Âncora da CNN Brasil conhece instalações do Instituto Galo

Na tarde desta terça-feira (16), o Instituto Galo abriu as portas de sua sede, na Arena MRV, para receber Iuri Pitta, âncora e editor de política da CNN Brasil, mestre em Administração Pública e Governo. Acompanhado dos filhos e de um amigo, o jornalista se encantou com o braço social do Atlético, ao lado de Henrique Muzzi, diretor comercial, de comunicação e marketing do Instituto. Durante a visita, conheceu projetos e iniciativas que impactam, anualmente, mais de 200 mil vidas.

Entre os dias 20 e 23 de dezembro, o Instituto Galo promoverá o Galo Doido Noel, na esplanada da Arena MRV, como uma grande celebração natalina gratuita. A proposta é proporcionar momentos inesquecíveis a pessoas em situação de vulnerabilidade social. O evento contará com uma vila temática, atrações culturais, brinquedos, apresentações musicais, além da distribuição de brindes e alimentos para milhares de crianças e familiares.

Além dessa iniciativa, diversos projetos são desenvolvidos de forma contínua para atender quem mais precisa. O Escola do Futuro, por exemplo, tem como objetivo promover o desenvolvimento humano por meio de práticas esportivas, oficinas socioeducativas e acompanhamento psicossocial. Trata-se da principal frente de programas de longo prazo, por meio da qual o Instituto Galo beneficia mais de mil crianças e adolescentes.

A visita reforça o compromisso do Instituto Galo em ampliar pontes, compartilhar experiências e inspirar novas conexões em prol do bem comum. Com ações contínuas e projetos estruturados, a instituição segue transformando a paixão pelo futebol em uma ferramenta de inclusão, esperança e dignidade, levando o nome do Atlético muito além das quatro linhas e impactando, diariamente, a vida de milhares de pessoas.

Instituto Galo — O maior projeto social do futebol da América Latina.

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Complexo social do Instituto Galo recebe festival esportivo do Escola do Futuro

O segundo festival esportivo do Escola do Futuro do Complexo Social do Instituto Galo foi realizado com muita animação na tarde deste sábado (13). Os alunos beneficiários pelo projeto compareceram ao torneio de futebol de salão que uniu respeito e inclusão. Meninos e meninas aproveitaram para se divertirem com amigos e familiares, que em grande presença, também prestigiaram o evento.

Histórias das mais diversas são encontradas em cada um dos participantes que utilizam o espaço inaugurado ainda neste ano. Parceiro do Instituto Galo, o Instituto Marina Flávio Guimarães esteve presente, representando por Fernanda Guimarães e Bárbara Morais, coordenadoras, que realçaram a força do Escola do Futuro em proporcionar momentos de celebração e festividade para as crianças.

Nós ficamos extremamente felizes de representar essas crianças e poder apoiar um projeto tão significativo. Os moradores do entorno da Arena MRV têm um grande aliado social, que é o Instituto Galo, e sabendo disso, podemos agregar em todas as iniciativas. Cada vez mais certos de que o caminho a seguir é exatamente esse” disse Fernanda.

O Escola do Futuro tem como objetivo a promoção do desenvolvimento humano através das práticas esportivas e das oficinas socioeducativas. Um dos pilares para a abordagem com os alunos entre 7 e 17 anos de idade é o acompanhamento psicossocial – reforçando a importância do trabalho desenvolvido na transformação de vidas. Por fim, mas não menos importante, o projeto disponibiliza uniforme e kit completo para as práticas esportivas.

O Instituto Galo e seus patrocinadores seguem trabalhando para garantir que essas crianças continuem sendo protagonistas de suas próprias histórias. A solidariedade é um ingrediente sempre presente e o Instituto Galo oferta além de acolhimento, oportunidades e desenvolvimento em diferentes aéreas do crescimento destas crianças.

Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte – LIE, Ministério do Esporte e Governo Federal. Patrocínio do Instituto Marina e Flávio Guimarães, Grupo BMG, CSN, Banco Master, Inter, Gerdau e apoio da Paróquia Santa Maria Mãe de Misericórdia

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Projeto parceiro do Instituto Galo que acelera fila de cirurgias de escoliose do SUS convive com desafios

O Mude a Curva é um projeto social que acelera filas de cirurgias de escoliose por meio de mutirões estruturados e gratuitos. A iniciativa reúne centenas de profissionais da saúde para devolver qualidade de vida a pessoas com limitações físicas que aguardavam atendimento. Com atuações em várias regiões do país, o movimento transforma realidades ao oferecer cuidado, acolhimento e autonomia aos pacientes.

A situação, contudo, é desafiadora além da responsabilidade de devolver uma luz ao fim do túnel para os acometidos pela má formação. Isso porque alguns obstáculos como a insuficiência de materiais, além da organização estrutural, impedem um melhor desenvolvimento em cada mutirão. Juliano Rodrigues é cirurgião e um dos fundadores da ideia, e comentou sobre a inviabilidade de progredir em quesitos básicos em prol dos acolhidos.

A maior dificuldade está relacionada à falta de insumos e estrutura adequada. Apesar de contarmos com o apoio de empresas parceiras, como a gigantes empresas mundiais do setor, que doam instrumentais e materiais, ainda existem períodos em que a disponibilidade de alguns itens é limitada. Isso nos obriga a ter que buscar soluções alternativas, que nem sempre são ideais para garantir o alcance e impacto desejados“, relatou Juliano, um dos idealizadores do projeto.

Ainda assim, os motivos são de celebração pelas vidas transformadas. Fernando Herrera também é médico-cirurgião e alega problemas que emperram o progresso das ações ao redor do Brasil. Ele também ressalta sobre as últimas operações em Belo Horizonte — em meados de novembro, quando 20 pessoas tiveram a oportunidade de serem auxiliadas e terem uma vida mais digna.

Além dos insumos, outro desafio é encontrar hospitais que aceitem realizar os mutirões. Muitos hospitais têm limitações em termos de leitos, UTIs, recursos e, em alguns casos, falta de incentivos para atender a esse tipo de iniciativa. Apesar disso, temos conseguido formar parcerias sólidas, como a do Hospital São Francisco, em Belo Horizonte, onde realizamos os maiores mutirões de escoliose do estado“, apontou Fernando Herrera

Ao longo de suas edições, o Mude a Curva já avaliou milhares de pacientes e realizou centenas de cirurgias que marcaram mudanças profundas na vida das famílias atendidas. O projeto também promove formação humana e prática para estudantes e profissionais da saúde, que vivenciam o impacto direto da medicina solidária. Cada mutirão consolida a missão do movimento: entregar saúde, esperança e novas possibilidades de vida para quem mais precisa.

O programa se destaca pela estrutura integrada que envolve desde o preparo pré-operatório até o acompanhamento pós cirúrgico dos pacientes. A atuação multidisciplinar garante mais segurança, confiança e eficiência em cada etapa do processo. Reafirmando assim o compromisso de oferecer saúde com responsabilidade, humanização e impacto social real.

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Forte, Vingador e Solidário: relembre as principais ações do Instituto Galo em 2025

O Instituto Galo encerra mais um ano de humanidade e solidariedade para os que mais precisam de ajuda. A iniciativa filantrópica que em 2024 impactou mais de 200 mil pessoas esteve em todos os cantos de Minas Gerais, ultrapassou as fronteiras do estado e foi além: impactou vidas no Paraguai, assinando mais uma marca histórica em busca de uma sociedade cada vez mais justa. Dentre tantos feitos dentro destes últimos 12 meses, traremos neste conteúdo, e nas próximas duas semanas, um compilado de ações que abrilhantaram a vida de crianças, jovens, adultos e idosos, que compartilham do sentimento em preto e branco —ou não, para elucidar cada passo dado com muito carinho e cuidado do maior projeto social do Futebol da América Latina.

