Instituto Galo convida Pierre para acompanhar classificação do Galo na Arena MRV

Imortal assistiu ao clássico e celebrou a vitória que garantiu o Galo nas semifinais da Copa do Brasil

Uma noite de clássico, classificação e reencontro com a história do Atlético. Convidado pelo Instituto Galo, o ex-volante Pierre esteve no Central Restaurante, na Arena MRV, para acompanhar de perto o duelo entre Galo e Cruzeiro, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Na ocasião, o Imortal também recebeu uma camisa personalizada do Instituto Galo.

Ao lado da Massa, Pierre celebrou a vitória atleticana e a vaga nas semifinais da competição, justamente um torneio que conquistou com a camisa alvinegra, em 2014.

A presença do ex-jogador representa a importância de manter próximos aqueles que ajudaram a construir a trajetória do Clube. Criado pelo Instituto Galo, o Clube dos Imortais reconhece personalidades que possuem uma trajetória de destaque e uma ligação especial com o Atlético, fortalecendo os laços entre os ídolos e a instituição mesmo após o encerramento de suas carreiras.

De volta à Arena MRV depois de um longo período, Pierre não escondeu a emoção de viver novamente um clássico ao lado da Massa. 

“Estou a milhão, né? Depois de tanto tempo sem vir aqui na Arena e hoje vir num clássico, para mim, é um momento muito especial, disse o Imortal. “E, para ficar melhor ainda, a gente torce para que o nosso Galão passe, consiga a classificação e, por que não, saia mais uma vez campeão, que é o objetivo maior a ser alcançado”. 

O desejo se concretizou. Em uma partida marcada pela tensão característica de um clássico, o Galo venceu o Cruzeiro e avançou na Copa do Brasil. Depois do apito final, Pierre destacou a força da equipe e da torcida em uma noite que classificou como perfeita.

“O sentimento é de alegria. Jogo sofrido, digno de um clássico. Mas, mais uma vez, a equipe toda está de parabéns, a torcida mais uma vez fez uma festa linda. A gente vai ficar na torcida para que o Galo levante esse título”, celebra. “Agora é comemorar essa noite, porque não é fácil passar de fase em cima de um grande rival”. 

A relação de Pierre com o Atlético foi construída ao longo de seis temporadas. O volante defendeu o Clube entre 2011 e 2016, disputou mais de 200 partidas e conquistou títulos importantes.

Em 2012, Pierre foi o jogador que mais entrou em campo pelo Atlético. No ano seguinte, esteve presente em todos os jogos da campanha do título da Libertadores, uma conquista histórica para o Clube. Pelo Galo, também levantou a taça da Recopa Sul-Americana e da Copa do Brasil, além dos Campeonatos Mineiros de 2012, 2013 e 2015.

Agora, como Imortal, Pierre segue fazendo parte da história atleticana de uma outra maneira: sendo lembrado, homenageado e acolhido pelo Instituto Galo.

Para o ex-jogador, esse vínculo tem um significado especial. Ele destacou o trabalho realizado pelo Instituto Galo e a importância de manter o carinho pelos atletas que fizeram parte da trajetória do Clube.

“Essa demonstração de carinho que o Instituto Galo tem demonstrado para os ex-atletas é de fundamental importância. A gente se sente acolhido e amado, mesmo depois de tanto tempo que a gente passou no Clube. Continuar recebendo esse carinho para a gente é de uma valia muito grande”.

Pierre também reforçou o desejo de que esse trabalho alcance cada vez mais ex-atletas que ajudaram a escrever a história do Atlético.Meu sentimento é de gratidão. Eu tenho visto todo o trabalho feito e só elogios. Espero que esse trabalho e esse carinho perdure por muitos anos, por muito tempo, não só com a minha pessoa, mas com todos os atletas que têm feito parte desse Instituto maravilhoso”.

Na Arena MRV, entre a emoção de um clássico e a alegria de uma classificação, Pierre voltou a ocupar um lugar que conhece bem: junto da Massa e perto do Galo. Uma presença que simboliza a essência do Clube dos Imortais e o compromisso do Instituto Galo de preservar memórias e manter vivos os vínculos com quem ajudou a construir a história alvinegra.

