Instituto Galo e Dunga entregam 60 novas casas a famílias atingidas pelas trágicas enchentes no Rio Grande do Sul

Em parceria com Dunga e a Seleção do Bem, iniciativa representa a segunda entrega de casas e transforma a solidariedade da Massa em oportunidade de recomeço.

Mais de dois anos depois das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, algumas famílias que perderam praticamente tudo começam a reconstruir as próprias histórias. Nesta terça-feira (11), o Instituto Galo esteve novamente no estado para entregar 60 novas moradias a pessoas atingidas pelas fortes chuvas de 2024. São 40 casas em São Leopoldo e outras 20 em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A entrega é resultado da união de parceiros que, diante de uma das maiores tragédias climáticas da história do país, decidiram transformar a solidariedade em ações concretas. A iniciativa conta com a parceria do capitão da Seleção do Tetra, Dunga, e da Seleção do Bem.

O trabalho teve início ainda em agosto de 2024, quando o Instituto Galo mobilizou a Massa em uma grande corrente de solidariedade. Naquele período, o primeiro Treino Aberto da Arena MRV, realizado no mesmo dia em que o Atlético enfrentaria o Grêmio em Belo Horizonte, tornou-se um marco da campanha de arrecadação de donativos e recursos destinados às vítimas das enchentes.

Ao todo, cerca de R$ 3 milhões foram investidos na construção de novas moradias para famílias que perderam as casas e boa parte de dos pertences. A entrega desta terça-feira representa a segunda etapa desse trabalho.


Um recomeço depois da enchente

 

Para quem viveu a tragédia, voltar ao local onde antes existia uma casa é também reviver momentos difíceis. É o caso de Orides José Alves, morador de São Leopoldo. Em 2024, a água chegou rapidamente à região e obrigou a família a deixar a residência.

“Foi de uma hora para outra”, relembra Orides. “Daí a pouco a minha neta disse: ‘Ô vô, aqui tem um barulho de água aqui atrás’. Fui lá ver, já a água já estava no quarto”.

A família precisou deixar o local às pressas. Em outro momento, segundo ele, a água chegou à altura do pescoço e foram necessários dias até que fosse possível retornar.

“Foi terrível. 22 dias nós estávamos trancados, não tinha como entrar aqui. Custou muito para baixar isso aqui depois. 27 dias aqui embaixo da água, imagina?! As coisas nossas, tudo…”.

A nova casa, agora de pé, representa uma mudança completa de perspectiva. “Mas agora é alegria. E agradecer quem fez tudo por nós. Que Deus abençoe”, afirma Orides.

Para dona Nedir, a lembrança da enchente também é marcada pela perda de tudo o que tinha. Vivendo com a filha, ela mostra os cômodos da nova casa e fala sobre a emoção de finalmente ter um lugar seguro para reconstruir a vida. “Foi triste, meu filho. Fiquei sem nada. Perdi tudo”, conta.

A filha, que também vive na casa, enfrenta dificuldades e ainda carrega as marcas emocionais deixadas pela tragédia. Mesmo diante das perdas, a moradora encontra motivos para agradecer.

“Não tem uma noite que eu deite e que eu não peça. Eu peço para todos que nos ajudaram, né? A cada vez poder mais, né? Porque não é só eu que preciso, tem muita gente”.

Agora, a nova moradia traz conforto e segurança para a família. “Graças a Deus. Bah, bem quentinho aqui, é a coisa mais boa”, comemora.


A emoção de receber uma nova casa

 

Entre as famílias beneficiadas está também Sirlei, que vive com o neto, criado por ela desde bebê. Ao relembrar a enchente, ela resume a dimensão das perdas em poucas palavras.

Não salvei nada, nada, nada, nada. Móveis nenhum. Tudo, completamente tudo, até roupa. Eu tenho roupas porque eu ganhei. Quem me deu muita força para seguir nessa vida foi meu pequeno. Se não fosse ele, eu teria feito besteira.”

Para Sirlei, a chegada da nova casa também foi marcada por uma surpresa. O contato aconteceu por meio da Seleção do Bem, depois que Osmar, integrante da iniciativa, conheceu a situação da família.

Ela conta que recebeu a notícia de que seria beneficiada e que, poucos dias depois, acompanhou a chegada do caminhão ao terreno. “Quando foi terça, o caminhão chegou aqui na frente e eu chorei. Eu chorei tanto, que eu não tinha mais nem o que chorar mais”. 

Desta vez, as lágrimas eram de felicidade. “Só de felicidade mesmo, com certeza”.

Lenir Assunção também recebeu uma das novas casas e fez questão de mostrar cada cômodo. Ainda organizando os pertences, ela conta que começou praticamente do zero depois da enchente. “Eu comecei do nada, né? Porque a gente tirou tudo que eu tinha”.

Mesmo com a casa ainda sendo organizada, a felicidade de ter novamente um lar é evidente. “Eu estou satisfeita com o que Deus me deu. Jesus sempre vai me ajudar muito mais do que isso, que eu entrego só nas mãos de Jesus”.

A emoção aumenta quando ela fala sobre o marido, que morreu antes de conseguir ver a nova casa. “Ele queria ver essa casinha, mas não deu tempo. Ele se foi antes de ver. Está vendo lá de cima”, diz, emocionada.

Além da moradia, as famílias receberam outros gestos de solidariedade. Todos ganharam cartões no valor de R$ 1 mil para compras em uma loja de departamentos, resultado da iniciativa de Daniela, que venceu um concurso de culinária e decidiu transformar o prêmio em ajuda para quem precisava reconstruir a casa.

