta com os projetos sociais.
A presença de Léo Duarte no Instituto reforça o compromisso do Atlético em integrar seus atletas às ações sociais desenvolvidas pelo Instituto Galo, fortalecendo valores como responsabilidade social, solidariedade e cidadania.
Antes da visita ao Instituto Galo, ele também conheceu a Arena MRV, considerada a arena mais moderna da América Latina, sua casa nos próximos meses. O zagueiro teve a oportunidade de conhecer as instalações do estádio e vivenciar de perto a estrutura, iniciando sua conexão com a Massa Atleticana e com o novo capítulo de sua carreira no clube.
“Estou aqui conhecendo o Instituto Galo, não deixem de seguir nas redes sociais, é um trabalho que faz a diferença, vamos mudar o Brasil juntos”, disse Leo Duarte, novo reforço do Galo.
Com visitas como essa, o Instituto Galo segue consolidando sua missão de ser o maior projeto social do futebol da América Latina, aproximando o elenco profissional das ações que beneficiam pessoas em situação de vulnerabilidade social e reafirmando que vestir a camisa do Atlético é, fazer parte de uma história que transforma vidas dentro e fora de campo.
Instituto Galo — O Maior Projeto Social do Futebol da América Latina.
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O Instituto Galo promoveu uma visita muito especial para os jovens do Projeto Sonho na Várzea, iniciativa social que oferece treinos de futebol gratuitos para crianças e adolescentes da região do Barreiro em Belo Horizonte. Cerca de 37 crianças tiveram a oportunidade de conhecer a Arena MRV por dentro, na ação que aconteceu nesta terça-feira (23), contando com muitos sorrisos e sonhos realizados.
Durante o tour, os jovens tiveram a oportunidade de conhecer de perto a arena mais moderna da América Latina. A visita proporcionou acesso aos espaços exclusivos do estádio, fazendo com que os mais novos vissem de perto toda a história do Clube, além das estruturas e os bastidores da nossa casa.
A iniciativa, que vai além de um passeio, representa valorização do esporte e fortalecimento de sonhos, indo de acordo com os objetivos do Sonho na Várzea, uma vez que são promover o lazer, a disciplina e orientação por meio do esporte, além de ajudar jovens da comunidade a seguirem um caminho positivo.
Hoje, o projeto Sonho na Várzea atende cerca de 55 participantes a partir dos 8 anos, sem cobrança de mensalidade.As atividades acontecem no campo do Rio Petrópolis, na Rua Tocha de Fogo Santos, 20, no bairro Vitória da Conquista. Os treinos são às terças e quintas-feiras, com os jogos sendo realizados aos sábados.
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Anote na agenda, Massa: neste sábado, dia 27, a partir de 9h, a esplanada da Arena MRV será tomada pela alegria e diversão com mais uma edição do Movimenta Arena, iniciativa promovida pelo Instituto Galo que reforça o compromisso do clube com as comunidades do entorno.
Em clima de Junino e muita alegria, o Movimenta Arena promete uma manhã especial para toda a família na Arena MRV. A programação foi pensada para encantar crianças e adultos, com diversas atividades recreativas e momentos de integração. Como de praxe, o Movimenta Arena acontece até o meio-dia e conta com a participação especial do Galo Doido, o mascote mais querido do Brasil, e presença ilustre para as crianças.
Com uma proposta que une lazer, cultura e inclusão social, o Movimenta Arena abre as portas da Arena MRV para a população, fortalecendo o vínculo entre o Atlético e os moradores da região. A ação integra o calendário de projetos sociais do Instituto Galo e tem como objetivo proporcionar momentos de bem-estar e convivência.
O evento contará com brincadeiras juninas, bocão espantalho, pescaria, jogo das argolas, além de tiro ao alvo, brinquedos recreativos e muito mais. Para encantar o público e celebrar a tradição das festas de São João, também haverá apresentações de quadrilhas juninas ao longo da programação. As apresentações serão dos grupos Quadrilha junina São Mateus e Quadrilha junina São Gererê.
O evento é gratuito e aberto para todas as idades, garantindo um dia cheio de diversão para toda a família. Entre as atrações, haverá também uma ação especial para redução da conta de energia. Para participar, é necessário levar a conta de luz e um documento de identificação.