Antes mesmo da primeira semana de janeiro chegar ao fim, iniciou-se o ‘Quebrando Fronteiras’; um projeto que oferta a adolescentes e jovens moradores do entorno da Arena MRV, de forma gratuita, aulas da língua inglesa, em parceria com a American English Academy. Um programa didático e intitulado em 60 passos, aprendendo pilares do idioma que hoje rege o planeta. Um passo além para o futuro de uma geração que tem em mãos uma oportunidade única em suas vidas.

Ainda assim, uma atitude que se estendeu por todo o ano começaria ainda em 22 de janeiro: o Instituto Galo doou 1000 ingressos gratuitos para o primeiro compromisso do Atlético e, Belo Horizonte, nesta temporada. Atleticanos que residem próximos a Casa do Galo assistiram o pontapé da equipe alvinegra no Mineirão e estiveram cada vez mais perto do clube do coração. A mesma ação, no entanto, se estendeu para as partidas também na Arena MRV, diante de Juventude, pelo Campeonato Brasileiro, e Grêmio — este pela finalíssima do Brasileirão Sub-17, quando o Galinho sagrou-se campeão nacional.

O ano somente estava começando e o Instituto Galo seguia na linha de frente pela Massa e pelos que mais precisam: Luis Philipe, deficiente visual, é fã de carteirinha do nosso ídolo Guilherme Arana, e através de um vídeo publicado em nas redes sociais, alcançou o projeto. O jovem atleticano de 18 anos afirmou que conhecer o lateral-esquerdo foi motivo de reconstrção em sua vida, e na de sua família, como contou a mãe: “Não tenho palavras para falar o quanto isso era um sonho dele, e um sonho nosso, da família. Vivemos os sonhos deles, e a emoção que nós sentimos naquele momento foi inexplicável“.

A presença do Atlético e do Instituto Galo no bairro Califórnia trouxe diversos benefícios à comunidade que ali vive. Inaugurou-se, próximo da Arena MRV, o Complexo Social que hoje abrange diversos programas de iniciação social como o Escola do Futuro, o Projeto Musical e o Quebrando Fronteiras, como mencionado anteriormente.  O Galo Doido, acompanhado de Maria Alice Coelho, presidente do Instituto Galo, e de Sérgio Coelho, presidente do Atlético, abriu as portas da nossa “segunda casa”, como disse a mandatária do projeto.

Os primeiros passos de 2025 mostram que o Instituto Galo segue fiel ao seu propósito de alcançar quem mais precisa com acolhimento, oportunidade e transformação. Logo nos primeiros meses, as ações puderam proporcionar esperança e harmonia aos impactados, sejam eles por motivos de saúde ou até de inclusão social. Sabendo da responsabilidade que o Instituto Galo tem em ser suporte para essas pessoas, a consciência era, naquele momento, de que seria um ano desafiador, mas de muitas realizações e momentos eternizados nas vidas daqueles que precisam da filantropia.

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Clube das 113 visita projeto em comunidade carente de Belo Horizonte

Na manhã desta quarta-feira (10), integrantes do Clube das 113 — mulheres empreendedoras que ajudam a financiar ações sociais do Instituto Galo — estiveram no Recanto do Menor, projeto que visa promover o desenvolvimento integral e a inclusão social de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, na Vila Monte São José, região Centro-Sul de Belo Horizonte. Uma sessão solene foi celebrada com a presença de 41 crianças e adolescentes, entre seis e 18 anos, que são acolhidos no local.

Maria Alice Coelho, presidente do Instituto Galo, visitou, junto às colaboradoras do Clube das 113, as instalações do Recanto do Menor. A arrecadação mensal, no valor de R$ 313,00 por participante, representa cerca de 50% dos recursos destinados à Juventude do Recanto, projeto que integra o Recanto do Menor. A presidente comentou sobre a felicidade de poder ver de perto uma associação filantrópica cada vez mais estruturada e testemunhar os resultados desse trabalho beneficiando centenas de crianças.