“Eu não tenho nem como te dar palavras. Minhas palavras são só dizer obrigado e Deus sempre te fortaleça e te dê muita, muita vida para a frente, muita saúde e que ajude todo esse povo que precisa”, reage a moradora.


Mais do que uma casa, a possibilidade de sonhar novamente

 

A entrega das moradias representa segurança e dignidade para famílias que passaram por uma situação extremamente dolorosa. Mas, para Dunga, parceiro da iniciativa junto com a Seleção do Bem, o trabalho não termina quando a chave é entregue.

“Nós doamos a casa. Quem tem que transformar a casa em lar são as pessoas. Com carinho, com amor, com dedicação”, destaca.

Segundo ele, a reconstrução também passa pela capacidade de recuperar a esperança. “O mais importante que a gente tá dando com o coração. Nós estamos dando o nosso melhor, atender o máximo de pessoas possível. E não seria possível sem o Galo, o Instituto Galo que está conosco aqui”.

A presença do Instituto Galo também levou às famílias um pouco da alegria característica da Massa, com a participação do Galo Doido durante a ação. “Além das casas, o Galo Doido está aqui para trazer essa alegria, trazer essa interação com as pessoas”, afirma Dunga.

Para o ex-jogador, o principal objetivo é fazer com que aqueles que passaram pela tragédia possam voltar a acreditar em dias melhores.

“A gente tem que fazer as pessoas terem esperança de uma vida melhor. Tem que fazer as pessoas voltarem a sonhar, que é possível”, afirma. “Principalmente as crianças. A gente tem que passar isso para as crianças. Elas têm que sonhar e correr atrás do sonho”.

A entrega das 60 moradias reforça uma missão que começou com a mobilização da Massa em 2024 e que segue transformando a solidariedade em ações concretas. Mais do que construir paredes e telhados, o trabalho devolve às famílias a possibilidade de olhar para frente.

Para quem perdeu quase tudo, uma casa significa proteção. Para quem passou dias vendo a água tomar conta da própria história, significa segurança. E, para quem precisou começar novamente, significa a chance de transformar uma nova casa em um novo lar.

No fim, são as próprias famílias que melhor traduzem o significado desse recomeço. Como resume Orides, diante da nova moradia: “Agora é alegria, alegria mesmo”.

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Instituto Galo participa de ação solidária em São Tiago em apoio ao pequeno Davi

Mobilização promovida por Tiago Elvis, conselheiro do Atlético, reuniu o Galo Doido, Reinaldo e Marcelo Trippa e levou solidariedade a diferentes instituições do município

O Instituto Galo participou de uma grande mobilização solidária em São Tiago, no Campo das Vertentes, em apoio ao pequeno Davi, que sofre de Distrofia Muscular de Duchenne e completou 5 anos durante a ação. Ele precisa arrecadar R$ 17 milhões para a compra de um medicamento para o tratamento adequado.

Organizada por Tiago Elvis, conselheiro do Galo e fundador da ONG 1.000 Sorrisos, em parceria com o Instituto Galo, a iniciativa contou com a presença do Galo Doido, do ídolo Reinaldo e de Marcelo Trippa, presidente da Galo Metal e um dos representantes do Galo no programa Alterosa Esporte. Davi e família acompanharam toda a programação ao longo do dia.

“A importância é comemorar o aniversário do Davi, essa causa que tanto eu, quanto o Instituto Galo abraçamos. Cantar os parabéns para o Davi, fazer essa festa e atender todas as instituições públicas da cidade”, destacou Tiago.

A ação passou por três escolas, pelo Albergue São Francisco de Assis, Hospital São Vicente de Paulo e ONG Amigos 4 Patas, além do Trilhão do Ninja, em prol do Ninja que está em tratamento de câncer. Ao todo, mais de 1.500 pessoas foram impactadas.

Entre as iniciativas, a Feira de Livros, organizada por moradores da cidade, foi um dos destaques. Mais de 500 livros foram comercializados, gerando uma arrecadação superior a R$ 10 mil para a campanha do Davi. Entre eles, o livro do ídolo Reinaldo, “Punho Cerrado – a História do Rei”, estava à venda, com direito a sessão de autógrafos do Rei. Outros mais de 1.000 livros também foram doados para a realização do Bazar do Davi, cuja renda será destinada ao tratamento dele.

“Mais uma vez a gente está aqui, e agradecendo a sempre a organização, o pessoal que dá esse apoio para gente aqui na cidade. A família São Tiago hoje fez a gente chegar num valor muito expressivo, só agradecer. A nossa luta não é fácil, mas graças a Deus e a cada um de vocês, ela não é impossível”, agradece João Robson, pai do Davi.

Nas escolas, cerca de 300 crianças participaram das atividades e receberam copos e brindes, incluindo livros, DVDs e revistas sobre a história do Atlético, doados pela Livraria Leitura. No Trilhão do Ninja, foram entregues uma camisa oficial, 300 copos, 450 garrafas de água mineral e brindes para a composição dos kits de corrida.

O Instituto Galo levou o Galo Doido para visitar o Hospital São Vicente de Paulo e o Albergue São Francisco de Assis, onde foram entregues uma camisa oficial para um leilão e cobertores, respectivamente. A ONG Amigos 4 Patas também recebeu cobertores para os animais acolhidos.

