O Instituto Galo, juntamente a PopSol Energia, lançou uma nova campanha para a torcida atleticana que promete unir economia, sustentabilidade e solidariedade em uma única ação. Chamada de “ Gol de Economia”, a iniciativa oferece 10% de desconto na conta de energia elétrica. Além de economizar, você também ajuda o Instituto Galo a transformar vidas. Parte do valor da energia compensada é destinada ao Instituto. Ou seja, quanto mais economia você gera na sua conta, mais recursos são revertidos para os projetos sociais do Instituto Galo.
A campanha funciona por meio da utilização de energia solar. A energia é produzida em usinas fotovoltaicas e enviada para a rede da Cemig, chegando até a sua residência sem necessidade de instalação de placas solares.
Você continuará recebendo a conta da distribuidora com as taxas e impostos e passará a receber também a fatura digital da PopSol, já com o consumo de energia solar e o desconto de 10% aplicado. As duas faturas deverão ser pagas, mas, somadas, custam menos do que você paga hoje. A camisa autografada pelo Rei será enviada após o pagamento da primeira fatura da Popsol.
Além da economia financeira, a iniciativa também contribui para o meio ambiente, já que a energia solar é uma fonte limpa e renovável, ajudando na redução da emissão de gases poluentes na atmosfera.
Iniciativa do Instituto Galo reuniu 30 instituições sociais durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, com uma tarde de música, cultura, protagonismo e inclusão.
A Arena MRV foi, mais uma vez, espaço de encontro, celebração e pertencimento. Na quarta edição do Festival da Inclusão, realizada nesta quarta-feira (26), 720 pessoas de 30 instituições sociais se reuniram para uma tarde dedicada à valorização da diversidade e à construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva.
Realizado pelo Instituto Galo durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, celebrada entre os dias 21 e 28 de agosto, o festival tem como proposta fortalecer a conscientização sobre a inclusão e, principalmente, criar oportunidades para que pessoas com deficiência ocupem espaços de cultura, lazer e convivência.
A programação começou com um lanche de recepção e a abertura oficial, conduzida por Maria Alice, presidente do Instituto Galo. Para ela, promover inclusão também significa combater barreiras e garantir autonomia.
“Nós do Instituto Galo estamos muito felizes de promover hoje o 4º Festival da Inclusão. Temos que combater as barreiras e promover a autonomia das pessoas com deficiência. E nada melhor do que trazê-los hoje aqui para a Casa do Galo, que hoje é a casa de todos, Arena MRV”, afirmou.
Ao longo da tarde, a música foi um dos principais caminhos para promover encontros. O público acompanhou apresentações do Projeto Musical do Instituto Galo, do Dudu do Cavaco, do coral “Bora Cantar” e da banda formada por estudantes do Colégio Militar de Belo Horizonte.
Mais do que entretenimento, a programação mostrou como a cultura pode ser uma ferramenta de inclusão e desenvolvimento. Criada em junho de 2024, a banda do Colégio Militar é formada por alunos neurodivergentes e nasceu a partir de uma experiência relacionada à musicoterapia, utilizando a música, os sons, o ritmo e a harmonia como instrumentos de desenvolvimento e socialização.
Para os fundadores Gabriel Castro e Isabel Gonçalves, os resultados ultrapassaram o palco. A experiência transformou relações e aproximou os integrantes. “Em resumo, mudou a minha vida esse projeto. Mudou a minha vida completamente”, contou Gabriel.
Isabel complementou destacando a transformação na sociabilidade dos estudantes. “A gente virou uma família, querendo ou não. Antigamente, a gente chegava no nosso ambiente de inclusão e falava: ‘Nossa, quem é esse povo?’. Agora a gente se junta, é tipo uma família, a gente viaja junto, a gente sai junto”.
A experiência também reforçou, que a inclusão precisa partir da sociedade como um todo. “Não são os atípicos que têm que ir para o mundo dos típicos, são os típicos que têm que entender o mundo dos atípicos”, destacou Isabel.
Um espaço para todos
A presença da Defensoria Pública no festival reforçou a importância de ampliar a discussão sobre inclusão para além da celebração. Parceira do Instituto Galo pelo terceiro ano consecutivo, a instituição atua na garantia dos direitos das pessoas com deficiência em diferentes áreas.
Para o defensor público Dr. Luís Renato, o festival também representa uma oportunidade de aproximar esse público de espaços que nem sempre são acessíveis no cotidiano.
“Você ter um festival em que as pessoas possam conhecer o estádio, possam também estar próximas do Galo Doido, isso é realizar sonhos e oportunizar que as pessoas com deficiência também tenham os espaços adequados para elas no lazer e na cultura”, afirmou.
Segundo ele, a parceria também permite aproximar as demandas identificadas no trabalho do Instituto Galo da atuação da Defensoria Pública. “A gente está aqui para oferecer o serviço da Defensoria em parceria com o Instituto Galo e com o Clube Atlético Mineiro”, explicou.
Para quem participa do festival, a experiência é também uma oportunidade de mostrar talentos, fortalecer vínculos e celebrar as conquistas coletivas. Aluna da APAE Piracema, Verônica Aparecida resumiu o sentimento de quem esteve presente. “O Festival da Inclusão está maravilhoso. A gente precisa mostrar nossos talentos, nossa atitude, nossos momentos juntos e unidos”, destacou.
A APAE Betim também participou das quatro edições do festival. Para Patrícia Gil, superintendente da instituição, a iniciativa cresceu e se consolidou ao longo dos anos justamente por colocar a inclusão em prática.