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“Eu gosto do Galo”: pequeno Thiago realiza sonho na Arena MRV após vídeo viralizado

Após responder à mãe que não tiraria a camisa do Atlético para ir à escola, menino de 3 anos, de Pitangui, conheceu a Arena, assistiu ao jogo contra o Vitória e encontrou o ídolo Reinaldo

“Eu gosto do Galo”. A resposta de Thiago Gomes, de apenas 3 anos, viralizou nas redes sociais e conquistou a Massa. No vídeo, o pequeno atleticano se prepara para ir à escola vestindo a camisa do Atlético quando a mãe, que torce para outro time, pede que ele tire a blusa. Sem hesitar, Thiago deixa claro o sentimento pelo Clube e mantém a camisa alvinegra.

O vídeo chegou até o Instituto Galo, que decidiu transformar aquele momento que divertiu a torcida em uma experiência inesquecível para o pequeno atleticano. Nesse sábado (29/8), Thiago e o pai, Matheus Gomes, viajaram de Pitangui, na região Centro-Oeste de Minas Gerais, para conhecer a Arena MRV e acompanhar de perto a partida entre Galo e Vitória, pelo Campeonato Brasileiro.

Para Matheus, que é atleticano fanático, ver o filho vivendo aquele momento teve um significado ainda maior. Segundo ele, a paixão de Thiago pelo Clube começou a ganhar força no ano passado, depois que o menino acompanhou uma partida da Copa Sul-Americana.

“Ele ganhou uma blusa e eu comprei aquela [a do vídeo]. Ele sempre pede para ir para escola com ela. Aquele dia, a mãe tentou levá-lo para escola e ele tentou virar a cabeça dela ao contrário”, contou o pai, aos risos.

A camisa, aliás, se tornou uma verdadeira companheira de Thiago. O pequeno faz questão de vestir o manto alvinegro e demonstra o carinho pelo Clube de uma maneira que emociona o pai. “Toda vez que ele coloca a blusa, ou que ele me vê com a blusa, ele beija o escudo, revelou Matheus.

A paixão do filho pelo Galo é resultado também de uma disputa carinhosa dentro de casa. De um lado, o pai, tentando apresentar ao menino tudo o que significa ser atleticano. Do outro, a mãe, tentando convencê-lo a seguir o time dela. No fim, segundo Matheus, o resultado já está definido. “Eu tentando trazer ele para o Galo e a mãe tentando levar ele para o outro lado. Mas o Galo venceu”, brincou.

Um dia para ficar na memória

Se o vídeo que viralizou já havia aproximado Thiago da Massa, conhecer a Arena MRV foi a oportunidade de tornar essa história ainda mais especial. Pela primeira vez, o pequeno esteve no estádio, viu de perto a casa do Galo e acompanhou um jogo do Clube ao lado do pai.

A emoção tomou conta desde a chegada. Encantado com tudo ao redor, Thiago viveu cada momento com a intensidade de quem já aprendeu, mesmo tão pequeno, a demonstrar o amor pelo Galo.

“Eu fiquei sem acreditar no começo e agora estou muito feliz. É a primeira vez dele na Arena, ele tá todo animado, todo feliz. Ele fica vendo vídeo do Galo Doido comigo no telefone e ele fica impressionado”, contou Matheus.

E a experiência não terminou nas arquibancadas. Thiago e o pai também tiveram a oportunidade de conhecer uma das grandes figuras da história do Atlético: Reinaldo, ídolo eterno do Clube. O encontro colocou frente a frente duas gerações de atleticanos e deixou ainda mais especial um dia que já seria inesquecível.

Depois de assistir ao jogo e viver toda a experiência na Arena MRV, chegou a hora de voltar para casa. Mas, para Thiago, o dia ainda estava longe de terminar. Na saída do estádio, tomado pela emoção, o pequeno não queria se despedir daquele lugar que acabara de conhecer.

“Não quero ir embora, quero ficar aqui”, disse Thiago, chorando.

A frase resume a experiência de um menino que, aos 3 anos, já sabe exatamente qual camisa quer vestir. E mostra que, para o pequeno Thiago, o amor pelo Galo não é apenas uma escolha diante da mãe. É uma paixão que já começa a construir as próprias memórias.

