Copa no Complexo Social transforma o Instituto Galo em clima de Mundial

Enquanto a Copa do Mundo da FIFA movimenta torcidas e jogadores pelo mundo, Belo Horizonte também teve os próprios craques entrando em quadra. Nos dias 23 e 24 de junho, o Instituto Galo promoveu a Copa do Complexo, uma competição especial para os 150 beneficiários do Escola do Futuro, no Complexo Social do Instituto Galo.

Com idades entre 7 e 17 anos, os participantes foram divididos em seis turmas e disputaram partidas entre os times Brasil Verde e Brasil Amarelo. Mais do que uma disputa por gols, o evento foi um momento de integração, alegria e valorização do esporte como ferramenta de transformação social.

Antes mesmo de a bola rolar, a expectativa já tomava conta dos participantes. Para João Vitor, de 14 anos, a competição era uma oportunidade de viver uma experiência diferente dentro do projeto.

“Eu acho que vai ser muito legal. Nós vamos continuar jogando sério, dando a vida, porque é um campeonato”, contou o beneficiário, animado com a oportunidade. Para ele, participar das atividades do Instituto Galo também representa ocupar o tempo com algo que faz bem: “Tira um pouco do meu tempo de ficar em casa sem fazer nada e me dá a chance de fazer uma coisa boa e que eu gosto, que é jogar bola”.

Depois de entrar em quadra, a pequena atleta Cecília, de 10 anos, contou que a pressão inicial deu lugar à diversão durante a partida. “Quando eu entrei deu um frio na barriga, mas quando fui jogando já passou”, revelou.

A paixão pelo futebol acompanha Cecília há alguns anos. “Jogo desde pequenininha. Faz três anos que eu estou jogando”. Com a medalha de participação em mãos, ela também falou sobre a lembrança que levaria daquele momento. “Vai me marcar sempre. Gostei de ganhar”.

Durante os dois dias de evento, os jogos foram realizados com muita energia e participação das crianças e dos adolescentes. Cada partida teve quatro tempos de nove minutos, garantindo que todos pudessem entrar em quadra e aproveitar a experiência.

Segundo o professor do Escola do Futuro, Ryan Novaes, a divisão dos times teve como objetivo fortalecer o espírito coletivo e tornar a competição equilibrada para todos os participantes.

“A gente dividiu os meninos em Brasil Amarelo e Brasil Verde para reforçar esse sentimento e esse amor pelo Brasil. Todos os times foram organizados de acordo com a faixa etária e algumas características, para que todos participassem da maneira correta”, explicou.

Para além da prática esportiva, o professor destacou o papel do futebol no desenvolvimento dos beneficiários. “É reforçar que através do esporte eles têm lugar na sociedade e incentivar cada vez mais esse amor pela nossa nação e pelo esporte também”.

A animação tomou conta do Complexo. Com vuvuzelas, pompons e muita torcida, os participantes transformaram a Copa do Complexo em uma verdadeira festa. “A expectativa é sempre alta. Os meninos já chegaram aqui fazendo barulho, então a energia ficou lá em cima”, contou Ryan.

A experiência também marcou quem acompanhava de fora da quadra. Ilza Nick, avó do Victor, fez questão de estar presente para prestigiar o neto. Para ela, acompanhar momentos como esse é motivo de orgulho. “Eu acho muito bom e eu gosto de ver. Eu sempre acompanho ele. Ele gosta muito de jogar futebol”, contou.

O sentimento de transformação também esteve presente nas famílias dos beneficiários. Jorge Mendonça, pai do Alexandre, destacou como o Instituto Galo contribui para o desenvolvimento do filho, principalmente na convivência e na relação com o esporte.

“Essa é a terceira Copa do Mundo que ele participa, mas é a primeira que ele está entendendo realmente o que é futebol. O suporte que o Instituto Galo deu ajudou a ampliar esse conhecimento dele e hoje ele está super empolgado”, afirmou.

Segundo Jorge, a participação no projeto trouxe mudanças importantes na rotina e no comportamento do filho. “Ele era um menino mais contraído. O intuito de estar aqui era mais para socializar. Hoje ele já tem mais liberdade com os amigos e participa até de jogos que talvez não participaria antes”.