Data: sábado Horário: das 9h às 12h Local: Esplanada da Arena MRV Entrada: gratuita
A cada edição, o projeto reafirma o compromisso do Instituto Galo com o desenvolvimento humano e social, valorizando o território onde a Arena MRV está inserida e aproximando ainda mais o Atlético de sua Massa. O evento se torna, assim, um símbolo de pertencimento e de construção coletiva, onde o futebol se conecta com cidadania e responsabilidade social.
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Aconteceu, neste último sábado (20), mais um Festival do projeto Escola do Futuro do Instituto Galo. O evento ocorreu no Morro do Papagaio, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, sendo o terceiro festival do programa, onde crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 18 anos, tiveram a oportunidade de se divertir com muito futebol e interações entre os menores.
Luísa Aguiar, coordenadora de projetos do Instituto Galo, contou sobre o papel transformador que o projeto tem na vida das crianças do Morro do Papagaio.
“Nesses quase dois anos da Escola do Futuro a gente vê a transformação nas crianças, nas famílias, nos adolescentes. Tem, realmente, uma importância enorme para a comunidade. É um projeto que é muito reconhecido pelas pessoas, então é um momento muito especial”, declara.
Já Valentina Beatriz, de oito anos, comentou sobre suas experiências sendo beneficiário da Escola do Futuro. Para Valentina, futebol é coisa séria e através do programa ela pôde aproveitar e aprimorar suas habilidades no esporte.
“Eu acho muito legal porque futebol não é uma brincadeira, não é uma luta. É um esporte muito bom para se exercitar”, diz.
Évora Maria, amiga de Valentina, por sua vez, chamou a atenção para as oficinas e para os professores, que marcam a vida de centenas de alunos e de moradores no Morro do Papagaio.
“Eu gosto do futebol, gosto das oficinas e também adoro os professores”, revela a menor, que completa dizendo que, através do programa, pôde fazer novos amigos e viu que o lugar das mulheres é também dentro de quadras e campos jogando futebol.
“Eu fiz muitos amigos, porque antes de entrar no projeto, eu tinha apenas amigas meninas. Só que quando eu entrei no projeto, vi que não eram só os meninos que podiam jogar bola e as meninas também podiam, então, em seguida, fiz muitas amizades com os meninos”.
Viviane Silva da Cruz, mãe do aluno Dhavid Lucas, relatou que seu filho era um antes de entrar no Escola do Futuro, e se tornou outro muito mais desenvolvido em aspectos como autoestima e desenvoltura depois de suas experiências e interações dentro do programa.
“Para mim, foi uma evolução muito grande, porque meu filho era uma criança que não desenvolvia tanto assim, não interagia tanto com outras crianças, ele era muito receoso e assim, o projeto foi muito bom, porque ele disse desenvolveu muito isso, a autoestima, a desenvoltura, até mesmo motora também”, revela a mãe feliz pela evolução do seu filho.
Wendel Tarlley, pai do aluno Andrew Tarlley, divide do mesmo sentimento da mãe de Dhavid, uma vez que seu filho também começou a socializar mais e como ele diz “se soltou”.
“A importância do projeto para mim e pro Andrew é porque ele começou a socializar, ele aprendeu, ele se soltou. E nesses 2 anos de projeto, dava para ver que ele era um pouco mais tímido, mas hoje ele tem muitos mais amigos, ele tá muito viciado em esporte, ele gosta muito de futebol”, conta o pai orgulhoso.
Para além do esporte, Wendel conta que o projeto agregou também para o convívio social do filho e para o aprendizado em outras searas, como nas atividades que acontecem na terça-feira.
“É muito legal que na terça tem várias atividades diferentes. Eles chegam em casa sempre contando que o dia foi divertido, que ele estudou sobre cores, ele aprende sobre etnias também”, explica Wendel.
O projeto Escola do Futuro consolidou-se como uma importante ferramenta de transformação social. Com o esporte como principal linguagem, a iniciativa promove educação, fortalece vínculos familiares e integra comunidades.
Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte – LIE, Ministério do Esporte e Governo Federal. Patrocínio BTG, CSN, Aços Verdes do Brasil, CBF Industria de Gusa, Veredas Agroindustrial , Lolfatto, MIP, Multilifit, Rima e apoio Centro de Defesa Coletiva e Prefeitura de Belo Horizonte.
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No município de Cacuaco, da província de Luanda em Angola, crianças de diversas idades se unem em prol de uma paixão: o futebol. E o Instituto Galo não poderia ficar de fora. Em época de Copa do Mundo, a união entre nações se fortalece e foi dessa maneira que dezenas de camisas do IG chegaram no coração do continente africano.
Jaderson, associado do Clube dos 113, foi quem levou as camisas do IG para a África do Sul, quando conheceu Eugénio António Camões, angolano de Luanda, que levou as camisas para as crianças do Núcleo de formação de futebol Galile Galileu.
“Eu estive lá na África do Sul, na África e conheci um rapaz lá e eu tinha levado umas camisas do instituto para distribuir lá. E aí dei para esse rapaz e ele é de Angola. E aí ele levou essas camisas para Angola e distribuiu lá para essas crianças”, conta Jaderson.
Segundo Eugénio, que organiza torneios de futebol tanto para crianças como para adultos, o bairro em que eles vivem em Cacuaco é humilde e o futebol para aquelas crianças é como um refúgio para eles não se desviarem em fatores que podem os prejudicar no futuro.
Por essa razão, são realizados torneios e, além disso, sempre contam com jogos amistosos com outros clubes da região. Eugénio diz que as crianças que participam da ação “são dedicadas e viciadas em futebol”.
Portanto, a chegada de camisas do Instituto Galo trouxe ainda mais incentivo e alegria para os jovens atletas, fortalecendo o esporte como ferramenta de inclusão, pertencimento e esperança para o futuro.
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Ao comemorar aniversários, é tradição em todo o mundo receber presentes. Já o ato de presentear acaba sendo menos comum. Mas foi exatamente isso que fez Tiago Elvis, associado do Clube dos 113.
O projeto “1000 Sorrisos”, liderado por Tiago, conseguiu arrecadar mais de 500 cobertores doados como presentes de aniversário, que posteriormente foram entregues a quem mais precisava em diversas regiões de Belo Horizonte.
“Essa ação começou no meu aniversário. Foi o aniversário solidário que eu fiz, onde, em vez de ganhar presentes, pedi cobertores. Então, desde maio, estou arrecadando. Já consegui arrecadar mais de 500 cobertores”, conta Elvis.
O projeto “1000 Sorrisos” é parceiro do Instituto Galo, que há mais de cinco anos leva o espírito atleticano por todos os cantos e ajuda aqueles que mais precisam. Dessa forma, abraçamos a campanha e fomos às ruas junto com o Galo Doido, levando, além de cobertores e água, carinho, atenção e cuidado.
“Levamos cerca de 100 cobertores e 100 garrafas de água. E eu acho que o pessoal estava pedindo mais água do que cobertores. O pessoal está com sede nas ruas. Ontem entregamos 100 cobertores e 100 águas minerais”, declara.
O projeto de Tiago não se resumiu apenas às entregas na região central de Belo Horizonte, mas também chegou à região de Venda Nova e a outros bairros no trajeto até o centro da capital mineira.
“Eu entreguei de Venda Nova até o Centro. Passei pela Cachoeirinha e também fiz entregas de cobertores para os lados da Pedro II”, relata.
O Clube dos 113 é composto por apoiadores que contribuem mensalmente com o Instituto Galo. Trata-se de um seleto grupo de atleticanos que está sempre disposto a fomentar e fortalecer as ações sociais do Instituto.
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A quadra do Instituto Mano Down ganhou um toque especial nesta quinta-feira (18). Entre sorrisos e muita animação, os educandos da instituição receberam os novos uniformes do Escola do Futuro, projeto desenvolvido pelo Instituto Galo. A entrega marcou avanço importante da parceria entre as duas instituições, que une esporte, inclusão e desenvolvimento para crianças e adolescentes com síndrome de Down e outras deficiências.
Ao todo, 100 kits esportivos foram entregues aos participantes, com itens completos para a prática do futebol: bermuda, blusa, meião, chuteira, garrafinha e mochila. Os educandos, com idades entre 6 e 17 anos, agora contam com uma estrutura ainda mais completa para participar das oficinas esportivas realizadas duas vezes por semana no espaço do Mano Down.