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Movimenta Arena espalha alegria e afeto com doses de dança e esporte inclusivo

Reunindo mais de 1.000 pessoas, a edição de agosto do Movimenta Arena foi repleta de diversão para todos que estiveram presentes. Com apresentações de Balé, do Núcleo de Dança Marta Martins, a exibição do Basquete Sobre Roda pela Associação Mais Acessível (AMA-BH) e diversos brinquedos gratuitos, a manhã na Arena mais tecnológica da América Latina contou com muitos sorrisos e momentos que ficarão marcados para sempre.

Marta Martins, professora e fundadora do Núcleo de Dança Marta Martins, conta que “são 30 anos de história que o Núcleo está completando esse ano” e, poder se apresentar no Movimenta Arena “é um enorme prazer”. 

O bailarino gosta de plateia, gosta de dançar, e a gente precisa dessas oportunidades que o Movimenta Arena oferece. Então, a gente está tendo hoje essa oportunidades para mostrar para mundo a nossa arte, o nosso trabalho, o que a gente gosta de fazer”, conta a professora.

Além disso, a apresentação no Movimenta foi a primeira apresentação das turmas das crianças a partir de 2 anos, dando a oportunidade dessas crianças terem o primeiro contato com a plateia. 

Hoje, a gente teve apresentações de crianças a partir de 2 anos e meio, apresentando pela primeira vez, tendo contato com a plateia. Elas gostam muito de dançar e foi um prazer estar aqui, agradecemos imensamente a oportunidade”, finaliza Marta.

Sara, que faz parte do Jazz Juvenil no Núcleo, falou sobre o bom acolhimento que os bailarinos tiveram no evento, além do nervosismo que sentiram em se apresentar num lugar tão emblemático, como é a Arena.

Eu me senti muito bem acolhida aqui e eu amei dançar. É claro que dá um nervosismo, mas foi muito bom”, conta a dançarina.

Com cinco apresentações que embelezaram a manhã na Arena, o Núcleo de Dança Marta Martins mostrou ao público a importância da dança e alegrou os que estavam presentes.

Basquete Sobre Rodas 

Após as belas apresentações de dança, o Basquete Sobre Rodas tomou o lugar no Movimenta Arena. Tendo surgido em um ginásio na Sede do Atlético em Lourdes, o Basquete Sobre Rodas da AMA-BH tem uma ligação especial com o Galo. Para os jogadores, inclusive, a exibição no Movimenta Arena é a realização de um sonho. 

O esporte provoca mudanças muito positivas na vida de quem escolhe praticar, mesmo com todas as dificuldades. Para Daniel, que pratica o Basquete Sobre Rodas há 30 anos, o esporte trouxe efeitos muito bons.

A mudança que o esporte trouxe é desmistificar a máxima de que as pessoas com deficiência não conseguem fazer nada. Quem afirma isso está totalmente enganado, porque às vezes a pessoa com deficiência consegue fazer mais do que uma pessoa que não tem deficiência nenhuma”, afirma o esportista. 

Daniel foi convocado três vezes para a seleção brasileira de basquete adaptado sub-23 e uma vez para a principal, além disso, o esportista conta com 52 medalhas e 13 troféus. 

Karina, que estava aproveitando o dia na Arena e nunca tinha praticado o esporte, tentou pela primeira vez e contou como foi a experiência. Para ela, a prática do esporte “não é para qualquer um”, pela dificuldade de se movimentar com a cadeira de rodas e jogar basquete ao mesmo tempo. 

É muito difícil a coordenação motora que tem que ter, ao mesmo tempo o raciocínio de tentar jogar a bola e mover com a cadeira, isso é bem bem difícil. Eu falei com eles, ‘nós damos nota mil’ para eles porque é muito difícil você ter coordenação de tudo ao mesmo tempo”, relatou. 

Para o público que acompanhou de perto a exibição do AMA-BH, a apresentação foi “sensacional”, além de considerarem o espaço inclusivo e acessível. 

Adorei o espaço, achei super inclusivo, acessível. A apresentação sobre rodas foi incrível, achei sensacional. Uma oportunidade muito legal que o Instituto Galo está trazendo para a gente. Achei muito bacana mesmo”, diz Bruna Catone. 

Foi a primeira vez que a família de Bruna foi ao evento que acontece mensalmente. No final, afirmaram que vão voltar todas as vezes que acontecer o Movimenta novamente. 