Tiago também foi um dos primeiros a se mobilizar pela campanha de Davi, ao lado de Paulo Xisto, baixista da banda Sepultura, e do Instituto Galo. “Fomos nós que começamos essa ação do Davi e hoje ele já está batendo em cerca de R$ 3 milhões arrecadados”, contou. E você também pode fazer parte dessa corrente do bem contribuindo por meio da chave pix: 188.924.276-44.

A programação contou ainda com uma palestra na praça e uma edição ao vivo do podcast Cacodanado, transmitido pela Rádio União FM, com Tiago Elvis, Reinaldo e Marcelo Trippa.

A mobilização reforça a força da união entre o Instituto Galo e a comunidade para transformar o amor pelo Galo em solidariedade e esperança.

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Instituto Galo lança Leilão de Gala em noite marcada por conexões, solidariedade e inovação

Evento beneficente terá toda a renda destinada às ações sociais da instituição e foi apresentado durante mais uma edição do Networking 113.

O Instituto Galo lançou oficialmente, nesta quarta-feira (6), o Leilão de Gala, um novo projeto beneficente que nasce com o objetivo de fortalecer e ampliar as ações sociais desenvolvidas pela instituição. Toda a renda arrecadada será destinada aos projetos do Instituto Galo, que impactam mais de 200 mil vidas por ano, reforçando o compromisso da entidade com a transformação social por meio do futebol.

O lançamento aconteceu durante mais uma edição do Networking 113, encontro que reúne empresários, parceiros e apoiadores em um ambiente voltado à geração de conexões, troca de experiências e fortalecimento da responsabilidade social. O evento também contou com uma palestra de Renato Gil, diretor de Novos Produtos da SAF do Atlético, além da presença de lideranças do Clube e representantes do setor empresarial.

Presente no encontro, o presidente do Atlético, Sérgio Coelho, destacou a importância do Networking 113 como ferramenta para aproximar pessoas comprometidas com as causas do Instituto Galo.

“Esse programa do Clube 113 do Instituto Galo é muito bacana, porque aqui, no Networking, a gente reúne diversos empresários e pessoas que colaboram com os nossos projetos sociais”, afirmou.

Outro destaque da noite foi a participação de Renato Gil, diretor de Novos Produtos da SAF do Atlético. Durante a palestra, ele compartilhou detalhes sobre os projetos desenvolvidos pelo Clube e reforçou a importância de estreitar cada vez mais o relacionamento com a torcida.

“Para mim é muito importante poder falar um pouquinho de tudo que a gente vem construindo no Galo e como a gente pretende nos conectar cada vez mais com o torcedor”, afirmou.

Leilão de Gala

O Leilão de Gala representa um novo momento na estratégia de captação de recursos do Instituto Galo. A iniciativa reunirá ex-atletas, artistas, empresários, parceiros e torcedores em uma noite especial, que terá como principal objetivo arrecadar recursos para ampliar o alcance dos projetos sociais desenvolvidos pela instituição.

Idealizador do evento, Henrique Muzzi destacou que toda a arrecadação será revertida para o Instituto Galo.

“É um evento que tem o objetivo principal de arrecadar recursos para o Instituto Galo. Toda a verba será 100% destinada para o Instituto”, explicou.

Para Muzzi, o Leilão de Gala também será uma oportunidade de mostrar a força do futebol como agente de transformação social.

“Vamos demonstrar para o futebol brasileiro que é possível construir uma instituição séria como a nossa, que hoje impacta mais de 200 mil vidas, e mostrar que o futebol também tem esse lado da responsabilidade social”, destacou.

A novidade foi recebida com entusiasmo pelos participantes do Networking 113. Membro do Clube dos 113, Beatriz Junqueira comemorou o lançamento da iniciativa.

“Ver essa ação do Galo, que é o time do coração, pensando também na parte social, me deixou muito feliz e estou com uma expectativa muito boa para o leilão”, contou.

A expectativa também é grande entre aqueles que pretendem participar ativamente do evento por meio dos lances. Para Lui Filho, sócio da The Beat Club, a iniciativa une solidariedade e experiências únicas.

“A expectativa é a maior possível. Primeiro porque eu estou doido para dar alguns lances. Tem coisa ali que eu sou completamente apaixonado e fã”, afirmou.

Além da oportunidade de adquirir itens exclusivos, o Leilão de Gala fortalece a rede de solidariedade construída pelo Instituto Galo. Para Victor Mallard, sócio da CBR, o evento amplia a capacidade de transformar vidas.

“Vai trazer uma ajuda, uma fraternidade para tantas pessoas que estão precisando, em situação difícil. O Instituto já tem uma história de muitos anos apoiando essa causa”, destacou.

Ao final do encontro, o Networking 113 reafirmou seu papel como espaço de relacionamento entre empresários, parceiros e apoiadores, fortalecendo iniciativas que geram impacto social e novas oportunidades de colaboração.

Para Daniel Mesquita, membro do Clube dos 113, esta edição representou um marco para o projeto.

“A retomada do Networking com o lançamento do Leilão foi um sucesso. Tivemos recorde de participantes”, afirmou.

Mais do que apresentar um novo evento beneficente, a noite marcou o início de uma iniciativa que pretende se consolidar como uma das principais ações de captação de recursos do Instituto Galo, ampliando o alcance dos projetos sociais e fortalecendo a missão de transformar a paixão pelo Atlético em oportunidades e esperança para milhares de pessoas.