O evento ficou ainda mais especial com a presença do Galo Doido. O mascote atleticano levou alegria para as crianças, que fizeram questão de registrar o momento e compartilhar a emoção de vestir pela primeira vez o uniforme do projeto.
A parceria começou em março deste ano e faz parte do Projeto Escola do Futuro, promovido em diferentes cidades de Minas Gerais e agora também contribui para o desenvolvimento dos educandos do Instituto Mano Down.
Para a coordenadora de Educação Inclusiva do Mano Down, Francisleny Lopes, a parceria representa uma oportunidade de ampliar o desenvolvimento dos participantes para além da prática esportiva.
“O futebol tem proporcionado atividades motoras e esportivas muito importantes para os nossos educandos. A atividade motora favorece o desenvolvimento, a autonomia do andar, do correr, do pular. Isso impacta diretamente também na educação, porque para chegar ao processo de escrita, por exemplo, existe todo um desenvolvimento de habilidades que passam pelo movimento, pelas regras e pelos comandos”, explicou.
Segundo Francisleny, a expectativa para a entrega dos uniformes envolveu não apenas as crianças, mas também as famílias. “Os meninos estavam muito animados. Não só os nossos educandos, mas também os familiares, que veem a importância dessa parceria e de estar uniformizado, com uma chuteira, para poder se sentir pertencente aos dois institutos”.
Durante a entrega, o sentimento de pertencimento também apareceu na fala dos próprios educandos. Miguel Massara, participante das oficinas, contou que está gostando da experiência com o futebol e destacou a importância da atividade para ele.
“É muito bom. O que eu mais gosto são os gols”, disse. Para ele, o esporte também ajuda na evolução pessoal: “Me ajuda a ficar em forma e conseguir fazer mais gols”.
O professor de Educação Física, Carlos Alberto de Souza, acompanha as atividades e explica que o futebol é trabalhado de forma adaptada, respeitando as características de cada participante.
“O futebol aqui é importantíssimo para o desenvolvimento motor e para eles aprenderem uma atividade física. Nós adaptamos as brincadeiras dentro do futebol para que as crianças possam fazer uma atividade prazerosa”, afirmou.
De acordo com o professor, os resultados já podem ser percebidos no dia a dia. “Tem muitos meninos desenvolvendo capacidades motoras que tinham um déficit e hoje estão evoluindo gradualmente. A interação entre eles também é muito grande. Está sendo um sucesso”.
Para a coordenadora de Projetos do Instituto Galo, Luísa Aguiar, a parceria representa uma construção conjunta entre duas instituições que têm grande impacto em Minas Gerais.
“É uma parceria muito importante. Estamos em uma instituição tão renomada quanto o Mano Down para agregar forças, trazer conhecimentos diferentes e entender esse contexto tão bonito. É uma parceria de muitas emoções positivas e muito aprendizado para todos nós”.
Luísa também destacou a reação dos educandos ao receberem os kits. “Foi uma alegria enorme. É muito bom poder proporcionar esse momento, trazer um destaque para eles. E o nosso uniforme também é lindo. Todo mundo ficou muito feliz”.
Para a mãe do educando André Augusto, Márcia Barbosa, o projeto já trouxe mudanças importantes na rotina e no desenvolvimento do filho.
“André já está aqui há quatro anos, mas agora, com esse novo projeto, ele está tendo uma influência maravilhosa. Ele se comporta melhor, interage melhor, está menos tímido. Ele vem falando: ‘mãe, hoje tem futebol?’. O projeto está sendo excelente não só para o André, mas para toda a turma”, contou.
Além da prática esportiva, a iniciativa fortalece valores como convivência, autonomia e inclusão. Com novos uniformes, novas experiências e muitos motivos para comemorar, os educandos do Mano Down seguem construindo as próprias histórias dentro e fora da quadra – agora também vestindo as cores do Galo.
Esse projeto é aprovado por meio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte, com patrocínio do Inter, Aços Verdes do Brasil, CBF Indústria de Gusa, Veredas Agroindustrial e Lwart; realizado por meio do CMDCA-BH, com apoio do Instituto Mano Down e da PBH.