“Na 4ª edição do Festival da Inclusão, eu vejo que cada vez mais tem se consolidado uma proposta muito rica, de festejar cultura, de festejar inclusão, de festejar as diferenças. Porque o bonito é a gente poder conviver com as diferenças”, afirmou.
Patrícia também destacou o sentimento de pertencimento proporcionado pelo evento. “O festival traz pertencimento, traz ocupação dos lugares públicos, traz música, vida, lanche, empoderamento e inclusão social. Então isso é muito bacana e, para a APAE de Betim, estar aqui com tantas outras APAEs e tantos outros institutos é um grande privilégio”.
Da exclusão à oportunidade
A tarde também foi marcada pela presença de Dudu do Cavaco e Léo Gontijo, presidente do Instituto Mano Down. Os dois reforçaram a importância de iniciativas que colocam as pessoas com deficiência intelectual e múltipla no centro das atividades e garantem protagonismo. “Estamos aqui novamente nessa iniciativa maravilhosa do Instituto Galo, dentro da Arena, para trocar a palavra exclusão por oportunidade”, afirmam Léo e Dudu.
Dudu, que se apresentou durante o festival, celebrou a receptividade do público e a força da iniciativa. “A galera curtiu muito”, contou.
Ao reunir centenas de pessoas em um mesmo espaço, o Festival da Inclusão transforma a Arena MRV em um ambiente de convivência e mostra que a inclusão também se constrói com experiências compartilhadas. Entre música, encontros e celebração, a 4ª edição reforçou uma mensagem que esteve presente em cada apresentação: as diferenças não devem separar, mas aproximar.
Como resumiu Léo e Dudu durante o encontro: “Ser diferente é normal. E não importa a pergunta, a resposta é o amor”.
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Em parceria com a Ubágalo e as Embaixadas do Galo, Instituto visitou instituições, levou alegria a crianças, idosos e pacientes e participou da inauguração da nova unidade da torcida na cidade
O Galo Doido voltou a Ubá para reencontrar histórias e levar um pouco da força e da alegria da Massa para diferentes pontos da cidade. Em uma programação especial, o Instituto Galo realizou visitas e ações sociais que alcançaram mais de mil pessoas, entre crianças, idosos, pacientes, profissionais e moradores.
A agenda passou por instituições como a APAE de Ubá, a Escola Municipal Irmã Ana Maria Teixeira da Costa, a Creche Irthes Therezinha, o Lar João de Freitas e o Hospital São Vicente. Ao longo das atividades, foram entregues 200 camisas e 600 copos, além de muitos abraços, fotos e momentos de interação com o mascote alvinegro.
Um dos encontros mais especiais aconteceu no Lar João de Freitas. Em fevereiro, durante as fortes chuvas que atingiram Ubá, imagens de idosas da instituição boiando em colchões após a água invadir o local viralizaram nas redes sociais. O Instituto Galo esteve na cidade em março, mas, naquela ocasião, não conseguiu encontrar as moradoras.
Desta vez, o encontro finalmente aconteceu. Todos os idosos que vivem no Lar João de Freitas receberam a visita do Galo Doido e puderam conhecer de perto o mascote do Atlético. A presença também levou alegria aos 13 profissionais que trabalham na instituição.
Para o diretor do Lar João de Freitas, Márcio de Oliveira, a visita contribuiu para transformar o ambiente. “De uma forma ou outra sempre melhora. Toda visita acaba ajudando, né? E essa visita alegre aí do Galão é muito boa, viu? Gostamos muito”.
A programação também teve momentos de muita animação com as crianças. Na Creche Irthes Therezinha, cerca de 90 alunos participaram da ação e receberam a visita do Galo Doido.
“Nossa, é muita alegria, isso aí transforma o ambiente de uma hora para outra. E a gente agradece a iniciativa de vir fazer um pouco da alegria das nossas crianças”, afirma Regina Moreira, presidente da Creche.
Na Escola Municipal Irmã Ana Maria Teixeira da Costa, aproximadamente 300 alunos também tiveram contato com o mascote. Para Gisele de Azevedo, a experiência pode ficar marcada na memória dos estudantes.
“Eu acho que isso vai ficar para sempre na cabeça deles como o mascote do Galo Doido. Eu acho super importante para os meninos conhecerem e entrarem na nossa cultura de Minas”.
A agenda passou ainda pela APAE de Ubá, que atende aproximadamente 40 usuários, e pelo Hospital São Vicente. No ambiente hospitalar, a presença do Galo Doido teve justamente o objetivo de levar leveza para quem enfrenta momentos delicados. “Trazer leveza onde existe sofrimento, né? Isso aí é bacana demais, vocês estão de parabéns”, disse o médico anestesista, Rômulo Ribeiro.
Além das visitas às instituições, o Instituto Galo participou de uma ação aberta ao público na Praça São Januário, onde o Galo Doido esteve disponível para a comunidade. O momento reuniu torcedores e moradores de diferentes idades. Cristian Castro, morador da cidade, ressalta a importância dessa presença no interior de Minas.
“A gente não espera isso, entendeu? Porque a gente mora muito longe de BH, das cidades lá perto, e de cidade grande também. Então, até pega a gente de surpresa quando vem uma notícia dessa e é maneiro demais, geral se reunido aqui na praça da cidade”.