MARIA ALICE COELHO – PRESIDENTE DO INSTITUTO GALO

O Instituto Galo fica muito feliz de fazer essa parceria com o Recanto do Menor e o Recanto da Juventude, uma instituição maravilhosa que ajuda essas crianças carentes a terem acesso à alimentação e à diversão. Agradecemos também às mulheres do Clube das 113, grandes parceiras nessa empreitada de ajudar nessa iniciativa

NATASHA RIBEIRO – COORDENADORA GERAL DO RECANTO DO MENOR

Um evento que virou tradição aqui no Natal do Recanto do Menor. Fazemos essa missa para agradecer a Deus e aos parceiros, como o Instituto Galo, que nos auxilia e muito através do Clube das 113. O padre que, inclusive, celebrou a missa foi um dos fundadores, deixando ainda mais simbólico esse dia festivo

O Recanto do Menor nasceu com o propósito de oferecer conforto e segurança aos pequenos moradores em situação de vulnerabilidade social. Ao todo, são 234 crianças e adolescentes assistidos. O Instituto Galo participa diretamente de projetos que buscam garantir uma melhor qualidade de vida àqueles que mais precisam. Dessa forma, Renata Muzzi e Patrícia Muzzi, também integrantes do Clube das 113, agradeceram o convite para participar da celebração, que contou ainda com uma belíssima apresentação das crianças.

Estamos muito empolgadas e gratas por estarmos aqui, fazendo parte deste momento ao lado dessas crianças maravilhosas. Acompanhar de perto um trabalho exemplar em uma área carente, voltado para famílias que precisam de auxílio, é especial. Seguimos cada vez mais motivadas a ser amparo e ir além, para que tenhamos um mundo mais justo”, agradeceu Patrícia.

Eu fico extremamente feliz em participar, em estar aqui vendo tudo isso acontecer, com tanta qualidade e carinho para esses meninos e meninas que podem ser ajudados. A intenção é fazer com que a oportunidade chegue a todos eles. Saber que podemos proporcionar isso — e realmente fazer acontecer — é gratificante”, comentou Renata.

O Recanto do Menor é um exemplo de modelo a seguir. O trabalho continua, sempre guiado pela responsabilidade social e pela certeza de que cuidar do próximo é o caminho para um futuro mais digno. A consciência de estender a mão aos mais afetados reforça a convicção de que o Instituto Galo pode impactar ainda mais pessoas, onde quer que esteja.

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Em tempo de renovação, Rio Bonito do Iguaçu recebe Galo Doido na Escola Furacão

Esperança: a palavra que resume a presença do Instituto Galo nos últimos dois dias em Rio Bonito do Iguaçu, Em seis de novembro, a cidade no interior do Paraná foi atingida por um tornado jamais visto em território brasileiro nas últimas três décadas. Com mais de 13 toneladas de alimentos, além de um espírito animador e reluzente, o mascote mais querido do Brasil ainda transformou a manhã e tarde de mais de 100 meninos e meninas da Escola Furacão.

A iniciativa do Athletico-PR tem como objetivo dar maior amparo a crianças do interior e proporcionar um contato maior com o futebol, enraizando a cultura do clube rubro-negro. Isso vai de encontro com o Instituto Galo, que fornece diversas atividades aos alunos da Escola do Futuro – que trabalha com três pilares: a prática esportiva, oficinas socioeducativas e acompanhamento psicológico. Ainda assim, a visita se tornou ainda mais especial, sabendo do enfraquecimento emocional que essas crianças ainda passam, mesmo após a catástrofe natural, que desalojou esmagadora maioria dos que estavam presente no Campo do Aerbi.

O carinho de todos com o Galo Doido foi o reflexo de uma população entregue à qualquer tipo de reciprocidade. Mesmo atravessando um momento delicado e, ainda tentando se reconstruir, retribuíram todo o amor e a solidariedade que o Instituto Galo carregou na bagagem até a cidade que está há mais de 1400 quilômetros de Belo Horizonte. Mais uma ação que evidencia o quanto o social pode fazer a diferença em todos os propósitos que o maior projeto social do futebol da América Latina tem como compromisso.