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Sonho de criança venezuelana se torna realidade com apoio do Instituto Galo e da Humus

Em meio ao cenário de reconstrução deixado pelos terremotos que atingiram a Venezuela no fim de junho, um gesto de solidariedade transformou o dia do pequeno Yandris. Apaixonado pelo Atlético, o menino tinha um sonho especial: ganhar uma camisa do Galo. Graças à parceria entre o Instituto Galo e a organização humanitária Humus, esse desejo atravessou fronteiras e se tornou realidade.

Durante a missão realizada pela Humus nas áreas afetadas pelo desastre, na cidade de Lá Guaira, a equipe levou para Yandris a nova camisa do Instituto Galo, realizando o sonho desse pequeno coração alvinegro.

Segundo o CEO da Humus e capitão da Reserva do Corpo de Bombeiros, Léo Farah, a história começou durante uma ação de assistência humanitária em um abrigo que acolhe cerca de 250 pessoas. “Enquanto distribuíamos cestas básicas e colchões, o Yandris começou a gritar ‘Galo Doido, Galo Doido’. Um dos bombeiros que trabalha com a gente, que é atleticano, conversou com ele e descobriu que o sonho dele era ter uma camisa do Galo”.

Ao receber um vídeo gravado pela equipe mostrando o pedido do menino, Léo entrou em contato com o Instituto Galo, parceiro da Humus em outras ações sociais, como no apoio à Zona da Mata mineira em março de 2026. “Mandei o vídeo para a Amanda Lopes [diretora de Ações e Eventos do Instituto Galo], que se sensibilizou imediatamente para que a gente conseguisse essa camisa para o Yandris”, relembra

O momento foi marcado pela emoção. Cercado pela equipe da Humus e por outras crianças da comunidade, Yandris recebeu a camisa com um sorriso que rapidamente contagiou todos ao redor. Em um gesto espontâneo de generosidade, dividiu a alegria com um amigo, presenteando-o com outra camisa do Instituto Galo. Tal gesto simboliza que, mesmo em meio às dificuldades, ainda há espaço para a esperança e a amizade.

A Humus é uma organização brasileira, independente e sem fins lucrativos especializada em ajuda humanitária. Com atuação é voltada para áreas atingidas por desastres naturais, leva assistência emergencial, ações de reconstrução e iniciativas que fortalecem comunidades em situação de vulnerabilidade.

No dia 24 de junho, dois terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram a Venezuela e provocaram o maior desastre natural da história recente do país. Milhares de pessoas perderam as vidas, dezenas de milhares ficaram feridas e inúmeras famílias seguem desalojadas ou em busca de parentes desaparecidos. Em meio a esse cenário, ações humanitárias também ajudam a resgatar a esperança de quem enfrenta dias difíceis.

Para Léo Farah, devolver esse sentimento é tão importante quanto garantir a assistência básica às vítimas. “Por mais que a gente dê alimentação, moradia, uma barraca, o mínimo de dignidade para aquela pessoa, ela precisa de voltar a sonhar”, afirma.

“Para um garoto na Venezuela ter uma camisa do Galo com o nome dele, parece muito distante. Então, quando ele vê que isso acontece, isso devolve a esperança. E você devolver a esperança para uma pessoa é extremamente difícil”, relata Léo.

Ele destaca que o futebol tem um papel especial nesse processo, principalmente entre as crianças. “Os meninos querem jogar bola, querem brincar. O futebol cria identificação, aproxima as pessoas e leva alegria. O momento do terremoto vai ficar marcado, mas talvez esse dia que alguém devolveu a esperança para ele, vai ficar mais marcado ainda”.

A parceria entre Instituto Galo e Humus consolida que a solidariedade não conhece fronteiras. Mais do que entregar uma camisa, a iniciativa levou carinho, acolhimento e um momento inesquecível para uma criança que encontrou, no amor pelo Galo, um motivo para voltar a sorrir.

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Instituto Galo leva doações e carinho a quatro instituições de longa permanência em Cláudio e Passa Tempo

O frio do inverno mineiro ganhou um pouco mais de calor e afeto. O Instituto Galo esteve nas cidades de Cláudio e Passa Tempo, na região Centro-Oeste do estado, para visitar quatro Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), levando doações, solidariedade e a alegria do Galo Doido para dezenas de pessoas acolhidas.

Ao longo do dia, a instituição passou pelo Lar Beneficente Santo Antônio, pela Bom Samaritano Associação de Amparo e pelo Lar Bom Pastor, em Cláudio, além do Lar de Ozanam, em Passa Tempo. Ao todo, foram entregues 140 cobertores, 111 copos e diversos alimentos e itens de limpeza, incluindo arroz, macarrão, molho de tomate, detergentes e desinfetantes.

Mais do que as doações, a presença do Galo Doido transformou a rotina das instituições visitadas em momentos de celebração, afeto e pertencimento. Os idosos relembraram memórias com o Clube, sorriram e compartilharam a alegria de receber a visita. 

No Lar Beneficente Santo Antônio, a enfermeira e coordenadora Juliana Hipólito destacou que a expectativa pela chegada do Instituto Galo já fazia parte da rotina dos moradores. “Os idosos estavam muito ansiosos para receber o Galo Doido aqui mais um ano. Momentos assim são extremamente importantes. Hoje, amanhã e depois de amanhã eles continuam lembrando desse momento. Isso faz toda a diferença”, afirmou.

Cida de Oliveira, de 86 anos, aproveitou a tarde com o mascote e celebrou o presente recebido: “ainda ganhei o cobertor! Vou falar com a Juliana que eu dispenso os dela agora, já que eu ganhei o meu, não preciso mais dos dela”, brincou.