A programação foi encerrada com a inauguração da Ubágalo, fortalecendo a presença da Massa na Zona da Mata mineira e ampliando a rede formada pelas Embaixadas do Galo. Mais do que levar o Galo Doido, a iniciativa levou a diferentes espaços da cidade aquilo que move o trabalho do Instituto: a força da Massa para fazer o bem.
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Iniciativa ofereceu oito encontros gratuitos para 14 participantes, com atividades voltadas à carreira, cidadania, educação financeira e desenvolvimento pessoal
Ampliar horizontes, desenvolver habilidades e mostrar aos jovens que existem diferentes caminhos para construir o próprio futuro. Foi com esse propósito que o Instituto Galo e o Instituto MRV&CO encerraram a primeira turma do projeto +Aprendizagem, iniciativa que ofereceu oito encontros gratuitos para 14 jovens, entre 14 e 21 anos, no Complexo Social do Instituto Galo.
Ao longo da formação, os participantes percorreram trilhas voltadas para carreira, cidadania, educação financeira e desenvolvimento pessoal. Mais do que apresentar conteúdos, o projeto buscou aproximar os adolescentes de experiências profissionais e das possibilidades existentes no mercado de trabalho.
A parceria também contou com a participação de colaboradores da MRV&CO, que atuaram como voluntários durante os encontros. Para Bruna Scarabelli, analista de responsabilidade social do Instituto MRV&CO, acompanhar a iniciativa desde o planejamento até o encerramento tornou o momento ainda mais especial.
“O que acontece agora é uma realização mesmo, porque eu participei desde de o início, onde a gente planejou tudo isso. Ver isso acontecendo, ver o relato deles aqui hoje foi gratificante, enche o coração”.
Segundo ela, a parceria entre as instituições foi fundamental para a realização da iniciativa e deve continuar gerando novas oportunidades.
“Desde a primeira aula, que foi do Juventude Carreira, em que a gente levou os nossos voluntários para falar um pouquinho sobre empregabilidade, acompanhar todos eles durante esse processo foi muito gratificante”, disse. “Essa parceria a gente quer que permaneça. Dar a mão e ir junto nesse projeto foi muito bom. A gente planeja fazer vários outros projetos juntos, que essa parceria dure por um belo período”.
Um olhar mais amplo para o mercado de trabalho
O encerramento do +Aprendizagem também proporcionou aos participantes uma experiência prática fora do ambiente das aulas. Como parte da programação do último encontro, os jovens receberam os certificados e conheceram a sede da MRV&CO, em uma ação chamada Portas Abertas, e participaram de uma conversa com o Departamento de Pessoas da empresa.
O encontro contou ainda com representantes do SENAI, do Instituto MRV&CO e do programa de aprendizagem da MRV&CO, que apresentaram aos jovens possibilidades de ingresso no mercado de trabalho e esclareceram dúvidas sobre os próximos passos profissionais.
Para Izabela Faria, pedagoga do SENAI Paulo de Tarso, iniciativas como essa são importantes para conectar formação e independência financeira desde cedo. “A oportunidade do jovem aprendiz dentro do SENAI hoje é uma garantia de futuro. A gente sempre fala isso: a gente constrói o futuro desses jovens a partir do estudo. O futuro do Brasil são os nossos jovens”.
Izabela também destacou a importância da qualificação para a entrada dos jovens no mercado de trabalho. “A gente apoia, faz o esforço possível para que eles sejam qualificados, sejam empregados dentro do mercado de trabalho hoje”.
A proposta de apresentar caminhos concretos para o futuro também foi destacada por Paulo Lyncoln, analista de diversidade e marca empregadora da MRV&CO. Para ele, receber os participantes na empresa permitiu que eles visualizassem, na prática, possibilidades profissionais.
“Para a gente é uma felicidade muito grande poder recebê-los aqui e ver que hoje tem de fato jovens bem interessados em fazer parte do nosso programa. Ver o interesse deles em ter essa perspectiva de futuro, interesse de fazer parte da aprendizagem, para a gente é uma felicidade muito grande”.
Conhecimento que transforma perspectivas
Para quem participou do projeto, os aprendizados ultrapassaram os conteúdos trabalhados durante os encontros. Aos 18 anos, Mariane Gomes conta que a experiência contribuiu principalmente para que ela desenvolvesse mais confiança e entendesse que cada pessoa tem seu próprio tempo para construir a trajetória profissional.
“O curso me ajudou a realmente me enxergar, porque eu tinha medo de estar muito para trás, sabe? As pessoas estavam indo muito rápido e eu estava muito devagar. Mas, eu realmente enxerguei que cada um tem o seu tempo” afirma. “Eu tenho que ir do meu jeito, cada um vai do seu jeito, e o importante é não desistir. Eu aprendi muito isso”.
A jovem também destaca o contato com profissionais como uma das experiências mais importantes da formação. “Eu pretendo ser uma profissional muito boa e eu aprendi muito aqui. Vieram profissionais incríveis para ensinar a gente isso. Mesmo que tenha sido pouco, foi uma experiência muito boa”.
O encerramento do +Aprendizagem reforça a importância de iniciativas que aproximam adolescentes e jovens de informações, experiências e oportunidades capazes de ampliar as perspectivas. Ao unir a atuação social do Instituto Galo à experiência do Instituto MRV&CO e dos voluntários, a parceria criou um espaço de aprendizado e troca, ajudando os participantes a enxergar novas possibilidades para o futuro.