A cada edição, o projeto reafirma o compromisso do Instituto Galo com o desenvolvimento humano e social, valorizando o território onde a Arena MRV está inserida e aproximando ainda mais o Atlético da Massa. O evento se torna, assim, um símbolo de pertencimento e de construção coletiva, em que o futebol se conecta com cidadania e responsabilidade social.

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Encontro com Ídolo transforma paixão pelo Galo em experiência de pertencimento

Iniciativa do Instituto Galo proporciona momentos de acolhimento, emoção e proximidade com os jogadores para pessoas com deficiência, doenças raras e participantes dos projetos sociais

A paixão pelo Galo ganhou novas formas neste sábado (29), depois da partida contra o Vitória, na Arena MRV. Por meio do Encontro com Ídolo, realizado pelo Instituto Galo, quatro torcedores alvinegros tiveram a oportunidade de se aproximar dos jogadores e viver uma experiência que foi além das arquibancadas.

Criado para proporcionar acolhimento, emoção e pertencimento a pessoas com deficiência, pessoas com doenças raras e participantes dos projetos sociais, o Encontro com Ídolo aproxima esses torcedores dos ídolos do Clube e transforma a paixão pelo Atlético em uma experiência vivida de perto.

Nesta edição, participaram Diogo Henrique, de 24 anos, que tem hemoglobinopatia SS e sofreu um AVC isquêmico; Miguel Henrique, de 7 anos, autista; Yasmin Karolin, de 13 anos, com encefalopatia crônica; e Pedro Henrique, de 28 anos, deficiente visual.

Para Pedro, a experiência começou ainda durante a partida. Ele acompanhou o jogo ao lado de um intérprete especializado em audiodescrição, que o auxiliou na compreensão dos principais acontecimentos em campo. Depois do apito final, veio a oportunidade de interagir diretamente com os jogadores.

E Pedro aproveitou. Ao encontrar o técnico Eduardo Domínguez, o Barba, deixou o recado para o próximo compromisso do time: “Parabéns pelo trabalho, viu? Terça vai dar a gente. Confia que vai dar Galo!”

Com Thiago Borbas, autor de um dos gols da vitória sobre o Vitória, a conversa também teve espaço para a descontração. Ao receber o autógrafo do atacante, Pedro brincou em espanhol: “Gracias pelo autógrafo”.

Quase todo o elenco passou pelo encontro. Além dos jogadores, os participantes também tiveram contato com o técnico Barba, o presidente Sérgio Coelho e o Galo Doido, mascote mais amado do Brasil.

O Encontro com Ídolo aproxima torcedores e atletas, além de reforçar o compromisso do Instituto Galo em criar experiências de inclusão e pertencimento. Afinal, a paixão pelo Clube pode ser vivida de muitas maneiras e essa iniciativa abre mais uma porta para que a Massa esteja cada vez mais perto do Galo.

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Instituto Alok visita Arena MRV e conhece de perto projetos sociais do Instituto Galo

Nesta sexta-feira (28), o Instituto Alok, representado pelo diretor Devam Bhaskar, visitou a Arena MRV e conheceu de perto as iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Galo. Durante a visita, Bhaskar e a fotógrafa da instituição, Mila, conheceram a nossa sede e o Complexo Social, onde puderam acompanhar a estrutura e os projetos realizados pelo Instituto.

A visita proporcionou uma troca de experiências entre as duas instituições, com apresentação dos projetos e das iniciativas desenvolvidas por cada uma para atender diferentes públicos e transformar realidades por meio de ações sociais.

O encontro também abriu espaço para uma conversa sobre novas possibilidades de futuras parceria e de colaboração. A aproximação entre instituições que atuam na área social contribui para a troca de conhecimentos, o fortalecimento de projetos e a ampliação do alcance das ações.

“Eu fico muito feliz de visitar o Instituto Galo, porque é uma inspiração. É quase impossível imaginar porque os outros clubes de futebol não vêm junto. Esse é o golaço que nós temos que fazer: acabar com a exclusão, melhorar a educação e melhorar a saúde”, afirmou Bhaskar, diretor do Instituto Alok.

Para o Instituto Galo, parcerias como essa são importantes para que cada vez mais pessoas sejam alcançadas pelos projetos. A união de esforços permite ampliar o impacto das iniciativas e criar novas oportunidades para as comunidades atendidas.

