O Instituto Galo promoveu, neste domingo (22), uma homenagem especial ao eterno atleticano José Cupertino da Costa, no camarote presidencial da Arena MRV. O tributo foi marcado por respeito, gratidão e, sobretudo, muita emoção por parte da família, que viveu um momento inesquecível ao ver a trajetória do pai reconhecida publicamente pelo Clube Atlético Mineiro.
Antes da bola rolar para a semifinal entre Atlético e América, foi respeitado um minuto de silêncio em memória de José, carinhosamente conhecido como “Preto”. No camarote, ao lado de Maria Alice Coelho, presidente do Instituto Galo, e de Sérgio Coelho, presidente do Atlético, os filhos acompanharam a homenagem com lágrimas nos olhos e o coração tomado por orgulho.
A emoção tomou conta do ambiente quando a história de amor e fidelidade de José ao Galo foi relembrada. Presença constante nos jogos desde a infância e integrante do grupo “Amigos do Galo” nos períodos mais difíceis do clube, ele fez do Atlético parte indissociável da própria vida. Mais do que torcer, cultivou e espalhou o sentimento alvinegro: levava crianças do bairro Sagrada Família aos jogos e defendia que o Clube seria imortal enquanto novas gerações aprendessem a amar o Galo.
Marcelle, filha do “Preto”, foi uma das mais emocionadas e traduziu em palavras o legado deixado pelo pai. “Ele dedicou a vida dele aos filhos e ao Atlético. Eu tenho certeza que ele tá aqui com a gente, muito feliz, muito orgulhoso.”
Ela também relembrou um dos gestos que simbolizavam a essência do pai como formador de novos atleticanos: “Ele fazia questão de levar as crianças no carro dele pro jogo do Galo, porque ele falava que enquanto tivéssemos crianças atleticanas o Galo seria imortal.”
Também durante a homenagem, o presidente do Atlético, Sérgio Coelho, destacou a importância de eternizar histórias como a de José. “É com muita tristeza que nós recebemos a mensagem do falecimento do Preto. Ele merece uma homenagem, o Instituto Galo vai imortalizá-lo.”
Ao verem o pai eternizado naquele espaço simbólico, os filhos não contiveram as lágrimas. O reconhecimento representou mais do que uma homenagem póstuma — foi a confirmação de que a dedicação de uma vida inteira jamais será esquecida. Em agradecimento, Marcelle reforçou o significado do momento para a família: “Não tem nenhuma homenagem mais bonita do que essa pra ele. Gostaria de agradecer o Instituto Galo e o Atlético por isso.”
José Cupertino da Costa faleceu no último dia 17 de fevereiro e foi velado e cremado com a camisa alvinegra, como desejou durante toda a vida. Seu exemplo permanece vivo na família, nos amigos e em cada atleticano que entende que ser Galo vai além do resultado em campo: é pertencimento, é história, é amor que atravessa gerações.
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