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Novo reforço do Atlético, meio-campista recebeu camisas personalizadas do Instituto Galo para ele, a esposa Monique e os filhos Bento e Benjamim
O reencontro de Fred com o Atlético já começou cercado de emoção. Antes mesmo de entrar em campo com a camisa do clube do coração, o meio-campista viveu um momento especial no intervalo da partida entre Atlético e RB Bragantino, nesta quarta-feira (19), quando recebeu do Instituto Galo camisas personalizadas para ele e a família.
Além de Fred, a esposa, Monique, e os filhos, Bento e Benjamim, também foram presenteados com camisas personalizadas do Instituto Galo.
Atleticano desde a infância, Fred nasceu e foi criado no bairro Jardim Europa, em Venda Nova, região de Belo Horizonte onde construiu suas primeiras memórias com o futebol e com o Galo. Em entrevista ao canal oficial do Atlético, o jogador contou que a paixão pelo clube começou dentro de casa, influenciada pelo pai, e ganhou ainda mais força nos jogos que acompanhava.
“É uma sensação inexplicável, de verdade. Cresci em Belo Horizonte, torcer para o Galo e, agora, poder voltar ao meu time de coração é um sentimento único. Vai ser mais um torcedor dentro de campo”, afirmou.
A história de Fred também se conecta com um dos principais propósitos do Instituto Galo: transformar a paixão pelo Atlético em solidariedade e oportunidade para quem mais precisa.
Durante a conversa, Luigi Reis, gerente de Comunicação do Instituto Galo, destacou justamente a ligação entre a trajetória de Fred, sua origem em Venda Nova e a atuação da instituição em iniciativas voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social. O jogador se identificou imediatamente com a proposta e ressaltou a importância de ações que contribuem diretamente para a comunidade.
“E o sonho está voltando para casa. É uma honra para mim. Sou daqui de Belo Horizonte e é muito legal o que vocês estão fazendo. Eu vim de Venda Nova, então eu sei como é importante isso. Só desejo sorte, parabéns e, como eu falei, sempre que precisar, pode contar comigo. Isso realmente é uma ajuda muito importante para a comunidade”, afirmou.
A identificação com o Galo nasceu cedo. Aos 10 anos, Fred chegou às categorias de base do clube e passou a vestir a camisa que já fazia parte de sua vida como torcedor.
“Poder vestir a camisa do Atlético e torcer para esse time é uma sensação única”, contou.
Agora, anos depois, Fred retorna ao clube onde iniciou a trajetória no futebol e carrega consigo a responsabilidade e a emoção de representar o time que aprendeu a amar desde criança.
“Como um torcedor dentro de campo, podem ter certeza que raça não vai faltar”, garantiu.
Para o Instituto Galo, presentear Fred e a família do jogador é também celebrar essa história: a de um menino de Venda Nova que cresceu acompanhando o Galo, chegou às categorias de base do clube e hoje retorna para defender profissionalmente as cores do time de coração.
Uma história que mostra que, quando o futebol se conecta com sua gente, a paixão pelo Galo pode atravessar gerações e também se transformar em solidariedade.
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Jovem atleticano de 16 anos conheceu a casa do Galo, encontrou as Vingadoras e os ídolos do Clube; camisa autografada por Hulk e outros jogadores será rifada para ajudar no tratamento
O amor pelo Atlético acompanha Joaquim desde os primeiros anos de vida. Aos 16 anos, o jovem atleticano, morador de Vespasiano, enfrenta uma doença rara chamada Osteogênese Imperfeita tipo III, conhecida como “Ossos de Vidro”. Ao longo da vida, foram inúmeras fraturas, tratamentos e desafios. Mesmo diante das dificuldades, ele mantém o bom humor e a paixão pelo Galo.
Graças ao Instituto Galo, Joaquim e a família viveram dois dias especiais na casa do Atlético. Na quinta-feira (13/8), o jovem visitou o Instituto Galo, conheceu de perto a casa do Galo e recebeu uma visita especial do Galo Doido. Ele também acompanhou o final do treinamento das Vingadoras e teve a oportunidade de conhecer as jogadoras.
Durante a visita, Joaquim recebeu das mãos da presidente do Instituto Galo, Maria Alice, uma camisa oficial do Atlético, inicialmente autografada pelo Hulk. Além da camisa, ele também ganhou uma Telha do Galo. Os itens serão utilizados em uma rifa para arrecadar recursos destinados ao tratamento do jovem.
“Nós do Instituto Galo estamos muito animados, o Joaquim também, né? Com essa rifa que vai ter agora da camisa do Hulk, uma telha para poder ajudar no seu tratamento”, destacou Maria Alice.
Um domingo ao lado dos ídolos
A história não terminou na quinta-feira. No domingo (16/8), Joaquim voltou à Arena MRV acompanhado da família para assistir ao jogo entre Atlético e Grêmio e participar do Encontro com Ídolo após a partida.
O jovem conheceu ídolos do Clube, conversou com jogadores e aproveitou o momento para conseguir novos autógrafos. Entre eles, estava o de São Victor, que também ouviu uma história curiosa contada por Joaquim.
Atleticano fanático desde o berço, ele relembrou um episódio vivido durante a comemoração do título da Libertadores de 2013. Em meio à euforia pela conquista da América, quando tinha apenas três anos, Joaquim acabou engolindo um parafuso por engano. A história arrancou sorrisos dos jogadores e dos ídolos presentes. Felizmente, o objeto não causou problemas e tudo terminou bem.
A camisa que começou a rifa com a assinatura de Hulk ganhou ainda mais valor afetivo ao longo do domingo, com autógrafos de outros jogadores e ídolos do Atlético.