A ação também representou acolhimento em um período de baixas temperaturas. Para Edilaine Delfino, assistente social da Bom Samaritano Associação de Amparo, os cobertores chegam em uma época de grande necessidade. “Além de aquecer o coração dos nossos idosos, essas doações trazem conforto e acolhimento. É muito importante mostrar que eles são lembrados e que existem pessoas dispostas a estar ao lado deles”, ressaltou.

Em Passa Tempo, a emoção tomou conta do Lar de Ozanam. A supervisora Rosemeire Aparecida contou que a visita foi recebida com entusiasmo pelos moradores. “Quando souberam que o Galo vinha aqui, eles ficaram muito felizes. Muitos recebem poucas visitas e momentos como esse fazem toda a diferença. Tudo que chega é muito bem-vindo e vai ajudar bastante”, disse.

As quatro visitas reforçam um dos principais compromissos do Instituto Galo: transformar a paixão pelo Atlético em solidariedade, levando não apenas doações, mas também cuidado, atenção e esperança para quem mais precisa.

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Instituto Galo encerra passagem por Uberaba com visitas à comunidade e ações de solidariedade

O segundo dia da visita do Instituto Galo à Uberaba foi marcado por encontros que aproximaram ainda mais o Atlético da Massa que vive no Triângulo Mineiro. Ao lado do Galo Doido, o mascote mais amado do Brasil, a equipe visitou uma escolinha de futebol, passou pelo Mercado Municipal e encerrou a programação na ONG Voluntários do Amor, reforçando o compromisso de levar o Clube para perto de quem vive a paixão alvinegra em diferentes regiões do estado.

A primeira parada foi na Academia de Futebol Galo de Uberaba, onde crianças e adolescentes foram surpreendidos pela visita do Galo Doido. Além de distribuir camisas e copos, o Instituto Galo proporcionou um momento de descontração para os jovens atletas.

Para Rodrigo, de 12 anos, a surpresa tornou a manhã ainda mais especial. “Foi muito legal. Eu comecei a jogar desde pequeno, foi meu pai que me ensinou. Futebol é coisa de família”, contou.

Professor da escolinha, Pedro Nicolas destacou a importância da visita para quem acompanha de perto os sonhos das crianças. “Faz a felicidade delas, traz alegria para o ambiente e para a escolinha. É isso que importa”.

Na sequência, o Galo Doido levou a animação ao Mercado Municipal de Uberaba. Entre uma caminhada pelos corredores e outra, distribuiu camisas e copos para crianças que encontrava pelo caminho. Afinal, imagine sair para passear no mercado em um sábado de manhã e dar de cara com o mascote mais amado do Brasil.

A presença do Instituto Galo em cidades do interior faz parte da missão de aproximar ainda mais o Atlético da torcida, levando ações sociais, carinho e oportunidades para atleticanos que, muitas vezes, estão longe da capital, mas vivem a mesma paixão pelo Clube.

O encerramento da programação aconteceu na ONG Voluntários do Amor, que atende 60 crianças em situação de vulnerabilidade social por meio de atividades de reforço escolar, projeto de vida, capoeira, desenho, atendimento social e psicológico.

Além da entrega de camisas, copos e doação de muitos brinquedos, um dos momentos mais marcantes da visita foi quando o Galo Doido entrou na roda de capoeira e participou da atividade ao lado das crianças, arrancando risadas e aplausos.

Laura Gabrielly, de 12 anos, aprovou a performance do mascote. “Foi muito legal. Ele joga bem também”.

Para a presidente da ONG, Kamila Souza, iniciativas como essa deixam marcas que vão além daquele dia.

“Esse momento é muito importante para elas. Tenho certeza de que vai ficar uma memória afetiva. Muitas dessas crianças não teriam a oportunidade de ter contato com o Galo. Receber o Instituto Galo aqui foi uma alegria muito grande”.

Ela também ressaltou o significado de levar esse tipo de ação para o interior. “A gente entende isso como oportunidade e acessibilidade. Ter o Galo aqui hoje foi uma experiência incrível, que gerou oportunidade para essas crianças”.

Depois de dois dias de atividades em Uberaba, o Instituto Galo encerrou mais uma etapa de sua caminhada pelo interior de Minas Gerais, fortalecendo vínculos, promovendo solidariedade e mostrando que a paixão pelo Galo também se transforma em presença, cuidado e impacto social por onde passa.

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Instituto Galo leva carinho e alegria a instituições de Uberaba com o Galo Doido

Ao longo de um dia cheio de programações em Uberaba, no Triângulo Mineiro, o Instituto Galo promoveu uma série de visitas a instituições sociais e de saúde da cidade, levando o Galo Doido, doações e momentos de acolhimento para crianças, adolescentes, idosos e profissionais que atuam no cuidado de pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa foi realizada em parceria com o projeto Território de Minas e a Embaixada Galo Uberaba.

A programação passou pela Casa Lares Vida Viva, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), Lar da Esperança, Hospital da Criança, Associação Socioeducativa Pequeno Galileu e pela Escola de Esportes Professor Wander. Em cada local, além da interação com o mascote mais amado do Brasil, foram distribuídos brindes como blusas, copos, brinquedos e kits para bebês.

Na Casa Lares Vida Viva, que acolhe meninas de 6 a 12 anos afastadas temporariamente das famílias, a ação também reuniu crianças da Unidade Catarina Souto, destinada a meninos de 7 a 13 anos. A visita foi marcada por muita expectativa e emoção.

Para Cláudia Cristina Silva, apoio à coordenação da Casa Lares, iniciativas como essa fortalecem o trabalho desenvolvido pela instituição e ajudam a ampliar o entendimento da sociedade sobre o acolhimento institucional.