Além das partidas, a Copa do Complexo também contou com a exposição do trabalho desenvolvido na oficina socioeducativa “Minha copa, minha comunidade”. Na atividade, os beneficiários preencheram uma bandeira do Brasil com palavras que representam os desejos e sentimentos deles para o nosso país.

Ao final das partidas, todos os participantes receberam medalhas de participação e um lanche especial, celebrando não apenas os resultados dentro de quadra, mas principalmente a participação de cada um.

No Instituto Galo, cada jogo vai além de uma competição, também é uma oportunidade de fortalecer vínculos e mostrar que o futebol é caminho para transformar histórias.

Esse projeto é realizado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte – LIE, Ministério do Esporte e Governo Federal. Patrocínio do Instituto Marina e Flávio Guimarães, Grupo bmg, CSN, Inter, Gerdau e apoio da Paróquia Santa Maria Mãe de Misericórdia.

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Instituto Galo mobiliza escolas e APAE com ação histórica em Funilândia

O amor pelo Galo atravessa fronteiras e chega onde a paixão alvinegra está presente. O Instituto Galo levou uma dose especial de alegria para Funilândia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com uma programação que reuniu crianças, adolescentes e usuários da APAE em um dia marcado por emoção, sorrisos e muita celebração.

O grande protagonista da visita foi o Galo Doido, que fez a festa nas escolas e instituições da cidade. Além do encontro com o mascote, o Instituto Galo realizou a entrega de kits com blusas e copos para as escolas participantes e distribuiu brindes para os usuários da APAE.

A primeira parada foi no Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Chapeuzinho Vermelho, que recebeu a visita do mascote junto aos alunos da Educação Infantil, com crianças de 2 a 6 anos. No mesmo local, a Escola Municipal Sagrado Coração de Jesus também participou da ação, reunindo estudantes do Ensino Fundamental.

A presença do mascote mais amado do Brasil transformou a rotina dos alunos em um momento de muita animação. Para muitos, foi a oportunidade de ver de perto um dos maiores símbolos do Clube Atlético Mineiro.

“É muito importante, porque tem gente do interior que não consegue ir para fora para poder ver o Galo pessoalmente. É muito bom vocês trazerem o Galo para cá para a gente poder ver”, contou Mikaele Heloiza, aluna da Escola Estadual Aluísio Ferreira de Souza.

Com alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, a escola foi mais um ponto de encontro entre a comunidade e o mascote alvinegro.

A programação também chegou à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) – Centro Dia de Funilândia, onde usuários participaram de um momento especial de interação, música e diversão. Joice, uma das participantes da ação, falou sobre a emoção de receber o presente e viver a experiência ao lado dos amigos.

“É emocionante demais. Nós gritamos, dançamos. Com meus amigos da APAE e do Galo. Olha esse copão bonitão. Te amo, Galo!”, celebrou.

A visita foi viabilizada pelo Projeto Jovens de Ouro, da Escolinha de Futebol Floresta Esporte Clube, iniciativa que atende cerca de 150 atletas, entre 6 e 17 anos, todos moradores da cidade. O projeto “Se tem escola, tem bola” trabalha o esporte como ferramenta de formação cidadã.

Para a presidente da iniciativa, Elizângela Coelho, a parceria representa uma oportunidade de levar valores que vão além do futebol.

“O esporte é vinculado à formação do cidadão, do cidadão do bem. O Instituto Galo veio fazer o que muitos times esportivos deveriam fazer: incentivar a cidadania”, destacou.

Segundo ela, momentos como esse ficam marcados na memória dos participantes. “Essas crianças vão levar isso para o resto da vida. É uma lembrança positiva do que é o esporte, do que é ser uma boa pessoa e um bom cidadão dentro da comunidade”, afirmou.

A ação em Funilândia reforça o compromisso do Instituto Galo em aproximar o Clube de diferentes comunidades, levando não apenas a presença do Galo Doido, mas também experiências de conexão, inclusão e pertencimento.

Porque, onde existe uma história de amor pelo Atlético, existe também espaço para o Galo chegar.