Ao autografar a camisa, o zagueiro Vitor Hugo deixou uma mensagem para Joaquim e para a família: “Que legal! Tomara que vocês consigam arrecadar bastante coisa, hein?”.
Uma corrente do bem pela saúde de Joaquim
Por trás dos momentos de alegria na Arena MRV, existe uma família que enfrenta uma rotina de cuidados e despesas relacionadas ao tratamento de Joaquim. O jovem precisa de acompanhamento médico constante e atualmente enfrenta complicações causadas pela deformidade da coluna.
Mensalmente, a família precisa arcar com medicamentos e suplemento alimentar de alto custo. Apenas o pai de Joaquim trabalha, enquanto a mãe se dedica integralmente aos cuidados do filho.
Por isso, o Instituto Galo conta com a Massa para fortalecer essa corrente do bem. A rifa da camisa oficial do Atlético, agora autografada por Hulk, São Victor, Scarpa, Vitor Hugo e outros jogadores e ídolos, além da Telha do Galo, será realizada com o objetivo de contribuir para os custos do tratamento. Quer ter a chance de ganhar esses prêmios especiais, participe aqui da rifa!
Mais do que concorrer a itens especiais que carregam histórias e memórias do Galo, cada participação representa um gesto de solidariedade e uma oportunidade de ajudar Joaquim e sua família.
E, mesmo diante de tantos desafios, o jovem segue sonhando alto. Depois de viver a experiência de conhecer a casa do Galo e seus ídolos, Joaquim revelou um desejo que pretende realizar no futuro:
“E, se Deus quiser, assim que eu for curado da minha deficiência, que eu comece a treinar para poder virar goleiro”.
A história de Joaquim mostra, mais uma vez, que o futebol vai muito além das quatro linhas. Na Arena MRV, ele realizou sonhos, encontrou ídolos e recebeu o carinho da Massa. Agora, o convite é para que toda a torcida entre em campo com ele e ajude a transformar solidariedade em esperança.
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Mais uma vez a emoção toma conta do pós-jogo no Encontro com Ídolo. Após a partida vitoriosa do Atlético, os jogadores, o professor Eduardo Domínguez e até mesmo o ídolo São Victor deram toda a atenção para os presentes no Encontro.
Desta vez, participaram os atleticanos Joaquim Francisco, de 16 anos, portador de Osteogênese Imperfeita tipo III; Alice Vitória, de 12 anos, autista nível 1; a Kamilla Miranda, de 13, portadora de doença rara – encefalite autoimune; o Pedro Ramos, de 9 anos, diagnosticado com câncer; e o Bernardo Henrique, de 20 anos, que sofreu um traumatismo cranioencefálico e é cadeirante.
Joaquim é atleticano fanático desde o berço e conta uma história que tirou um sorriso de vários jogadores e até mesmo de São Victor. Na ocasião, o jovem Joaquim conta que na comemoração do título da Libertadores, em 2013, acabou engolindo um parafuso por engano em meio a grande euforia da conquista da América. No final, deu tudo certo e o objeto não causou problemas a ele, que na época tinha apenas três anos de idade.
Para o jovem, as interações com os ídolos foi um sonho realizado. Ele diz, ainda, que ficou extremamente feliz com o Encontro e que nunca vai esquecer do momento. Joaquim ficou especialmente feliz com a interação que teve com o jogador Gustavo Scarpa, o goleiro Everson e com São Victor.
Pedro, de 9 anos, não conseguia conter as emoções, e, assim que os jogadores apareciam, o pequeno corria em direção aos craques do Galo. Pedro conta que ficou muito feliz ao ver o técnico Eduardo Dominguez e todos os jogadores, que autografaram a camiseta do Instituto Galo, que foi presenteada ao jovem.
Alice, Kamilla e Bernardo também desfrutaram muito da oportunidade, recebendo autógrafos de todos os jogadores, além de toda a atenção que eles merecem. Com certeza, esse dia ficará marcado no coração e na lembrança de todos que estiveram presentes.
O dia marcou também a estreia do volante colombiano Kevin Castaño dentro e fora de campo, no Encontro com Ídolo. O jogador, que foi bastante celebrado pelos presentes, pôde entender a importância do Encontro para a Massa e, com isso, deu toda a atenção para os participantes.
O Encontro com Ídolo segue o propósito do Instituto Galo de transformar a paixão pelo futebol em ações concretas de impacto social. Para os torcedores, a noite na Arena MRV foi muito mais do que um encontro com os jogadores, foi a realização de um sonho, repleto de emoção, acolhimento e afeto, mostrando que os maiores resultados do futebol também acontecem fora das quatro linhas.
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Neste domingo, a orla da Lagoa da Pampulha foi tomada pelo clima alvinegro durante a Corrida do Galo. Milhares de atleticanos se reuniram para celebrar o esporte, a paixão pelo Galo e uma manhã de muita alegria.
Considerada a maior corrida de clubes do mundo, a Corrida do Galo foi também marcada pela inclusão. Em parceria com o Instituto Galo e a Galo Runners, o Atlético abriu espaço para projetos sociais que utilizam o esporte como ferramenta de participação, convivência e transformação social.
A iniciativa permitiu que pessoas com diferentes tipos de deficiência e necessidades de suporte participassem da corrida ao lado de familiares, voluntários e demais corredores. O objetivo foi proporcionar uma experiência esportiva acessível e reforçar que a corrida pode ser vivenciada por diferentes públicos.