“É muito legal pensar como um time de futebol e um jovem artista podem inspirar tantas pessoas, fazer o bem a tantas pessoas. Atitudes como essa inspiram muita gente. Não são institutos que formam opiniões, são institutos que formam consciência”, reforçou Bhaskar.

A visita ao Complexo Social fortaleceu o compromisso das instituições com a construção de ações que gerem resultados concretos e contribuam para melhorar a vida de quem é beneficiado pelos projetos sociais.

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4º Festival da Inclusão reúne 720 pessoas na Casa do Galo em celebração à diversidade e à convivência

Iniciativa do Instituto Galo reuniu 30 instituições sociais durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, com uma tarde de música, cultura, protagonismo e inclusão.

A Arena MRV foi, mais uma vez, espaço de encontro, celebração e pertencimento. Na quarta edição do Festival da Inclusão, realizada nesta quarta-feira (26), 720 pessoas de 30 instituições sociais se reuniram para uma tarde dedicada à valorização da diversidade e à construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva.

Realizado pelo Instituto Galo durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, celebrada entre os dias 21 e 28 de agosto, o festival tem como proposta fortalecer a conscientização sobre a inclusão e, principalmente, criar oportunidades para que pessoas com deficiência ocupem espaços de cultura, lazer e convivência.

A programação começou com um lanche de recepção e a abertura oficial, conduzida por Maria Alice, presidente do Instituto Galo. Para ela, promover inclusão também significa combater barreiras e garantir autonomia.

“Nós do Instituto Galo estamos muito felizes de promover hoje o 4º Festival da Inclusão. Temos que combater as barreiras e promover a autonomia das pessoas com deficiência. E nada melhor do que trazê-los hoje aqui para a Casa do Galo, que hoje é a casa de todos, Arena MRV”, afirmou.

Ao longo da tarde, a música foi um dos principais caminhos para promover encontros. O público acompanhou apresentações do Projeto Musical do Instituto Galo, do Dudu do Cavaco, do coral “Bora Cantar” e da banda formada por estudantes do Colégio Militar de Belo Horizonte.

Mais do que entretenimento, a programação mostrou como a cultura pode ser uma ferramenta de inclusão e desenvolvimento. Criada em junho de 2024, a banda do Colégio Militar é formada por alunos neurodivergentes e nasceu a partir de uma experiência relacionada à musicoterapia, utilizando a música, os sons, o ritmo e a harmonia como instrumentos de desenvolvimento e socialização.

Para os fundadores Gabriel Castro e Isabel Gonçalves, os resultados ultrapassaram o palco. A experiência transformou relações e aproximou os integrantes. “Em resumo, mudou a minha vida esse projeto. Mudou a minha vida completamente”, contou Gabriel.

Isabel complementou destacando a transformação na sociabilidade dos estudantes. “A gente virou uma família, querendo ou não. Antigamente, a gente chegava no nosso ambiente de inclusão e falava: ‘Nossa, quem é esse povo?’. Agora a gente se junta, é tipo uma família, a gente viaja junto, a gente sai junto”.

A experiência também reforçou, que a inclusão precisa partir da sociedade como um todo. “Não são os atípicos que têm que ir para o mundo dos típicos, são os típicos que têm que entender o mundo dos atípicos, destacou Isabel.

Um espaço para todos

A presença da Defensoria Pública no festival reforçou a importância de ampliar a discussão sobre inclusão para além da celebração. Parceira do Instituto Galo pelo terceiro ano consecutivo, a instituição atua na garantia dos direitos das pessoas com deficiência em diferentes áreas.

Para o defensor público Dr. Luís Renato, o festival também representa uma oportunidade de aproximar esse público de espaços que nem sempre são acessíveis no cotidiano.

“Você ter um festival em que as pessoas possam conhecer o estádio, possam também estar próximas do Galo Doido, isso é realizar sonhos e oportunizar que as pessoas com deficiência também tenham os espaços adequados para elas no lazer e na cultura”, afirmou.

Segundo ele, a parceria também permite aproximar as demandas identificadas no trabalho do Instituto Galo da atuação da Defensoria Pública. “A gente está aqui para oferecer o serviço da Defensoria em parceria com o Instituto Galo e com o Clube Atlético Mineiro”, explicou.