“A responsabilidade social é importantíssima para o terceiro setor. Nós contamos com esse trabalho voluntário, então essa visita e essa visibilidade fortalecem muito as nossas ações. Também desmistificam um pouco o que é o serviço de acolhimento, que são as casas onde as crianças moram provisoriamente enquanto a equipe trabalha o fortalecimento dos vínculos e o retorno delas às famílias”.

Cláudia também contou que a ansiedade para conhecer o Galo Doido tomou conta das crianças dias antes da visita.

“Eles estavam enlouquecidos, esperando o dia da visita. Temos irmãos em outros acolhimentos, muitos meninos que gostam de futebol. Foi uma expectativa enorme”.

No Hospital de Clínicas da UFTM, a visita aconteceu na Unidade da Criança e do Adolescente, onde pacientes e acompanhantes receberam blusas, copos e kits para bebês. A enfermeira Leandra Rodrigues destacou a importância de ações que humanizam o ambiente hospitalar.

“São pacientes muitas vezes internados há vários dias. Essa visita muda um pouco a rotina deles e traz uma alegria muito grande, tanto para os pacientes quanto para os acompanhantes. Também fortalece nosso projeto de humanização, mostrando que nos preocupamos não apenas com a saúde física, mas também com a saúde emocional”.

Segundo ela, o impacto positivo alcançou também quem trabalha diariamente na unidade.

“Trouxe alegria para toda a equipe assistencial e mudou um pouquinho a cara da nossa sexta-feira”.

Outro momento especial aconteceu no Lar da Esperança, instituição de longa permanência que acolhe 29 idosos em situação de vulnerabilidade social e com vínculos familiares fragilizados.

A coordenadora Tânia Gisele explicou que visitas como essa fazem diferença na rotina dos moradores.

“Muitos idosos não têm familiares que os visitam. Então esse é um momento de alegria, de descontração e integração. Eles acompanham o futebol pela televisão e conseguem se conectar com essa realidade. É muito bom para todos”.

Já no Hospital da Criança, o Galo Doido percorreu as enfermarias e o pronto atendimento, levando momentos de descontração para pacientes, familiares e profissionais da saúde.

A enfermeira responsável técnica, Elisnanda Marina, destacou que a alegria também faz parte do processo de cuidado.

“Essas ações despertam o otimismo nas crianças e também levam tranquilidade aos pais, que muitas vezes estão preocupados. Trabalhar diariamente com o adoecimento não é fácil, e momentos como esse conseguem recarregar a energia de toda a equipe”.

Entre os familiares presentes estava Vanessa Campos, mãe de Gael, de 6 anos, e Milena, de 3. Para ela, iniciativas como essa tornam a internação mais leve.

“Ajuda muito porque as crianças ficam estressadas. Quem faz esse tipo de ação tem um coração muito grande. Só quem vive essa rotina sabe o quanto isso faz diferença. As crianças adoram e os pais também”.

Na Associação Socioeducativa Pequeno Galileu, que atende 45 crianças e adolescentes no contraturno escolar por meio de trabalho voluntário, a visita foi marcada por brincadeiras, abraços e distribuição de brinquedos.

Samuel, de 13 anos, realizou um sonho antigo ao conhecer o mascote.

“Foi muita emoção. Eu queria muito conhecer o Galo Doido. O que vai ficar no meu coração é quando ele me abraçou”.

Responsável pela instituição, Maria Luzinete contou que a expectativa das crianças era enorme.

“Eles ficaram aguardando vocês com muita ansiedade. Muitos são crianças afastadas da família. Quando chega uma visita assim, eles se sentem muito felizes. Ver os meninos brincando, abraçando o Galo, pulando com ele… isso é muito importante”.

O roteiro foi encerrado na Escola de Esportes Professor Wander, tradicional escolinha de futebol da cidade, reforçando a conexão entre esporte e transformação social.

Presidente da Embaixada Galo Uberaba, Léo ressaltou a importância da parceria com o Instituto Galo.

“O trabalho do Instituto Galo é sensacional. Passamos por hospitais, abrigo, asilo e outros lugares levando alegria. Entrar nesses locais e ver o sorriso das crianças, das equipes e de todos que estavam ali é muito gratificante. Essa lembrança vai ficar para sempre no meu coração”.

Em cada abraço, sorriso e encontro proporcionado pelo Galo Doido, ficou evidente que gestos simples podem tornar dias difíceis mais leves e fortalecer quem dedica a vida ao cuidado com o próximo.

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Instituto Galo leva solidariedade, afeto e o Galo Doido a instituições de Itabira

O Instituto Galo esteve em Itabira, na região Central de Minas Gerais, para promover uma série de ações sociais que reforçam a missão de transformar a paixão pelo Atlético em cuidado com as pessoas. Ao longo da programação, o Instituto levou o mascote Galo Doido para visitar instituições da cidade, proporcionando momentos de acolhimento, descontração e proximidade com crianças, jovens e pacientes hospitalizados.

A iniciativa passou pela APAE de Itabira, pela Escola Estadual Fazenda da Betânia, pela Escola Municipal José Gomes Vieira e pelo Hospital Nossa Senhora das Dores. Além da presença do mascote mais querido do Brasil, foram distribuídos copos, camisas e outros brindes aos participantes.

Na APAE, cerca de 60 usuários participaram da atividade. O encontro emocionou alunos, familiares e colaboradores da instituição. Para a presidente, Solange Aparecida, a visita ficará marcada na memória de todos.