Entre os projetos presentes estiveram o Pernas de Aluguel e o Blanka, que possibilitaram a participação de pessoas com mobilidade reduzida. O Corre pra Ver levou atletas com deficiência visual para a corrida, enquanto o Mano Down reuniu participantes com síndrome de Down.
A Unidas pelo Autismo também marcou presença, com adolescentes com diferentes níveis de suporte no transtorno do espectro autista. O Circuito Inclusão completou a participação dos projetos convidados e ajudou a ampliar a representatividade dentro do evento.
“Somos uma instituição que busca ampliar o acesso das pessoas com deficiência e sem deficiência, ao esporte, lazer e cultura, em busca de qualidade de vida e saúde. Estar aqui hoje, participando da Corrida do Galo, significa muito, muitas emoções, o esporte ele transforma a vida dos nossos alunos de formas que são sem explicação”, afirmou Debora Batista, presidente do Circuito Inclusão.
Mais do que garantir a presença de diferentes grupos nas provas, a organização criou uma estrutura de acolhimento para os participantes. Os projetos foram recebidos pela equipe da Galo Runners em uma tenda de apoio, onde atletas, familiares, acompanhantes e voluntários participaram de um café da manhã antes da largada.
“O projeto surgiu em 2014, em São Paulo, com a missão de incluir atletas com deficiência nas corridas, proporcionando alegria e segurança ”, disse Magns Gonçalves, coordenador do projeto Pernas de Aluguel em
BH.
A iniciativa ajudou a criar um ambiente de integração antes mesmo do início da prova. Para os participantes, a corrida representou não apenas um desafio esportivo, mas também uma oportunidade de convivência e de pertencimento dentro da maior corrida de clubes do mundo.
“A inclusão é a coisa mais importante no mundo de hoje. Hoje em dia, as pessoas percebem pouco o quanto esses meninos são importantes. Hoje eu não pude correr, mas não deixaria de vir aqui apoia-los e trazer alegria, o mundo hoje esta muito egotista, e precisamos ajudar a alegrar a vida dessas pessoas”, pontuou Lilian Bicalho.
A participação dos projetos sociais também deu um novo significado à competição. Para além do tempo de prova, da distância percorrida ou da colocação, a experiência esteve relacionada à possibilidade de ocupar um espaço tradicionalmente associado ao esporte e vivenciá-lo de maneira coletiva.
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Em parceria com Dunga e a Seleção do Bem, iniciativa representa a segunda entrega de casas e transforma a solidariedade da Massa em oportunidade de recomeço.
Mais de dois anos depois das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, algumas famílias que perderam praticamente tudo começam a reconstruir as próprias histórias. Nesta terça-feira (11), o Instituto Galo esteve novamente no estado para entregar 60 novas moradias a pessoas atingidas pelas fortes chuvas de 2024. São 40 casas em São Leopoldo e outras 20 em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
A entrega é resultado da união de parceiros que, diante de uma das maiores tragédias climáticas da história do país, decidiram transformar a solidariedade em ações concretas. A iniciativa conta com a parceria do capitão da Seleção do Tetra, Dunga, e da Seleção do Bem.
O trabalho teve início ainda em agosto de 2024, quando o Instituto Galo mobilizou a Massa em uma grande corrente de solidariedade. Naquele período, o primeiro Treino Aberto da Arena MRV, realizado no mesmo dia em que o Atlético enfrentaria o Grêmio em Belo Horizonte, tornou-se um marco da campanha de arrecadação de donativos e recursos destinados às vítimas das enchentes.
Ao todo, cerca de R$ 3 milhões foram investidos na construção de novas moradias para famílias que perderam as casas e boa parte de dos pertences. A entrega desta terça-feira representa a segunda etapa desse trabalho.
Um recomeço depois da enchente
Para quem viveu a tragédia, voltar ao local onde antes existia uma casa é também reviver momentos difíceis. É o caso de Orides José Alves, morador de São Leopoldo. Em 2024, a água chegou rapidamente à região e obrigou a família a deixar a residência.
“Foi de uma hora para outra”, relembra Orides. “Daí a pouco a minha neta disse: ‘Ô vô, aqui tem um barulho de água aqui atrás’. Fui lá ver, já a água já estava no quarto”.
A família precisou deixar o local às pressas. Em outro momento, segundo ele, a água chegou à altura do pescoço e foram necessários dias até que fosse possível retornar.
“Foi terrível. 22 dias nós estávamos trancados, não tinha como entrar aqui. Custou muito para baixar isso aqui depois. 27 dias aqui embaixo da água, imagina?! As coisas nossas, tudo…”.
A nova casa, agora de pé, representa uma mudança completa de perspectiva. “Mas agora é alegria. E agradecer quem fez tudo por nós. Que Deus abençoe”, afirma Orides.
Para dona Nedir, a lembrança da enchente também é marcada pela perda de tudo o que tinha. Vivendo com a filha, ela mostra os cômodos da nova casa e fala sobre a emoção de finalmente ter um lugar seguro para reconstruir a vida. “Foi triste, meu filho. Fiquei sem nada. Perdi tudo”, conta.
A filha, que também vive na casa, enfrenta dificuldades e ainda carrega as marcas emocionais deixadas pela tragédia. Mesmo diante das perdas, a moradora encontra motivos para agradecer.
“Não tem uma noite que eu deite e que eu não peça. Eu peço para todos que nos ajudaram, né? A cada vez poder mais, né? Porque não é só eu que preciso, tem muita gente”.