Para quem participa do festival, a experiência é também uma oportunidade de mostrar talentos, fortalecer vínculos e celebrar as conquistas coletivas. Aluna da APAE Piracema, Verônica Aparecida resumiu o sentimento de quem esteve presente. “O Festival da Inclusão está maravilhoso. A gente precisa mostrar nossos talentos, nossa atitude, nossos momentos juntos e unidos, destacou.

A APAE Betim também participou das quatro edições do festival. Para Patrícia Gil, superintendente da instituição, a iniciativa cresceu e se consolidou ao longo dos anos justamente por colocar a inclusão em prática.

“Na 4ª edição do Festival da Inclusão, eu vejo que cada vez mais tem se consolidado uma proposta muito rica, de festejar cultura, de festejar inclusão, de festejar as diferenças. Porque o bonito é a gente poder conviver com as diferenças”, afirmou.

Patrícia também destacou o sentimento de pertencimento proporcionado pelo evento. “O festival traz pertencimento, traz ocupação dos lugares públicos, traz música, vida, lanche, empoderamento e inclusão social. Então isso é muito bacana e, para a APAE de Betim, estar aqui com tantas outras APAEs e tantos outros institutos é um grande privilégio”.

Da exclusão à oportunidade

A tarde também foi marcada pela presença de Dudu do Cavaco e Léo Gontijo, presidente do Instituto Mano Down. Os dois reforçaram a importância de iniciativas que colocam as pessoas com deficiência intelectual e múltipla no centro das atividades e garantem protagonismo. “Estamos aqui novamente nessa iniciativa maravilhosa do Instituto Galo, dentro da Arena, para trocar a palavra exclusão por oportunidade”, afirmam Léo e Dudu.

Dudu, que se apresentou durante o festival, celebrou a receptividade do público e a força da iniciativa. “A galera curtiu muito”, contou.

Ao reunir centenas de pessoas em um mesmo espaço, o Festival da Inclusão transforma a Arena MRV em um ambiente de convivência e mostra que a inclusão também se constrói com experiências compartilhadas. Entre música, encontros e celebração, a 4ª edição reforçou uma mensagem que esteve presente em cada apresentação: as diferenças não devem separar, mas aproximar.

Como resumiu Léo e Dudu durante o encontro: “Ser diferente é normal. E não importa a pergunta, a resposta é o amor”.

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Jogadores emocionam a Massa no Encontro com Ídolo, após vitória sobre o Grêmio

Mais uma vez a emoção toma conta do pós-jogo no Encontro com Ídolo. Após a partida vitoriosa do Atlético, os jogadores, o professor Eduardo Domínguez e até mesmo o ídolo São Victor deram toda a atenção para os presentes no Encontro.

Desta vez, participaram os atleticanos Joaquim Francisco, de 16 anos, portador de Osteogênese Imperfeita tipo III; Alice Vitória, de 12 anos, autista nível 1; a Kamilla Miranda, de 13, portadora de doença rara – encefalite autoimune; o Pedro Ramos, de 9 anos, diagnosticado com câncer; e o Bernardo Henrique, de 20 anos, que sofreu um traumatismo cranioencefálico e é cadeirante.

Joaquim é atleticano fanático desde o berço e conta uma história que tirou um sorriso de vários jogadores e até mesmo de São Victor. Na ocasião, o jovem Joaquim conta que na comemoração do título da Libertadores, em 2013, acabou engolindo um parafuso por engano em meio a grande euforia da conquista da América. No final, deu tudo certo e o objeto não causou problemas a ele, que na época tinha apenas três anos de idade. 

Para o jovem, as interações com os ídolos foi um sonho realizado. Ele diz, ainda, que ficou extremamente feliz com o Encontro e que nunca vai esquecer do momento. Joaquim ficou especialmente feliz com a interação que teve com o jogador Gustavo Scarpa, o goleiro Everson e com São Victor

Pedro, de 9 anos, não conseguia conter as emoções, e, assim que os jogadores apareciam, o pequeno corria em direção aos craques do Galo. Pedro conta que ficou muito feliz ao ver o técnico Eduardo Dominguez e todos os jogadores, que autografaram a camiseta do Instituto Galo, que foi presenteada ao jovem.