Fica a nossa gratidão de vocês terem se deslocado de tão longe para nos fortalecer ainda mais com alimentos, extremamente necessários, e o carinho do povo mineiro. O Athletico-PR, Rio Bonito do Iguaçu e todo o estado do Paraná agradece ao Instituto Galo e ao Clube Atlético Mineiro pela atitude de humanidade pura. Ficamos mais que honrados e com a certeza de que toda ajuda será bem-vinda ao nosso município“, disse Bruno Medeiros, coordenador da Escola Furacão em Rio Bonito.

O Atlético é o primeiro clube – sendo representado pelo Instituto Galo, a estar presente em Rio Bonito do Iguaçu. Romper fronteiras e criar momentos de emoção para crianças, adultos e idosos, independentes das cores da camisa, são formas de instaurar em todas as nossas visitas a verdadeira missão social e solidária. Ato que é motivo de orgulho e abrilhanta o único clube de Minas Gerais que atua no terceiro setor.

Em maio de 2025, o Instituto Galo também andou lado a lado de clubes do sul do país: o Grêmio, e o Internacional. Nas enchentes que assolaram todo o estado do Rio Grande do Sul, o braço direito e social do Atlético acumulou números expressivos que entrelaçaram, com muita efervescência, as relações entre os mineiros e os gaúchos. O projeto filantrópico do Galo está atento às situações de vulnerabilidade e não foi diferente, desta vez, com todos os cidadãos paranaenses.

O Instituto Galo impacta, por ano, mais de 200 mil pessoas e segue buscando ser cada vez mais presente na vida dos que apresentam certa necessidade. Ressalta-se, a cada viagem, nosso intuito em colaborar para uma sociedade mais justa e digna de compaixão e fraternidade. Juntos, podemos mudar a história dos que podem contar com a iniciativa referência em Minas Gerais, no Brasil e ao redor do mundo.

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Chocante: Instituto Galo chega a Rio Bonito e presencia estragos causados pelo tornado

Após 1.300 quilômetros de viagem, o Instituto Galo chegou a Rio Bonito do Iguaçu para amparar o povo paranaense, atingido há menos de um mês por um tornado que deixou seis mortos. Além disso, outros mil cidadãos foram desalojados e ainda buscam ajuda para reconstruir tudo aquilo que foi devastado. Estima-se que 750 habitantes, dos mais de 15 mil rio-bonitenses, tenham sido feridos pelas agressivas ventanias que atordoaram o interior do estado.

Nesta quinta-feira (4), o Instituto Galo fará o repasse de mais de 13 toneladas de alimentos arrecadados nas últimas semanas em parceria com o Clube Atlético Mineiro. A entrega tornou-se possível graças às contribuições obtidas durante a exibição da decisão da Sul-Americana, ocorrida na Esplanada da Arena MRV, além do apoio da Nenety Eventos e do programa SESC Mesa Brasil.

Além da entrega dos alimentos, o Instituto Galo aproveitará a passagem pelo sul do país para visitar o Campo do Aerbi, onde cerca de 200 alunos da Escola de Futebol do Furacão — iniciativa do Club Athletico Paranaense que, além da prática esportiva, visa estímulo, inclusão, desenvolvimento humano, diversidade e uma vida saudável, afastando jovens das drogas e da criminalidade — participam das atividades. Com o objetivo de oferecer uma enorme gama de esperança às crianças e, principalmente, ao município como um todo, o Galo Doido estará presente em uma ação emocionante. O mascote mais querido do país dispõe de uma didática eminente e generosa, transmitindo solidariedade àqueles que passam por uma situação de total vulnerabilidade social.

Bruno Medeiros, educador físico e colaborador do projeto rubro-negro em Rio Bonito do Iguaçu, trata com muito carinho a visita do Instituto Galo à sua cidade, assolada pela tragédia:

“Agradecemos ao Instituto Galo por vir até aqui e se mobilizar pelo que passamos. É o primeiro clube que nos visita e traz mantimentos de forma tão alentadora e carinhosa. A presença do Galo Doido é muito importante, porque vocês proporcionam algo que eles só veem pela televisão. Depois de tudo que passamos, é com certeza uma oportunidade para levar um pouco de alegria a essas crianças e adolescentes entre 6 e 16 anos. Isso nos dá um ar de esperança, por toda a empatia e consideração que tiveram por nós. Faz com que pensemos em uma reconstrução e em um futuro para Rio Bonito do Iguaçu. Passamos a nos motivar novamente para ter o lar que sempre sonhamos”, relatou Bruno.