Agora, a nova moradia traz conforto e segurança para a família. “Graças a Deus. Bah, bem quentinho aqui, é a coisa mais boa”, comemora.
A emoção de receber uma nova casa
Entre as famílias beneficiadas está também Sirlei, que vive com o neto, criado por ela desde bebê. Ao relembrar a enchente, ela resume a dimensão das perdas em poucas palavras.
“Não salvei nada, nada, nada, nada. Móveis nenhum. Tudo, completamente tudo, até roupa. Eu tenho roupas porque eu ganhei. Quem me deu muita força para seguir nessa vida foi meu pequeno. Se não fosse ele, eu teria feito besteira.”
Para Sirlei, a chegada da nova casa também foi marcada por uma surpresa. O contato aconteceu por meio da Seleção do Bem, depois que Osmar, integrante da iniciativa, conheceu a situação da família.
Ela conta que recebeu a notícia de que seria beneficiada e que, poucos dias depois, acompanhou a chegada do caminhão ao terreno. “Quando foi terça, o caminhão chegou aqui na frente e eu chorei. Eu chorei tanto, que eu não tinha mais nem o que chorar mais”.
Desta vez, as lágrimas eram de felicidade. “Só de felicidade mesmo, com certeza”.
Lenir Assunção também recebeu uma das novas casas e fez questão de mostrar cada cômodo. Ainda organizando os pertences, ela conta que começou praticamente do zero depois da enchente. “Eu comecei do nada, né? Porque a gente tirou tudo que eu tinha”.
Mesmo com a casa ainda sendo organizada, a felicidade de ter novamente um lar é evidente. “Eu estou satisfeita com o que Deus me deu. Jesus sempre vai me ajudar muito mais do que isso, que eu entrego só nas mãos de Jesus”.
A emoção aumenta quando ela fala sobre o marido, que morreu antes de conseguir ver a nova casa. “Ele queria ver essa casinha, mas não deu tempo. Ele se foi antes de ver. Está vendo lá de cima”, diz, emocionada.
Além da moradia, as famílias receberam outros gestos de solidariedade. Todos ganharam cartões no valor de R$ 1 mil para compras em uma loja de departamentos, resultado da iniciativa de Daniela, que venceu um concurso de culinária e decidiu transformar o prêmio em ajuda para quem precisava reconstruir a casa.
“Eu não tenho nem como te dar palavras. Minhas palavras são só dizer obrigado e Deus sempre te fortaleça e te dê muita, muita vida para a frente, muita saúde e que ajude todo esse povo que precisa”, reage a moradora.
Mais do que uma casa, a possibilidade de sonhar novamente
A entrega das moradias representa segurança e dignidade para famílias que passaram por uma situação extremamente dolorosa. Mas, para Dunga, parceiro da iniciativa junto com a Seleção do Bem, o trabalho não termina quando a chave é entregue.
“Nós doamos a casa. Quem tem que transformar a casa em lar são as pessoas. Com carinho, com amor, com dedicação”, destaca.
Segundo ele, a reconstrução também passa pela capacidade de recuperar a esperança. “O mais importante que a gente tá dando com o coração. Nós estamos dando o nosso melhor, atender o máximo de pessoas possível. E não seria possível sem o Galo, o Instituto Galo que está conosco aqui”.
A presença do Instituto Galo também levou às famílias um pouco da alegria característica da Massa, com a participação do Galo Doido durante a ação. “Além das casas, o Galo Doido está aqui para trazer essa alegria, trazer essa interação com as pessoas”, afirma Dunga.
Para o ex-jogador, o principal objetivo é fazer com que aqueles que passaram pela tragédia possam voltar a acreditar em dias melhores.
“A gente tem que fazer as pessoas terem esperança de uma vida melhor. Tem que fazer as pessoas voltarem a sonhar, que é possível”, afirma. “Principalmente as crianças. A gente tem que passar isso para as crianças. Elas têm que sonhar e correr atrás do sonho”.
A entrega das 60 moradias reforça uma missão que começou com a mobilização da Massa em 2024 e que segue transformando a solidariedade em ações concretas. Mais do que construir paredes e telhados, o trabalho devolve às famílias a possibilidade de olhar para frente.
Para quem perdeu quase tudo, uma casa significa proteção. Para quem passou dias vendo a água tomar conta da própria história, significa segurança. E, para quem precisou começar novamente, significa a chance de transformar uma nova casa em um novo lar.
No fim, são as próprias famílias que melhor traduzem o significado desse recomeço. Como resume Orides, diante da nova moradia: “Agora é alegria, alegria mesmo”.
Instituto Galo – O maior projeto social do futebol da América Latina.
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Nesta terça-feira (11), a presidente do Instituto Galo, Maria Alice Coelho, foi homenageada em Belo Horizonte com a Comenda Solidariedade, honraria destinada a reconhecer pessoas que se destacam pelo trabalho social e por iniciativas que contribuem para melhorar a vida de quem mais precisa.
A homenagem foi realizada durante uma Reunião Especial na Câmara Municipal de Belo Horizonte, no Plenário Prefeito Amintas de Barros.
À frente do Instituto Galo, Maria Alice Coelho atua no desenvolvimento e na ampliação de projetos voltados para pessoas em situação de vulnerabilidade. Criado em 2021, o Instituto Galo é o braço social do Clube Atlético Mineiro e desenvolve ações em diferentes áreas, como educação, esporte, cultura, assistência social e apoio às comunidades.