Alice, Kamilla e Bernardo também desfrutaram muito da oportunidade, recebendo autógrafos de todos os jogadores, além de toda a atenção que eles merecem. Com certeza, esse dia ficará marcado no coração e na lembrança de todos que estiveram presentes. 

O dia marcou também a estreia do volante colombiano Kevin Castaño dentro e fora de campo, no Encontro com Ídolo. O jogador, que foi bastante celebrado pelos presentes, pôde entender a importância do Encontro para a Massa e, com isso, deu toda a atenção para os participantes.

O Encontro com Ídolo segue o propósito do Instituto Galo de transformar a paixão pelo futebol em ações concretas de impacto social. Para os torcedores, a noite na Arena MRV foi muito mais do que um encontro com os jogadores, foi a realização de um sonho, repleto de emoção, acolhimento e afeto, mostrando que os maiores resultados do futebol também acontecem fora das quatro linhas.

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Corrida do Galo transforma esporte em instrumento de inclusão e reúne projetos sociais na Pampulha

Neste domingo, a orla da Lagoa da Pampulha foi tomada pelo clima alvinegro durante a Corrida do Galo. Milhares de atleticanos se reuniram para celebrar o esporte, a paixão pelo Galo e uma manhã de muita alegria.

Considerada a maior corrida de clubes do mundo, a Corrida do Galo foi também marcada pela inclusão. Em parceria com o Instituto Galo e a Galo Runners, o Atlético abriu espaço para projetos sociais que utilizam o esporte como ferramenta de participação, convivência e transformação social.

A iniciativa permitiu que pessoas com diferentes tipos de deficiência e necessidades de suporte participassem da corrida ao lado de familiares, voluntários e demais corredores. O objetivo foi proporcionar uma experiência esportiva acessível e reforçar que a corrida pode ser vivenciada por diferentes públicos.

Entre os projetos presentes estiveram o Pernas de Aluguel e o Blanka, que possibilitaram a participação de pessoas com mobilidade reduzida. O Corre pra Ver levou atletas com deficiência visual para a corrida, enquanto o Mano Down reuniu participantes com síndrome de Down.

A Unidas pelo Autismo também marcou presença, com adolescentes com diferentes níveis de suporte no transtorno do espectro autista. O Circuito Inclusão completou a participação dos projetos convidados e ajudou a ampliar a representatividade dentro do evento.

“Somos uma instituição que busca ampliar o acesso das pessoas com deficiência e sem deficiência, ao esporte, lazer e cultura, em busca de qualidade de vida e saúde. Estar aqui hoje, participando da Corrida do Galo, significa muito, muitas emoções, o esporte ele transforma a vida dos nossos alunos de formas que são sem explicação”, afirmou Debora Batista, presidente do Circuito Inclusão.

Mais do que garantir a presença de diferentes grupos nas provas, a organização criou uma estrutura de acolhimento para os participantes. Os projetos foram recebidos pela equipe da Galo Runners em uma tenda de apoio, onde atletas, familiares, acompanhantes e voluntários participaram de um café da manhã antes da largada.

“O projeto surgiu em 2014, em São Paulo, com a missão de incluir atletas com deficiência nas corridas, proporcionando alegria e segurança ”, disse Magns Gonçalves, coordenador do projeto Pernas de Aluguel em
BH.

A iniciativa ajudou a criar um ambiente de integração antes mesmo do início da prova. Para os participantes, a corrida representou não apenas um desafio esportivo, mas também uma oportunidade de convivência e de pertencimento dentro da  maior corrida de clubes do mundo.

“A inclusão é a coisa mais importante no mundo de hoje. Hoje em dia, as pessoas percebem pouco o quanto esses meninos são importantes. Hoje eu não pude correr, mas não deixaria de vir aqui apoia-los e trazer alegria, o mundo hoje esta muito egotista, e precisamos ajudar a alegrar a vida dessas pessoas”, pontuou Lilian Bicalho.

A participação dos projetos sociais também deu um novo significado à competição. Para além do tempo de prova, da distância percorrida ou da colocação, a experiência esteve relacionada à possibilidade de ocupar um espaço tradicionalmente associado ao esporte e vivenciá-lo de maneira coletiva.