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Baiano de Ubaíra, Álvaro Rocha Campello completou seus 102 anos em grande estilo. Por essa razão, o Instituto Galo levou o Galo Doido para celebrar uma vida de apoio incondicional ao Clube Atlético Mineiro, juntamento o. Roger Campello, o filho mais novo, conta sobre suas admirações ao pai, que veio para Minas Gerais na década de 1940 e desde então, acompanha o Galo e suas glórias.
“O que mais me inspira nele é a vontade de viver e a capacidade que ele tem de passar por cima das dificuldades e estar sempre perseverando. Resiliência mesmo”, declara Roger.
Sua paixão pelo Galo foi passada por gerações. Roger revela que desde muito novo acompanhou ele nessa trajetória, de ir aos jogos, de assistir o Atlético muito pela televisão também. Então, diz, “é uma trajetória de mais de 80 anos dele acompanhando o Galo”.
O amor pelo Galo chega, inclusive, a se misturar com o hino do clube. “O que eu entendo que une muito o Atlético a ele é aquela parte do hino: lutar, lutar, lutar. Até a gente conseguir chegar no resultado final”, conta o filho emocionado.
Marcos Campello, o filho mais velho, também esteve presente na festividade. Cumprindo a missão de seu pai, Marcos também passou a paixão pelo Galo para outras gerações. “Meus filhos são todos atleticanos”, conta orgulhoso. “Eu agradeço a vocês por terem aceitado o contato que meu irmão fez”, completa Marcos.
A ação reforça o compromisso do Instituto Galo em promover iniciativas que valorizam a história da torcida atleticana e fortalecem os laços entre o clube e aqueles que ajudaram a construir sua trajetória.
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O sorriso no rosto, os olhos atentos e a ansiedade pela chegada do convidado especial entregavam o tamanho da expectativa. Nesta terça-feira (16), o Galo Doido, mascote mais amado do Brasil, levou um pouco da paixão atleticana para dentro das salas de aula de três instituições de ensino em Belo Horizonte e região metropolitana.
A iniciativa do Instituto Galo passou pelo Centro Educacional Caiquinhos, em Ibirité, região metropolitana de Belo Horizonte; pela Escola Municipal de Educação Infantil Mangueiras, no Mangueiras, e pelo Instituto Educacional Caminhar, no Vale do Jatobá, ambos na região do Barreiro, na capital mineira. Ao todo, mais de 700 crianças participaram da ação, que teve como objetivo aproximar o Clube da comunidade e proporcionar uma experiência especial aos pequenos.
Além do encontro com o mascote, os alunos receberam kits com copo e camisa do Instituto Galo, presentes que ajudaram a transformar a visita em uma lembrança ainda mais marcante.
No Centro Educacional Caiquinhos, que atende 242 crianças do maternal ao 2º período, a chegada do Galo Doido movimentou a escola e trouxe muita felicidade para os alunos. A gestora escolar Aparecida dos Santos destacou a importância da iniciativa, principalmente para uma comunidade que nem sempre tem acesso a experiências como essa.
“Eu fico muito agradecida porque os meninos ficam muito felizes nesse dia. A comunidade é uma comunidade carente e eles ficam muito felizes com a lembrança, o copo e a camisa. É uma alegria enorme”, contou.
A mesma emoção tomou conta da Escola Municipal de Educação Infantil Mangueiras, que recebeu o mascote para um momento de interação com 245 crianças, de 1 a 5 anos. Para a vice-diretora Luciana Santos, a visita vai além da diversão: também abre espaço para trabalhar valores importantes dentro da escola.
“Ações como essas são muito importantes porque conseguimos trabalhar pedagogicamente questões como o respeito, as interações sociais e as relações das crianças. Além da alegria que traz para elas”, afirmou.
Segundo Luciana, a reação dos alunos mostra o impacto que momentos como esse podem causar. “Eles ficam em êxtase, emocionados. Até quem torce para outro time participa, porque a gente trabalha justamente o respeito e a admiração. É algo diferencial na vida dessas crianças”, completou.