“A gente agradece em nome da família apaeana, dos usuários e dos alunos. Foi uma festa linda, maravilhosa. Espero que voltem mais vezes. Isso vai ficar guardado na memória deles, porque eles não esquecem”.

Entre os participantes, o atleticano Sidney viveu um momento especial ao conhecer, pela primeira vez, o Galo Doido.

“Hoje eu vim conhecer o Galo Doido porque eu nunca fui na Arena do Galo. Eu fiquei emocionado. Quero agradecer a vocês por tudo de bom que fazem. Eu até cantei para ele: ‘Ô Galo Doido, eu vim aqui só pra te ver’. Quero que ele venha de novo”.

Na Escola Estadual Fazenda da Betânia, aproximadamente 80 estudantes do Ensino Fundamental receberam o Instituto Galo. A diretora Mirviane Marcelo destacou a importância de ações que levam atenção e carinho para comunidades mais afastadas.

“Uma comunidade como essa, que às vezes é tão carente de ações, de afeto e de atenção… Ver os meninos sorridentes e felizes não tem como descrever. A gente fica emocionado”.

Ela também ressaltou o significado da presença do clube junto à comunidade. “É um prazer ver o time olhando para eles, olhando para a comunidade deles. Agradeço imensamente ao Instituto Galo. Foi maravilhoso”.

A ação contou ainda com a participação do rapper itabirano Thiago SKP, parceiro do Instituto Galo em projetos sociais e oficinas culturais. Para ele, iniciativas como essa aproximam sonhos que, muitas vezes, parecem distantes para quem vive no interior.

“O mais legal é a gente conectar e ser ponte. Quando eles veem o mascote ou algo do Galo, parece uma coisa muito distante. Quando a gente vem, existe essa proximidade humana. Eles percebem que podem chegar onde querem”.

Thiago também destacou a importância de levar esse sentimento para cidades do interior. “Quando o Instituto Galo vem para Itabira e para tantos outros interiores, a gente consegue trazer humanidade e pertencimento. Todos compartilham a mesma paixão, e isso quebra essa distância”.

A programação seguiu na Escola Municipal José Gomes Vieira, onde cerca de 200 crianças receberam o Instituto Galo. Além de camisas e copos, foram distribuídos quebra-cabeças e chinelos.

O estudante João Lucas, de 9 anos, não escondeu a emoção ao realizar um sonho. “Era meu sonho conhecer ele. Desde os quatro anos eu já falava ‘Galo’. A camisa do Atlético é a mais bonita de todas. Tô muito feliz”.

A diretora Geidila Andrade ressaltou que ações como essa fortalecem valores importantes dentro do ambiente escolar.

“Iniciativas como essas fortalecem o respeito, a cooperação e a cidadania. Independente do time do coração de cada um, são momentos que ajudam a trabalhar a convivência e deixam uma alegria enorme para os nossos alunos”.

No Hospital Nossa Senhora das Dores, o Instituto Galo levou o Galo Doido para visitar a maternidade, os setores de oncologia e cuidados paliativos, os leitos de internação pelo SUS e a hemodiálise. Os pacientes receberam copos, enquanto as mães ganharam kits especiais para os bebês.

Paciente da hemodiálise e atleticano apaixonado, Maurílio Nascimento se emocionou com a visita. “Excelente! Não tem igual. Toda vida sou atleticano”. Ele também brincou: “O que vocês estão arrumando pra mim? Em plena sexta-feira”.

A diretora hospitalar, Ana Paula Oliveira, destacou que iniciativas como essa fazem parte de um cuidado que vai além dos procedimentos médicos.

“A visita do Galo Doido contribui para trazer alegria ao paciente hospitalizado. Ela proporciona um momento de descontração e humanização para pacientes e familiares. O cuidado vai além do tratamento clínico: envolve carinho, empatia e alegria”.

Ao levar o Galo Doido às instituições de Itabira, o Instituto Galo confirma o compromisso de utilizar a força da paixão atleticana para construir pontes e promover encontros que transformam um dia comum em uma lembrança afetiva. Afinal, a solidariedade também se faz presente por meio da escuta, da proximidade e do cuidado com quem mais precisa.

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João Monlevade recebe ações marcadas por emoção e solidariedade

O Instituto Galo levou o Galo Doido, mascote mais amado do Brasil, a João Monlevade, na região Central de Minas Gerais. Em uma série de visitas, o mascote passou pela APAE do município, pela Escola Estadual Luiz Prisco de Braga e pelo Hospital Margarida, transformando a rotina de centenas de pessoas por meio da paixão pelo Atlético e do poder do afeto.

A primeira parada foi na APAE de João Monlevade, que atende cerca de 60 usuários, com idades entre 15 e 70 anos. Entre cantos do hino do Atlético e muita animação ao som de “Vou Festejar”, música tradicionalmente entoada pela massa atleticana, os participantes viveram uma manhã marcada pela emoção.

Fanático pelo Clube, Wanderlan Ian, de 21 anos, realizou um sonho ao encontrar o Galo Doido pela primeira vez. “Sou atleticano desde que eu nasci. Foi a primeira vez que vi o Galo Doido. Foi legal, gostei muito e diverti bastante. Estava ansioso e gostei demais”.

A alegria também tomou conta de Flávia Cimare, de 24 anos. “Eu tô muito feliz que ele está aqui hoje na APAE. Eu até sambei com ele”.

Para a diretora da instituição, Jacqueline Soares, o momento ficará marcado para sempre na memória dos usuários.