Além do momento proposto às crianças da Escola Furacão, o Instituto Galo também visitará uma instituição escolar e outra de cuidados para idosos, estendendo suas fronteiras de solidariedade. O intuito da visita ao interior do Paraná é transformar mais vidas que, em um breve momento, tiveram seus pertences e sonhos sombreados, mas que, com a ajuda incessante do projeto social que impacta 200 mil pessoas por ano, podem voltar a mirar um futuro esperançoso.

“O intuito do Instituto Galo é promover solidariedade por meio dos alimentos arrecadados em todos os jogos, mostrando que o futebol vai além das quatro linhas e tem o poder de transformar vidas. O propósito é ajudar aqueles que mais precisam, independentemente da situação. Os alimentos servem de apoio às pessoas afetadas por catástrofes naturais, reforçando a solidariedade e a compaixão pelo próximo. O Galo Doido leva alegria e esperança — e é esse brilho que esperamos ver nos olhos de cada criança que, infelizmente, não tem tanto acesso ao universo do futebol.”

O ato ainda se estende a Laranjeiras do Sul (PR), município vizinho que também foi afetado pelo tornado. A cidade, localizada a aproximadamente 20 quilômetros, vem auxiliando o povo de Rio Bonito do Iguaçu em atividades básicas e, principalmente, na oferta de estrutura. O ginásio poliesportivo totalmente destruído hoje é substituído em Laranjeiras, que passou a comportar ambas as populações.

A presença do Instituto Galo no Paraná reforça o compromisso do clube com a responsabilidade social e o cuidado ao próximo. Em um momento em que tantas famílias ainda lidam com perdas profundas, cada gesto de solidariedade se transforma em combustível para reerguer histórias, resgatar esperanças e reacender sonhos. Mais do que doações, é afeto, presença e humanidade que conectam o futebol à vida real e mostram que, juntos, é possível reconstruir não apenas estruturas, mas também a confiança de um povo que segue em busca de dias melhores.

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Movimenta Arena: Instituto Galo abraça luta contra Diabetes na Arena MRV

No último sábado (29), o Movimenta Arena se transformou em um verdadeiro ponto de consultas e incentivo ao esporte. Como sempre promove, de forma mensal, o Instituto Galo adotou desta vez as tratativas pela luta contra a diabetes — doença crônica causada pela produção insuficiente ou pelo uso ineficaz da insulina. Mais de 10 estudantes da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (CMMG) estiveram presentes aconselhando moradores da região e a Massa no assunto de saúde pública.

O Centro Oftalmológico de Minas Gerais também abraçou a causa e se fez presente no evento. A doença em questão pode agravar o bom andamento ocular e isso se dá pela retinopatia. No caso, apresenta-se um excesso de glicose, danificando os vasos sanguíneos da retina e, consequentemente, podendo vir a causar edema macular diabético, glaucoma e catarata.

Outro ponto amplamente discutido durante a ação foi o papel da educação em saúde como ferramenta de transformação. A adoção de práticas simples, como alimentação equilibrada, atividade física regular e acompanhamento médico, tem impacto direto na qualidade de vida de quem convive com a doença. O Instituto Galo, atento às demandas da comunidade, reforça seu compromisso de ampliar o alcance dessas informações e incentivar o autocuidado, fortalecendo a prevenção como principal aliada na luta contra a diabetes.

Além dos atendimentos e das orientações prestadas durante o Movimenta Arena, os profissionais reforçaram a importância dos exames periódicos para controle da glicemia e detecção precoce de possíveis complicações. A diabetes, quando negligenciada, pode evoluir silenciosamente e atingir órgãos vitais, como rins, coração e sistema circulatório. Por isso, estimular a população a compreender seus próprios indicadores de saúde é fundamental.