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Parceria entre Instituto Galo e Mano Down leva futebol, inclusão e pertencimento para crianças e adolescentes

A quadra do Instituto Mano Down ganhou um toque especial nesta quinta-feira (18). Entre sorrisos e muita animação, os educandos da instituição receberam os novos uniformes do Escola do Futuro, projeto desenvolvido pelo Instituto Galo. A entrega marcou avanço importante da parceria entre as duas instituições, que une esporte, inclusão e desenvolvimento para crianças e adolescentes com síndrome de Down e outras deficiências.

Ao todo, 100 kits esportivos foram entregues aos participantes, com itens completos para a prática do futebol: bermuda, blusa, meião, chuteira, garrafinha e mochila. Os educandos, com idades entre 6 e 17 anos, agora contam com uma estrutura ainda mais completa para participar das oficinas esportivas realizadas duas vezes por semana no espaço do Mano Down.

O evento ficou ainda mais especial com a presença do Galo Doido. O mascote atleticano levou alegria para as crianças, que fizeram questão de registrar o momento e compartilhar a emoção de vestir pela primeira vez o uniforme do projeto.

A parceria começou em março deste ano e faz parte do Projeto Escola do Futuro, promovido em diferentes cidades de Minas Gerais e agora também contribui para o desenvolvimento dos educandos do Instituto Mano Down.

Para a coordenadora de Educação Inclusiva do Mano Down, Francisleny Lopes, a parceria representa uma oportunidade de ampliar o desenvolvimento dos participantes para além da prática esportiva.

“O futebol tem proporcionado atividades motoras e esportivas muito importantes para os nossos educandos. A atividade motora favorece o desenvolvimento, a autonomia do andar, do correr, do pular. Isso impacta diretamente também na educação, porque para chegar ao processo de escrita, por exemplo, existe todo um desenvolvimento de habilidades que passam pelo movimento, pelas regras e pelos comandos”, explicou.

Segundo Francisleny, a expectativa para a entrega dos uniformes envolveu não apenas as crianças, mas também as famílias. “Os meninos estavam muito animados. Não só os nossos educandos, mas também os familiares, que veem a importância dessa parceria e de estar uniformizado, com uma chuteira, para poder se sentir pertencente aos dois institutos”.

Durante a entrega, o sentimento de pertencimento também apareceu na fala dos próprios educandos. Miguel Massara, participante das oficinas, contou que está gostando da experiência com o futebol e destacou a importância da atividade para ele.

“É muito bom. O que eu mais gosto são os gols”, disse. Para ele, o esporte também ajuda na evolução pessoal: “Me ajuda a ficar em forma e conseguir fazer mais gols”.

O professor de Educação Física, Carlos Alberto de Souza, acompanha as atividades e explica que o futebol é trabalhado de forma adaptada, respeitando as características de cada participante.

“O futebol aqui é importantíssimo para o desenvolvimento motor e para eles aprenderem uma atividade física. Nós adaptamos as brincadeiras dentro do futebol para que as crianças possam fazer uma atividade prazerosa”, afirmou.

De acordo com o professor, os resultados já podem ser percebidos no dia a dia. “Tem muitos meninos desenvolvendo capacidades motoras que tinham um déficit e hoje estão evoluindo gradualmente. A interação entre eles também é muito grande. Está sendo um sucesso”.

Para a coordenadora de Projetos do Instituto Galo, Luísa Aguiar, a parceria representa uma construção conjunta entre duas instituições que têm grande impacto em Minas Gerais.

“É uma parceria muito importante. Estamos em uma instituição tão renomada quanto o Mano Down para agregar forças, trazer conhecimentos diferentes e entender esse contexto tão bonito. É uma parceria de muitas emoções positivas e muito aprendizado para todos nós”.

Luísa também destacou a reação dos educandos ao receberem os kits. “Foi uma alegria enorme. É muito bom poder proporcionar esse momento, trazer um destaque para eles. E o nosso uniforme também é lindo. Todo mundo ficou muito feliz”.

Para a mãe do educando André Augusto, Márcia Barbosa, o projeto já trouxe mudanças importantes na rotina e no desenvolvimento do filho.