No Instituto Educacional Caminhar, que atende cerca de 250 alunos do berçário ao 2º período, a presença do Galo Doido também foi recebida com muita animação. O diretor David Lima ressaltou como o futebol pode fazer parte da formação das crianças, aproximando diferentes gerações e fortalecendo vínculos.
“Ter essa presença dos times nas escolas faz todo sentido. As crianças adoram, é uma reação de alegria. A gente sabe que a paixão pelo futebol passa de geração em geração e isso também faz parte do crescimento delas”, destacou.
Para o Instituto Galo, ações como essa reforçam o compromisso de estar cada vez mais próximo das pessoas e levar a força atleticana para diferentes espaços. Mais do que um encontro com o mascote, a visita do Galo Doido representa a criação de memórias afetivas que podem acompanhar essas crianças por muitos anos.
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A paixão pelo futebol costuma atravessar gerações e, muitas vezes, nasce dentro de casa. Mas, para a Aurora, de apenas 5 anos, o coração decidiu seguir um caminho diferente. Filha de pais cruzeirenses, ela surpreendeu a família ao escolher o Galo como seu time do coração e mostrou que, mesmo tão jovem, já sabe exatamente as cores que quer defender.
A história da menina começou a ganhar destaque nas redes sociais por meio de vídeos publicados pelo pai. Nas gravações, ele aparecia tentando convencê-la a torcer para o mesmo clube da família. Cheia de personalidade, Aurora não se deixava influenciar, ficava cada vez mais claro que sua decisão já estava tomada.
Cercada por familiares atleticanos, Aurora já vinha sendo apresentada ao universo do Galo desde muito cedo. Aos poucos, foi criando identificação com o clube, conhecendo símbolos, histórias e personagens que fazem parte da cultura atleticana.
Mas havia um personagem especial que despertava nela uma admiração diferente. O mascote mais amado do Brasil sempre arrancava sorrisos da menina e rapidamente se tornou uma das suas grandes paixões, como dizia ela “Seu melhor amigo”. E foi justamente após um encontro especial com ele que qualquer dúvida desapareceu de vez. Depois de conhecer o mascote, Aurora bateu o martelo, era atleticana.
Os vídeos publicados nas redes sociais viralizaram entre torcedores do Atlético, que se adoraram a história e passaram a acompanhar a trajetória da pequena torcedora. A repercussão foi tanta, que chegou ao Instituto Galo.
Sensibilizado pela paixão da menina e pela forma genuína como ela demonstrava seu amor pelo clube, o Instituto decidiu transformar aquele carinho em uma experiência inesquecível, convidar a jovem para vir conhecer a casa da Massa.
Recebida pela presidente do Instituto Galo, Maria Alice Coelho, Aurora teve a oportunidade de conhecer de perto o a sede do Instituto Galo e espaços emblemáticos da casa da Massa. Como homenagem simbólica, ela recebeu das mãos da presidente uma camisa do Instituto Galo personalizada com seu nome.
Desde os primeiros passos dentro do estádio, a emoção era visível em seu rosto. Com os olhos atentos a cada detalhe, Aurora observava tudo ao seu redor com um sorriso encantador. Para quem acompanhava a visita, era impossível não perceber o brilho no olhar da pequena enquanto descobria espaços que até então conhecia apenas pela televisão.
Ao longo do passeio, a menina visitou áreas importantes da Arena MRV e pôde conhecer de perto os bastidores de um dos estádios mais modernos do país.
Mas, apesar de toda a estrutura impressionante, havia algo que ela perguntava durante todo o Tour. A todo momento, Aurora fazia a mesma pergunta. “Onde está o Galo Doido?” A ansiedade pelo reencontro aumentava a cada espaço. Entre uma descoberta e outra, ela seguia procurando pelo amigo responsável por ajudá-la a se apaixonar ainda mais pelo Atlético.
O tour continuou, passando por locais emblemáticos que fazem parte da rotina de atletas. Ao entrar no vestiário, Aurora foi surpreendida, o Galo Doido estava lá esperando por ela. A felicidade estampada em seu rosto dizia tudo.
Mais do que conhecer um estádio, Aurora viveu uma experiência capaz de aproximá-la ainda mais do clube que escolheu amar. Um dia repleto de descobertas, emoções e memórias que certamente permanecerão guardadas para sempre.
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