Recentemente, o Instituto Galo recebeu o Instituto Tipo 1 na Arena MRV, para uma ação de conscientização e maior cuidado aos problemas causados pela má condição. A intenção é alertar a população de que o tratamento feito de forma antecipada, além da monitoria para uma vida mais saudável, seja o caminho adotado. O projeto que impacta mais de 200 mil pessoas por ano entende como prioridade a luta contra a Diabetes.

Instituto Galo – O Maior Projeto Social do Esporte Brasileiro

 

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Premiado: Instituto Galo recebe selo Empresa Amiga, do Instituto Mano Down

O Instituto Galo e o Instituto Mano Down, na linha de frente do terceiro setor, e engajados com aqueles que mais precisam, seguem firmes numa parceria que beneficia centenas de pessoas. Na manhã desta quinta-feira (27), Henrique Muzzi, diretor comercial e de comunicação e marketing do Instituto Galo, esteve presente no ‘Selo 2025’, evento que premiou e reconheceu colaboradores do projeto que entrega inclusão e oportunidades no mercado às pessoas com deficiência. O Instituto Galo foi reconhecido como um dos parceiros estratégicos da iniciativa.

A força e junção de ambos os Institutos ajudam crianças que são abandonadas pelas famílias quando ocorre a descoberta de uma deficiência intelectual apresentada pelas crianças. Estima-se, pelos dados oferecidos pelo Instituto Baresi, que isso acontece em 78% dos casos. Em vários momentos, as ações do Instituto Galo contam com a parceria e os serviços dos monitores e, principalmente, das pessoas com deficiência que abrilhantam todas as realizações.

No último Festival da Inclusão, em agosto de 2025, mais de 25 instituições levaram em torno de 700 pessoas para celebrar o acolhimentos às pessoas com deficiência. Estiveram presentes alguns artistas importantes do movimento, como o Dudu do Cavaco, a Banda Cabra Cega e a Banda da Apae de Belo Horizonte — todos eles sendo também deficientes e acolhidos. O entrelaço entre o Instituto Galo e o Instituto Mano Down se fortalece para que os acolhidos tenham cada vez mais direitos e benefícios que proporcionam uma vida de maior qualidade.

O quadro em Belo Horizonte se agrava a partir do conhecimento pelos números disponibilizados pela Vox Populi: mais de seis mil pessoas na capital mineira possuem Síndrome de Down, sendo que mais de 14% delas nunca frequentaram quaisquer instituições escolares (regulares ou especializadas). O dado evidencia o quanto o trabalho filantrópico do Instituto Galo e do Instituto Mano Down suportam os impactados pelos projetos.

Essa união representa esperança concreta para famílias que enfrentam jornadas desafiadoras. As iniciativas conjuntas ampliam horizontes antes inimagináveis para inúmeros participantes. Com dedicação contínua, a transformação promovida por essa rede solidária se expande e inspira novas conquistas.

Instituto Galo – O Maior Projeto Social do Esporte Brasileiro

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Com apoio do Instituto Galo, Mude a Curva avança na redução da fila de escoliose no SUS em BH

Na manhã desta quarta-feira (19), mais de 40 pessoas envolvidas no Mude a Curva — projeto social estruturado em mutirões cirúrgicos para acelerar as filas de cirurgias de escoliose — apresentaram o dia a dia de um bloco cirúrgico. Nesta semana, 20 pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, serão contempladas com operações que, sem dúvida, devolverão qualidade de vida e condições básicas para seguir em frente.

De maneira objetiva, a ação já mobiliza mais de 550 profissionais da saúde, alcançando sete estados em quatro regiões do país. Nos 10 mutirões já realizados, mais de 500 pacientes foram avaliados, resultando em mais de 230 cirurgias concluídas — números que evidenciam a relevância social do projeto e o impacto direto de devolver autonomia a pessoas com limitações físicas.