“André já está aqui há quatro anos, mas agora, com esse novo projeto, ele está tendo uma influência maravilhosa. Ele se comporta melhor, interage melhor, está menos tímido. Ele vem falando: ‘mãe, hoje tem futebol?’. O projeto está sendo excelente não só para o André, mas para toda a turma”, contou.

Além da prática esportiva, a iniciativa fortalece valores como convivência, autonomia e inclusão. Com novos uniformes, novas experiências e muitos motivos para comemorar, os educandos do Mano Down seguem construindo as próprias histórias dentro e fora da quadra – agora também vestindo as cores do Galo.

Esse projeto é aprovado por meio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte, com patrocínio do Inter, Aços Verdes do Brasil, CBF Indústria de Gusa, Veredas Agroindustrial e Lwart; realizado por meio do CMDCA-BH, com apoio do Instituto Mano Down e da PBH.

 

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Galo Doido leva alegria a centenas de crianças em visitas a escolas de BH e região

O sorriso no rosto, os olhos atentos e a ansiedade pela chegada do convidado especial entregavam o tamanho da expectativa. Nesta terça-feira (16), o Galo Doido, mascote mais amado do Brasil, levou um pouco da paixão atleticana para dentro das salas de aula de três instituições de ensino em Belo Horizonte e região metropolitana.

A iniciativa do Instituto Galo passou pelo Centro Educacional Caiquinhos, em Ibirité, região metropolitana de Belo Horizonte; pela Escola Municipal de Educação Infantil Mangueiras, no Mangueiras, e pelo Instituto Educacional Caminhar, no Vale do Jatobá, ambos na região do Barreiro, na capital mineira. Ao todo, mais de 700 crianças participaram da ação, que teve como objetivo aproximar o Clube da comunidade e proporcionar uma experiência especial aos pequenos.

Além do encontro com o mascote, os alunos receberam kits com copo e camisa do Instituto Galo, presentes que ajudaram a transformar a visita em uma lembrança ainda mais marcante.

No Centro Educacional Caiquinhos, que atende 242 crianças do maternal ao 2º período, a chegada do Galo Doido movimentou a escola e trouxe muita felicidade para os alunos. A gestora escolar Aparecida dos Santos destacou a importância da iniciativa, principalmente para uma comunidade que nem sempre tem acesso a experiências como essa.

“Eu fico muito agradecida porque os meninos ficam muito felizes nesse dia. A comunidade é uma comunidade carente e eles ficam muito felizes com a lembrança, o copo e a camisa. É uma alegria enorme”, contou.

A mesma emoção tomou conta da Escola Municipal de Educação Infantil Mangueiras, que recebeu o mascote para um momento de interação com 245 crianças, de 1 a 5 anos. Para a vice-diretora Luciana Santos, a visita vai além da diversão: também abre espaço para trabalhar valores importantes dentro da escola.

“Ações como essas são muito importantes porque conseguimos trabalhar pedagogicamente questões como o respeito, as interações sociais e as relações das crianças. Além da alegria que traz para elas”, afirmou.

Segundo Luciana, a reação dos alunos mostra o impacto que momentos como esse podem causar. “Eles ficam em êxtase, emocionados. Até quem torce para outro time participa, porque a gente trabalha justamente o respeito e a admiração. É algo diferencial na vida dessas crianças”, completou.

No Instituto Educacional Caminhar, que atende cerca de 250 alunos do berçário ao 2º período, a presença do Galo Doido também foi recebida com muita animação. O diretor David Lima ressaltou como o futebol pode fazer parte da formação das crianças, aproximando diferentes gerações e fortalecendo vínculos.

“Ter essa presença dos times nas escolas faz todo sentido. As crianças adoram, é uma reação de alegria. A gente sabe que a paixão pelo futebol passa de geração em geração e isso também faz parte do crescimento delas”, destacou.

Para o Instituto Galo, ações como essa reforçam o compromisso de estar cada vez mais próximo das pessoas e levar a força atleticana para diferentes espaços. Mais do que um encontro com o mascote, a visita do Galo Doido representa a criação de memórias afetivas que podem acompanhar essas crianças por muitos anos.

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