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Instituto Galo recebe Bem Tricolor para trocas de experiências

O Instituto Galo recebeu o Diretor de Responsabilidade Social do Fortaleza e presidente da Associação Bem Tricolor, Thiago Fujita, para um importante intercâmbio de saberes. O Bem Tricolor é o braço social do Fortaleza Esporte Clube, o qual desenvolve ações sociais coordenadas e de grande valia para quem mais precisa. A visita contou com trocas de experiências entre as duas instituições sociais, visando o fortalecimento da parceria entre ambas. 

O braço social do Fortaleza é formado por quase 300 voluntários e 78 “Amigos do Bem” que ajudam a instituição com o alcance da transformação social realizada pelo clube nordestino, movidas pela vontade de ajudar os que mais precisam.

Presidente do Bem Tricolor, Thiago agradeceu a recepção do Instituto Galo e enalteceu a seriedade do trabalho que é feito pelo braço social do Atlético.

Hoje, eu estou aqui no Instituto Galo e queria agradecer a todos, em especial minha amiga Maria Alice Coelho, pela condução dos trabalhos, pela seriedade e grandeza do Instituto”.

Além da visita, Thiago recebeu a camisa nova do Instituto como lembrança e afirmou que as parcerias entre instituições que têm como foco a responsabilidade social são sempre bem-vindas.

Eu estou recebendo a camisa do Instituto, junto com meu nome e queria dizer que a parceria e o trabalho em conjunto à responsabilidade social nos faz muito mais fortes. O Bem Tricolor, o Fortaleza está sempre aberto para que a gente possa estar desenvolvendo e trabalhando juntos para a responsabilidade social mais forte no futebol brasileiro”, agradeceu.

Presidente do Instituto Galo, Maria Alice Coelho, dividiu da mesma ideia e agradeceu a visita de Thiago e de Larissa, a esposa do presidente. 

Muito obrigada, Larissa e Thiago pela visita. Devemos mostrar para todo mundo que não é apenas futebol, tem que ter a responsabilidade social, e é isso o que nós fazemos”, completou Maria Alice. 

Ações como estas mostram a importância de fortalecer forças com instituições que acreditam na transformação por meio da responsabilidade social por meio do esporte.

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Encontro com Ídolo: jogadores proporcionam memórias inesquecíveis a torcedores

Promovido pelo Instituto Galo, o Encontro com Ídolo segue impactando a vida de muitos torcedores e, no último jogo contra o Juventude, não foi diferente. Com o projeto, o pós-jogo se transforma em um momento repleto de emoção, afeto e de memórias inesquecíveis.

Dessa vez, quem teve a oportunidade de vivenciar o Encontro tão esperado com os jogadores foi o jovem Miguel Lima, de 13 anos; a Dona Elenice, de 68 anos; o grande Bruno Moreira, de 45; a jovem Sofie Mellodi, de 16; e o pequeno Jaime Rodrigues, de apenas 4 anos. 

As memórias ficarão marcadas para sempre na vida dos torcedores que tiveram a oportunidade de conversar e receber a atenção daqueles que são ídolos. É o caso de Bruno, que não conseguiu conter a emoção e saiu correndo para abraçar o Everson assim que o goleiro apareceu.

Os jogadores que eu mais queria ver eram o Everson e o Bernard. Eu estou muito feliz”, contou o torcedor emocionado. Bruno declarou ainda que tem o Bernard como ídolo, porque o meia “é muito raçudo” e ele adora essa característica no jogador.

Sofie e Miguel também desfrutaram muito da oportunidade levando camisas para serem assinadas pelos ídolos. Miguel viveu um momento mais especial ainda ao receber a camisa oficial do meia Alan Franco, entregue pelas mãos do jogador, que emocionou o jovem e a família.

A Dona Elenice também fez questão de levar camisas para os jogadores assinarem e, assim, guardar recordações muito especiais para a atleticana, que segue o Galo há mais de 60 anos

O Encontro com Ídolo segue o propósito do Instituto Galo de transformar a paixão pelo futebol em ações concretas de impacto social. Para os torcedores, a noite na Arena MRV foi muito mais do que um encontro com os jogadores, foi a realização de um sonho, repleto de emoção, acolhimento e afeto, mostrando que os maiores resultados do futebol também acontecem fora das quatro linhas.

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