“Eu sou muito grata por poder fazer parte desse trabalho e, principalmente, por ter a oportunidade de contribuir para transformar a vida de tantas pessoas. O trabalho do Instituto Galo é contínuo, feito todos os dias, com muitas pessoas envolvidas e com o propósito de sempre fazer mais por quem mais precisa”, afirma Maria Alice.
Ao longo dos últimos anos, a instituição ampliou a atuação e passou a atender diferentes públicos, com iniciativas voltadas para crianças, adolescentes, famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade. O trabalho busca oferecer não apenas assistência, mas também oportunidades, acesso a atividades e novas perspectivas para quem é beneficiado pelos projetos.
Entre as ações realizadas pelo Instituto Galo estão campanhas de arrecadação e distribuição de alimentos, doação de sangue, apoio a famílias, atividades esportivas e culturais, projetos educacionais e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de crianças e adolescentes. As ações são realizadas com o apoio de parceiros, doadores, torcedores, que contribuem para que os projetos alcancem cada vez mais pessoas.
A atuação do Instituto Galo consolida o papel que o futebol pode exercer além dos campos. Por meio da força e da mobilização da Massa atleticana, o Instituto transforma a paixão pelo Clube em ações concretas de apoio às comunidades e se firmou como o maior projeto social do futebol da América Latina.
“É muito gratificante ver o quanto o Instituto Galo consegue contribuir para a sociedade, transformando realidades e levando oportunidades para tantas pessoas. Saber que esse trabalho faz a diferença na vida de tantos é uma motivação enorme para todos nós”, relata Maria Alice.
A Comenda Solidariedade reforça a importância de reconhecer pessoas e instituições que dedicam o trabalho à transformação social. Para o Instituto Galo, a homenagem representa mais um marco na trajetória de ações que buscam criar oportunidades e contribuir para um futuro melhor para milhares de pessoas.
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Mobilização promovida por Tiago Elvis, conselheiro do Atlético, reuniu o Galo Doido, Reinaldo e Marcelo Trippa e levou solidariedade a diferentes instituições do município
O Instituto Galo participou de uma grande mobilização solidária em São Tiago, no Campo das Vertentes, em apoio ao pequeno Davi, que sofre de Distrofia Muscular de Duchenne e completou 5 anos durante a ação. Ele precisa arrecadar R$ 17 milhões para a compra de um medicamento para o tratamento adequado.
Organizada por Tiago Elvis, conselheiro do Galo e fundador da ONG 1.000 Sorrisos, em parceria com o Instituto Galo, a iniciativa contou com a presença do Galo Doido, do ídolo Reinaldo e de Marcelo Trippa, presidente da Galo Metal e um dos representantes do Galo no programa Alterosa Esporte. Davi e família acompanharam toda a programação ao longo do dia.
“A importância é comemorar o aniversário do Davi, essa causa que tanto eu, quanto o Instituto Galo abraçamos. Cantar os parabéns para o Davi, fazer essa festa e atender todas as instituições públicas da cidade”, destacou Tiago.
A ação passou por três escolas, pelo Albergue São Francisco de Assis, Hospital São Vicente de Paulo e ONG Amigos 4 Patas, além do Trilhão do Ninja, em prol do Ninja que está em tratamento de câncer. Ao todo, mais de 1.500 pessoas foram impactadas.
Entre as iniciativas, a Feira de Livros, organizada por moradores da cidade, foi um dos destaques. Mais de 500 livros foram comercializados, gerando uma arrecadação superior a R$ 10 mil para a campanha do Davi. Entre eles, o livro do ídolo Reinaldo, “Punho Cerrado – a História do Rei”, estava à venda, com direito a sessão de autógrafos do Rei. Outros mais de 1.000 livros também foram doados para a realização do Bazar do Davi, cuja renda será destinada ao tratamento dele.
“Mais uma vez a gente está aqui, e agradecendo a sempre a organização, o pessoal que dá esse apoio para gente aqui na cidade. A família São Tiago hoje fez a gente chegar num valor muito expressivo, só agradecer. A nossa luta não é fácil, mas graças a Deus e a cada um de vocês, ela não é impossível”, agradece João Robson, pai do Davi.
Nas escolas, cerca de 300 crianças participaram das atividades e receberam copos e brindes, incluindo livros, DVDs e revistas sobre a história do Atlético, doados pela Livraria Leitura. No Trilhão do Ninja, foram entregues uma camisa oficial, 300 copos, 450 garrafas de água mineral e brindes para a composição dos kits de corrida.
O Instituto Galo levou o Galo Doido para visitar o Hospital São Vicente de Paulo e o Albergue São Francisco de Assis, onde foram entregues uma camisa oficial para um leilão e cobertores, respectivamente. A ONG Amigos 4 Patas também recebeu cobertores para os animais acolhidos.
Tiago também foi um dos primeiros a se mobilizar pela campanha de Davi, ao lado de Paulo Xisto, baixista da banda Sepultura, e do Instituto Galo. “Fomos nós que começamos essa ação do Davi e hoje ele já está batendo em cerca de R$ 3 milhões arrecadados”, contou. E você também pode fazer parte dessa corrente do bem contribuindo por meio da chave pix: 188.924.276-44.
A programação contou ainda com uma palestra na praça e uma edição ao vivo do podcast Cacodanado, transmitido pela Rádio União FM, com Tiago Elvis, Reinaldo e Marcelo Trippa.
A mobilização reforça a força da união entre o Instituto Galo e a comunidade para transformar o amor pelo Galo em solidariedade e esperança.
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