“Foi uma manhã maravilhosa, inesquecível. Eles são fanáticos pelo Galo e estavam contando os dias para essa visita. Teve ansiedade, teve até choro. A importância é justamente essa memória que eles vão levar desse dia brilhante”.

Na sequência, o Galo Doido visitou a Escola Estadual Luiz Prisco de Braga, onde foi recebido por mais de 1.000 estudantes dos ensinos Fundamental II e Médio, distribuídos entre os turnos da manhã e da tarde. A visita reuniu todos os alunos em um ambiente de respeito e integração.

Para o diretor Wagner Ribeiro, a presença do mascote vai além da paixão pelo futebol.

“Quando a gente trabalha dentro da escola valores como respeito e educação, o que aconteceu hoje mostra isso muito claramente. Temos alunos de torcidas diferentes convivendo e se respeitando. Além disso, aqui no interior é muito difícil ter um contato tão próximo com o Galo Doido. Para muitos desses jovens, foi uma oportunidade única”.

Encerrando a programação, o Instituto Galo levou a ação ao Hospital Margarida, instituição filantrópica de João Monlevade. O Galo Doido percorreu as alas de clínica SUS masculina e feminina, pediatria, maternidade e hemodiálise, levando conforto, esperança e muitos sorrisos a pacientes, acompanhantes e colaboradores.

Funcionário do hospital e torcedor apaixonado, Ronan Marcos não escondeu a emoção. “É muita alegria. O hospital é um lugar muito triste e uma visita como essa traz paz, emoção e esperança para todo mundo, tanto para os pacientes quanto para os funcionários. Fico muito emocionado”.

A assistente social Rose Vasconcelos destacou o impacto das ações humanizadoras no ambiente hospitalar.

“O cuidado vai muito além dos medicamentos. Ele também acontece por meio do aconchego, do carinho e dessas ações que conseguem tocar os corações. São momentos que transformam, acolhem e mostram o quanto somos capazes de fazer o bem”.

Entre os pacientes, um dos encontros mais marcantes foi com Ana Júlia Perdigão, atleticana apaixonada que estava internada desde o início da semana. Ao saber que o Galo Doido passaria pelo hospital, viveu um momento que definiu como um presente.

“Eu estava muito triste por estar internada. Quando soube que o Galo Doido vinha aqui, senti como um sinal de Deus para mim. Eu só queria um abraço dele. Acabou com 80% da minha tristeza. O Galo é a minha vida!”.

Ao longo do dia, abraços, fotos, música e muita emoção mostraram que gestos de carinho também transformam vidas. Mais do que aproximar o clube da comunidade, a presença do Galo Doido reforçou a missão do Instituto Galo de levar acolhimento, inclusão e esperança por onde passa.

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Instituto celebra centenária atleticana com festa e presença do Galo Doido em João Monlevade

A paixão pelo Atlético atravessa gerações e fortalece laços familiares. Foi justamente esse sentimento que marcou a comemoração dos 101 anos de Rita Bicalho, torcedora apaixonada pelo Galo, celebrados em João Monlevade, na região Central de Minas Gerais.

Para tornar a data ainda mais especial, o Instituto Galo levou o Galo Doido para participar da festa e surpreender a aniversariante.

Atleticana desde a juventude, dona Rita conta que o amor pelo clube nasceu dentro de casa. “Meus irmãos todos eram do Atlético. E meu marido também e amava mesmo o Atlético. Então, é por isso que eu sou”, relembrou. Ao falar sobre a visita do mascote, ela não escondeu a emoção. “Nunca tive essa oportunidade, mas hoje eu estou feliz com essa reunião de todos aqui, sou mais do que feliz. Alegria sempre é bem-vinda na nossa família”.

A ideia da homenagem partiu do genro de dona Rita, Ricardo Simões. Após ver uma publicação do Instituto Galo nas redes sociais, ele entrou em contato para saber se seria possível realizar a surpresa.

“Nós ficamos muito felizes quando vocês confirmaram que viriam. Ela assiste todos os jogos do Galo, era admiradora do Hulk e pensamos que seria uma ótima oportunidade de fazer essa homenagem. Grande parte da família é atleticana e, graças a Deus, deu tudo certo”, contou.

A paixão pelo Atlético também acompanha o irmão de dona Rita, Raimundo Moreira, de 97 anos. Torcedor desde os tempos em que acompanhava as partidas pelo rádio, ele fez questão de participar da comemoração e conhecer o Galo Doido.

“Foi uma maravilha. Sou muito feliz em ver essa turma dedicada que ainda conserva a paixão pelo Galo. Muito obrigado pela presença de vocês aqui”, agradeceu.

Para o filho da aniversariante, Flávio Bicalho, a visita ficará marcada na história da família e ajudará a perpetuar o sentimento alvinegro entre as novas gerações.

“A presença do Galo Doido aqui foi muito especial. Ela comemorando 101 anos… isso vai ficar para a memória afetiva das crianças que estão aqui hoje, dos meus netos e dos meus sobrinhos”, afirmou. Ele também destacou que a paixão pelo clube sempre esteve presente dentro de casa. “Meu pai incentivava muito, gostava de esportes e do futebol. A gente cresceu encantado com o Galo e isso contaminou toda a família. Hoje são raros os que não são atleticanos”.

O Instituto Galo celebra uma história de amor pelo clube construída ao longo de mais de um século e mostra que o futebol também é capaz de aproximar pessoas, despertar lembranças e transformar momentos simples em memórias inesquecíveis.

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