O Dr. Juliano Rodrigues , fundador do Mude a Curva, reforça a missão do movimento:
“É uma alegria imensa para nós do Mude a Curva estar aqui proporcionando essa melhoria de vida para as pessoas. É clara a consciência de que podemos ajudar e usarmos das nossas capacidades como meio de mudar a forma como essas pessoas veem a vida e, claro, deixem de viver em condições físicas precárias como é o caso de muitos e muitas, há anos. Temos a certeza de que a parceria com o Instituto Galo vem para somar e divulgar ainda mais o trabalho que fazemos; como reforçamos: de forma gratuita e totalmente solidária aos que mais precisam.”

Entre os participantes da ação, estudantes de medicina relataram como a vivência transforma a formação acadêmica e humana: “É uma experiência muito enriquecedora porque a gente vê que a medicina não é somente a teoria. Claro, a técnica é muito importante, mas a prática nos ensina não somente a nos tornar melhores médicos, mas também melhores pessoas. Isso contribui bastante para o cuidado e recuperação de cada um. É uma experiência muito gratificante, e que vai ficar marcada pra sempre.”

A mobilização também depende diretamente das equipes do Hospital São Francisco, que recebe a 11ª edição do movimento. Alexandre, responsável pelo núcleo que gerencia o bloco cirúrgico, explica o sentimento de ver o trabalho acontecer: “É um sentimento de dever cumprido. Foram meses de preparação, desde a criação do plano operativo, do mapeamento do fluxo, e hoje a gente está aqui conseguindo fazer as cirurgias e levando mais saúde para esses pacientes. Nós criamos um grupo multidisciplinar para fazer a escuta desses pacientes, então esse grupo fica responsável pelo acolhimento, justamente para promover uma melhor experiência para os nossos pacientes aqui no hospital.”

A fisioterapeuta Ana Cristina detalha o cuidado pré e pós-operatório que garante mais segurança e confiança aos pacientes: “A gente acompanha esses pacientes um mês antes da cirurgia. Avaliamos todos os pacientes aqui no hospital, desde parâmetros como força muscular, equilíbrio, função respiratória, qualidade de vida, auto percepção e aparência. Fazemos então a intervenção online desses pacientes durante um mês antes do procedimento. Depois eles internam, nós reavaliamos os mesmos parâmetros para ver os efeitos dessa intervenção, acompanhamos esses pacientes no pós cirúrgico, tanto no CTI como na internação, para que eles possam voltar a andar e ter confiança. Eles vão mais confiantes para o bloco, com o corpo mais preparado, com uma maior flexibilidade, uma mobilidade melhor da coluna deles e a força muscular mais preparada, para prepará-los ao desafio da operação que eles vão passar e para ter uma recuperação melhor ainda.”

Entre os pacientes que já passaram pelo procedimento nesta edição está Fernanda Freitas, de 17 anos, que deixou o CTI e segue se recuperando no quarto. Ela convive com a escoliose desde os 11 anos, tentou diversas formas de tratamento — como colete, pilates e fisioterapia — mas nenhuma trouxe resultado. As dores eram constantes e o impacto estético também afetava seu dia a dia.

Hoje, ela relata alívio e transformação: “Eu descobri a escoliose quando tinha 11 anos, agora tenho 17. Cheguei a usar o colete, não resolveu. Fiz pilates, fisioterapia, e nada resolveu. Sentia muitas dores e a parte estética pesava muito pra mim. “Eu achei que seria um pós mais dolorosos, mas até agora eu não pedi remédio, consegui dormir, então está tudo bem tranquilo. Já senti diferença na respiração, estou respirando bem melhor do que antes.”

Com o empenho conjunto de profissionais, estudantes e equipes multidisciplinares, o Mude a Curva reafirma seu compromisso em transformar realidades por meio do acesso à saúde. Cada mutirão representa não apenas uma cirurgia realizada, mas uma jornada de cuidado, acolhimento e esperança. O impacto gerado vai muito além do centro cirúrgico: devolve autonomia, confiança e novas possibilidades de vida para pacientes e famílias que aguardavam por essa oportunidade.

Assim, o projeto segue construindo um legado de humanização, eficiência e solidariedade na saúde brasileira.

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